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The seizure has brought under scrutiny the alleged practice of repacking lower-cost medicines and relabelling them as expensive products, including carrying the labels of multinational pharmaceutical companies
Thailand has moved to make weight-loss pens prescription-only, as a glut of the GLP-1 medicines – which mimic the hormones released once someone is full – floods the black market and influencers swarm TikTok to extol the quick wins of the simple injections. The Southeast Asian nation, which is never far behind wellness or aesthetic trends and has a notorious black market in counterfeit drugs, has seen the uptake of GLP-1 medicines skyrocket, doctors say, including the market-leading Ozempic...
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a importação, o armazenamento, a distribuição, a comercialização, a propaganda e o uso do medicamento T36, da classe de agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. A resolução da Anvisa foi publicada nesta quarta-feira (16) no Diário Oficial da União. Em nota, a agência informou que o medicamento não possui registro sanitário e não teve segurança e eficácia avaliadas no Brasil. Site de vendas Notícias relacionadas:Anvisa alerta risco de deficiência de B6 com uso de carbidopa/levodopa.Anvisa aprova novas indicações para remédio que trata câncer de mama.Anvisa amplia indicação de vacina contra meningite .No último dia 8, a Anvisa proibiu a comercialização de canetas emagrecedoras por meio do site www.gopharma.shop. Segundo a agência, o site anunciava medicamentos sem registro no Brasil à base de tirzepatida ou que alegavam ter como princípio ativo a retatrutida, substância ainda sem registro em nenhum país do mundo. Alguns dos produtos anunciados, como T.G. 15 miligramas (mg), Tirzec 15 mg e Lipoless MD 15 mg, já possuíam proibição expressa de ingresso no Brasil. Além de proibir a comercialização, a distribuição, a importação, a propaganda e o uso dos produtos anunciados pelo site, a Anvisa determinou ainda que eles sejam apreendidos. “É importante esclarecer que sites em geral não podem vender medicamentos para qualquer indicação, em nenhuma hipótese. Isso não é novidade: a comercialização de medicamentos no Brasil é privativa de farmácias e drogarias regularizadas, por meio de suas lojas físicas ou sites e canais digitais oficiais”, reforçou a agência no comunicado. “Além da comercialização de medicamentos ser proibida fora dos ambientes e canais oficiais de farmácias e drogarias, o risco é grande: qualquer produto adquirido fora desses ambientes não tem qualquer garantia de procedência, composição ou conservação, o que compromete a qualidade, a segurança e a própria eficácia dos medicamentos”, concluiu.