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Typically called into action when poor countries get mired in debt, the International Monetary Fund will be confronted this week with mounting signs of trouble in the wealthiest ones.
Tech is driving the economy, and investments are flowing in. But food costs are rising and debt is growing.
French private school operator Omnes Education is looking to refinance around €700 million ($785 million) of debt, according to a person familiar with the matter, an effort that will play out against the backdrop of the most serious student unrest in the country in years.
Braskem’s creditors shunned another restructuring proposal made by the company and its shareholders ahead of a key Oct. 9 deadline for a deal to rework some $11 billion of debt, people familiar with the matter said.
Apollo Global Management is scoping out a bigger role in financing debt-laden governments and state-backed companies as they increasingly turn to private capital to plug budget gaps.
Florida’s public schools are borrowing to pay their bills at the highest level on record as enrollment declines put pressure on their budgets.
After decades of budget deficits and steadily rising debt, markets are putting a new price on French risk. Investors are charging much more to hold government bonds, the stock market is under pressure and the cost of insuring bank bonds against default has jumped. The euro fell to its weakest level since May 2025 on Monday, reflecting fears that upheaval will spill beyond France’s border. Ozan Tarman, Vice Chair: Global Macro at Deutsche Bank, discusses the growing debt pressures across Europe and contagion risks. (Source: Bloomberg)
After decades of budget deficits and steadily rising debt, markets are putting a new price on French risk.
US bond yields fell from their highest levels since 2002 as oil prices retreated below $100 a barrel and Treasury Secretary Scott Bessent insisted the government’s debt load can be tamed.
Air Liquide SA attracted strong demand for a sale of euro-denominated bonds, with investors willing to buy the debt at lower yields than French government bonds caught up in the country’s fiscal and political turmoil.
Adrian Cheng Chi-kong, former heir apparent to Hong Kong’s New World Development (NWD), is expanding his K11 cultural retail business in mainland China, launching a venture of his own as his family’s property group grapples with heavy debt. Xiamen K11 Select, developed by Cheng’s K11 by AC Group along with state-owned Xiamen Rail Transit Group in the city in the southeastern province of Fujian, has attracted more than 2 million visits since its opening on September 22, with sales rising 32 per...
As Paramount Skydance Corp. and Oracle Corp. vault into the ranks of corporate America’s biggest borrowers, their links to the same man — billionaire Larry Ellison — are starting to stir angst on Wall Street.
Annie Seelaus, CEO of R. Seelaus, and John Lloyd, global head of multi-sector and corporate credit at Janus Henderson, join Emily Graffeo on "Bloomberg Real Yield." This week Paramount Skydance issued $52 billion of debt to fund the biggest Hollywood buyout ever. (Source: Bloomberg)
France presented its 2027 budget bill on Thursday, seeking to enact unpopular belt-tightening measures that can lower its deficit and appease increasingly twitchy bond investors ahead of next year's presidential election. The legislation faces a tough ride in a deeply divided parliament, as political clans position themselves for one of the country's most consequential elections in modern times.
Once one of the country’s biggest growth drivers, China’s property market has been in a downward spiral for five years. Real estate values continue to plummet, households in financial distress are being forced to sell properties, and apartment developers that racked up enormous debt on speculative projects are on the brink of collapse.
Distressed-debt hedge funds Diameter Capital Partners, Redwood Capital and FourSixThree Capital bought about $190 million of Brightline’s municipal bonds from Nuveen this week, according to people familiar with the matter.
A Singapore-based education financing programme is testing whether income-linked funding can widen access to higher education without an unmanageable debt burden, a model analysts say could help ease repayment pressure faced by graduates across Southeast Asia. Global Financing for Education’s (GFE) Pay It Forward scheme, publicly launched in September, provides students with funding for their education in return for 3 to 10 per cent of their subsequent income for one to 10 years. The...
Paramount Skydance Corp. has been talking to investors for months about the debt it’s selling to fund its Warner Bros. Discovery buyout, only to find that the longer it’s been forced to talk, the more it has to pay.
The French government will sell a record amount of bonds to investors next year as it faces a surge in Covid-era debt due for redemption and needing to be refinanced, the public debt management office said on Tuesday amid mounting concern about France's surging public deficit and borrowing rates.
Nuveen LLC was behind a flurry of trading in Brightline’s municipal debt this week, offering up its entire position in the bankrupt private railroad’s senior uninsured bonds, according to people familiar with the matter.
Brazil corporate debt costs are still near 24% a year after five Selic cuts, and Moody’s warns that company cash will keep shrinking into 2027. The post Brazil Corporate Debt Costs Near 24% as Moody’s Warns of a 2027 Squeeze appeared first on The Rio Times.
As famílias brasileiras continuaram enfrentando aumento dos juros, da inadimplência e do endividamento em agosto, segundo as Estatísticas Monetárias e de Crédito divulgadas nesta terça-feira (29) pelo Banco Central (BC). A taxa média de juros do crédito livre para pessoas físicas chegou a 61,7% ao ano, com alta de 1,4 ponto percentual (p.p.) em relação a julho; e de 2,9 p.p. na comparação com agosto do ano passado. Notícias relacionadas:BC reduz juros básicos para 13,75% ao ano.Mercado eleva projeção de inflação para 4,99% e reduz PIB.Prévia da inflação oficial de setembro fica em 0,70%, mostra IBGE.Entre as modalidades que mais pressionaram o indicador estão o cartão de crédito rotativo e o cartão parcelado. Considerando famílias e empresas, a taxa média de juros das operações com recursos livres ficou em 48,5% ao ano em agosto, com aumento de 0,8 p.p. no mês e de 2,3 p.p. em 12 meses. No caso especificamente das empresas, a taxa média de 24,2% representa recuo de 1,0 p.p. no mês e de 0,7 p.p. em 12 meses. “Prevaleceu o efeito da variação das taxas (efeito taxa), com destaque para as reduções das taxas médias de cartão de crédito rotativo (-26,9 p.p.), de capital de giro com prazo inferior a 365 dias (-4,1 p.p.) e de capital de giro com prazo superior a 365 dias (-1,0 p.p.)”, detalhou o BC. Crédito Apesar dos juros mais elevados, o crédito às famílias continuou crescendo. O saldo das operações livres para pessoas físicas alcançou R$ 2,6 trilhões, com expansão de 0,8% no mês e de 10,5% em 12 meses. O resultado foi puxado principalmente pelo financiamento de veículos, pelo cartão de crédito rotativo e pelo crédito consignado para trabalhadores do setor privado, modalidade que concentra as operações do Crédito do Trabalhador. Nas empresas, a taxa média de juros do crédito livre ficou em 24,2% ao ano, após recuo de 1 p.p. em agosto. O saldo dessas operações somou R$ 1,6 trilhão, com queda de 0,6% no mês e alta de 0,5% em 12 meses. Segundo o BC, o resultado foi influenciado principalmente pela redução das operações de capital de giro, de desconto de duplicatas e outros recebíveis. O saldo total da carteira de crédito livre atingiu R$ 4,1 trilhões em agosto, crescimento de 0,2% no mês e de 6,5% em 12 meses. Endividamento e inadimplência Os indicadores de crédito mostram que o endividamento das famílias atingiu 49,9% em julho, com aumento de 0,2 p.p. em relação ao mês anterior e de 1,1 p.p. em 12 meses. O comprometimento da renda com o pagamento de dívidas ficou em 28,7%, estável na comparação mensal, mas 1,4 p.p. acima do registrado um ano antes. Ao mesmo tempo, a inadimplência da carteira total de crédito do Sistema Financeiro Nacional alcançou 5% em agosto, com alta de 0,1 p.p. no mês e de 0,9 p.p. em 12 meses. Entre as famílias, a taxa de inadimplência chegou a 6%, avançando 0,2 p.p. em relação a julho e 1,1 p.p. na comparação anual. Nas operações com empresas, o indicador permaneceu estável em 3,3%. Crédito total soma R$ 7,4 trilhões O saldo das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional atingiu R$ 7,4 trilhões em agosto, o que representa expansão de 0,5% no mês. As operações com famílias cresceram 0,8%, chegando a R$ 4,7 trilhões. Nas empresas, houve redução de 0,1%, para R$ 2,7 trilhões. Em 12 meses, o crédito total acumulou crescimento de 9,2%, com avanço de 10,5% nas operações destinadas às pessoas físicas e de 7,1% naquelas voltadas às empresas. Considerando empréstimos bancários, títulos de dívida e financiamentos externos, o crédito ampliado ao setor não financeiro totalizou R$ 22 trilhões em agosto, o que equivale a 164,9% do Produto Interno Bruto (PIB). O saldo cresceu 0,6% no mês e 11,3% em 12 meses. O crédito ampliado às empresas somou R$ 7,3 trilhões, valor equivalente a 54,6% do PIB, com expansão de 1,1% em agosto e de 8,7% na comparação anual. Reservas bancárias avançam Nos agregados monetários, a base monetária encerrou agosto estável, na comparação com o mês anterior, em R$ 432,6 bilhões. Tendo como base comparativa agosto de 2025, apresentou retração de 1,4%. As reservas bancárias cresceram 4,5% no mês, enquanto o volume de papel-moeda em circulação recuou 0,5%.
Thailand may turn to shorter-term instruments to meet the government’s borrowing needs in the fiscal year starting Oct. 1, a top official said, as rising US Treasury yields drive turbulence across global bond markets.
Programa voltado a trabalhadores informais com dívidas em dia ou com atraso inferior a 90 dias, o Desenrola Adimplentes foi estendido por mais 30 dias. As renegociações poderão ser feitas até 26 de outubro, data em que também termina a vigência da medida provisória que criou a iniciativa. O prazo inicial era de 90 dias e terminaria na semana passada. A extensão foi estabelecida pela medida provisória que instituiu o Desenrola 3.0, nova etapa do programa de renegociação de dívidas. Como funciona Notícias relacionadas:Governo cria 3ª fase do Desenrola com compra de dívidas pela União.CMN regulamenta Fies Empreendedor e Desenrola Adimplentes.O Desenrola Adimplentes permite renegociar até R$ 15 mil em dívidas sem garantia contratadas por trabalhadores informais em operações de crédito pessoal. As condições preveem juros de até 1,99% ao mês. Segundo os dados apresentados pelo governo, a taxa média dessas operações atualmente gira em torno de 7% ao mês. Para participar, o cliente precisa ter quitado pelo menos quatro parcelas do financiamento. Além disso, os pagamentos devem estar em dia ou apresentar atraso inferior a 90 dias. Início das renegociações De acordo com o governo, a prorrogação ocorreu porque a implementação do programa sofreu atrasos operacionais. A medida provisória que criou o Desenrola Adimplentes foi publicada em 29 de junho, mas as renegociações só começaram efetivamente em 10 de agosto. O início das operações ocorreu após mudanças nas regras de participação das instituições financeiras, pedidas pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal, que atuam como agentes operadores do programa. Na justificativa apresentada para a medida provisória, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o programa busca atender trabalhadores informais que enfrentam dificuldades para comprovar renda e, por isso, têm maior acesso a modalidades de crédito com juros elevados. Segundo Durigan, a iniciativa permite que pessoas sem vínculo formal de emprego e sem acesso a linhas de crédito mais baratas possam reorganizar suas dívidas em condições mais favoráveis. Resistência dos bancos Desde a criação, no fim de junho, o Desenrola Adimplentes encontrou resistência no setor privado. Bancos demonstraram pouco interesse em participar de uma iniciativa voltada a renegociar dívidas que ainda não estavam vencidas e que atendem a um público específico. Para ampliar a participação, o governo incluiu a possibilidade de portabilidade de crédito. A medida permite que bancos públicos ofereçam aos clientes condições de repactuação consideradas adequadas. Mesmo com essa previsão, a adesão ao programa ocorreu abaixo do previsto, com as renegociações só começando, de fato, em 10 de agosto.