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The dollar fell the most in more than a month, erasing gains fueled by hotter-than-expected inflation data.
US equity futures rebound from two days of losses as OpenAI is reportedly expecting to reach or exceed $70 billion in annualized revenue by year-end, easing concerns that sales were falling short of earlier estimates. The dollar rally continues as soaring oil prices weigh on currencies of energy importing nations and global inflation fears persist. Sitara Sundar of JPMorgan Private Bank joins "Bloomberg Brief" to discuss the volatility surrounding AI and geopolitics. (Source: Bloomberg)
Oil prices have been choppy as the flow of oil through the Strait of Hormuz has returned to nearly 80% of pre-war levels. Bloomberg Oil Analyst Julian Lee reports. (Source: Bloomberg)
O dólar subiu quase 1% em comparação com o real nesta quinta-feira (1º). A moeda dos Estados Unidos ganhou força no exterior em meio à aversão ao risco provocada pelas tensões no Oriente Médio e pela alta do petróleo. Na bolsa, o Ibovespa avançou, apoiado principalmente pelas ações da Petrobras, apesar da cautela de investidores diante do cenário internacional e da proximidade do primeiro turno das eleições. Principais números Dólar à vista: R$ 5,224 (+0,97%); Ibovespa: 187.197,46 pontos (+0,46%); Petróleo tipo Brent: US$ 102,31 (+4,37%); Petróleo tipo WTI: US$ 92,87 (+2,71%). Dólar em alta Notícias relacionadas:Dólar cai para R$ 5,17 e acumula recuo de 0,15% em setembro.Mercado eleva projeção de inflação para 4,99% e reduz PIB.Taxa de desemprego cai para 5,3%, a menor para o trimestre até agosto.O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,97%, a R$ 5,224. A cotação chegou a R$ 5,169 na mínima, às 9h40, e atingiu R$ 5,240 na máxima, pouco antes das 14h. No ano, a divisa acumula queda de 4,83%. O movimento acompanhou a valorização da moeda americana no exterior. O índice DXY, que mede o desempenho do dólar contra uma cesta de seis moedas fortes, avançou 0,58%, aos 102,040 pontos, após atingir máxima de 102,207. O ambiente internacional foi marcado pela preocupação com os efeitos econômicos da guerra no Oriente Médio. O avanço do petróleo também reforçou as preocupações com a inflação e ajudou a sustentar a busca por ativos considerados mais defensivos. Bolsa avança O Ibovespa fechou o primeiro pregão de outubro em alta de 0,46%, aos 187.197,46 pontos. A valorização foi sustentada principalmente pelas ações da Petrobras, que foram beneficiadas pela forte alta do petróleo. O movimento ocorreu mesmo com a cautela dos investidores diante do ambiente externo e da proximidade do primeiro turno das eleições. O índice encerrou setembro com alta de 5% e acumula valorização de 16,2% no ano. O volume financeiro desta quinta-feira foi de R$ 26 bilhões. Nos Estados Unidos, o S&P 500, das 500 maiores empresas, fechou em alta de 0,19%. Os mercados também acompanharam o comportamento dos títulos do Tesouro estadunidense e os efeitos da valorização do petróleo sobre as expectativas para a inflação e os juros. Petróleo acelera O petróleo fechou em forte alta nesta quinta-feira. O movimento foi influenciado pelas tensões no Oriente Médio e pelas preocupações com a oferta de combustíveis. Referência para as negociações internacionais, o barril do tipo Brent subiu 4,37% e fechou a US$ 102,31. O petróleo WTI, do Texas, avançou 2,71%, encerrando a sessão a US$ 92,87 por barril. A alta ganhou força durante a tarde, diante de informações sobre o deslocamento de forças militares dos Estados Unidos para o Oriente Médio e de novas incertezas sobre o conflito com o Irã. O mercado também acompanhou a possibilidade de liberação de estoques de diesel pela União Europeia, em meio às preocupações com a oferta global. A China suspendeu exportações de derivados de petróleo para destinos fora de Hong Kong e Macau até nova orientação. *Com informações da Reuters.
The LIT ETF fell 1.07% to US$68.28, Albemarle 2.13% to US$107.39 and SQM 2.59% to US$65.16 on Monday, 28 September 2026, as higher US Treasury yields and a firmer dollar hit battery-metal equities. The post Lithium Stocks Fall as Yields Rise: Albemarle Down 2.1%, SQM 2.6% appeared first on The Rio Times.
The dollar is headed for its best two-week stretch in six months in a reversal of fortunes that’s likely to support the currency through the rest of the year, asset managers and strategists say.
“We don’t think the dollar will knock it out of the park,” says Daragh Maher, senior FX strategist at HSBC, as he discusses the “ambiguous relationship” he sees between the US dollar and Treasury yields. He speaks on “Bloomberg Surveillance.” (Source: Bloomberg)
Emerging-market currencies extended losses after the release of figures showing US business activity rose at the fastest pace in more than five years. Bloomberg Intelligence Chief EM Strategist Damian Sassower discusses the US Dollar, EM opportunities, and China's economy ahead of Trump's meeting with Chinese President Xi Jinping. (Source: Bloomberg)
Oil slips below $100 as rate fears ease, lifting global equities. Brazil watches the Copom minutes and a firm dollar. Your Monday global briefing. The post Global Economy Briefing — September 21, 2026 appeared first on The Rio Times.