Nigeria charges man accused of faking government agency
What if you could invent a government agency and get the government to fund it?
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What if you could invent a government agency and get the government to fund it?
Justice A. Badharudeen reviews information passed by ED to State Police Chief and observes orally that question of whether to conduct a preliminary inquiry before registering an FIR will have to be analysed on ‘a case-to-case basis’
Between 2010 and 2012, seven purchaser entities paid ₹260 crore upfront to Vatika Limited as the entire sale consideration for residential plots in its Vatika India Next projects in Sectors 84/85 and Vatika India Next-2 in Sector 88A, Gurugram
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou nesta segunda-feira (28) o cancelamento de R$ 2 bilhões em precatórios emitidos de forma irregular contra o governo federal. A medida foi tomada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Benedito Gonçalves, e atendeu ao pedido de suspensão apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU). Notícias relacionadas:CNJ cancela R$ 4,7 bilhões em precatórios ligados ao Master.Os valores estavam depositados em conta judicial desde 2023 e foram expedidos antes do trânsito em julgado da fase de execução, modalidade que já foi considerada ilegal pelo CNJ. O corregedor decidiu estender os efeitos da decisão que, na semana passada, também cancelou precatórios avaliados em R$ 4,7 bilhões. Os títulos foram comprados pelo Banco Master. Entenda O caso dos precatórios bilionários do Master veio à tona após uma reportagem do Portal Metrópoles revelar a existência de um contrato de R$ 427 milhões entre o banco e i escritório da advogada Camilla Ramos, esposa do desembargador Newton Ramos, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). O valor seria pago em caso de sucesso nas causas referentes ao setor sucroalcooleiro. Após a divulgação do caso, o escritório Queiroga, Vieira, Queiroz e Ramos declarou que possui contrato formal com o Master para atuar nos processos que envolvem precatórios, mas não recebeu qualquer pagamento "a título de pró-labore ou de êxito".
Honduras tested a new emergency alert system on mobile phones last week. Criterio.hn and Contracorriente report that the lead contractor shares shareholders with a firm at the centre of a social security fraud. The post Honduras Alert System Went to Firm Linked to Social Security Scandal appeared first on The Rio Times.
Por 5 votos a 4, o Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF) rejeitou nesta sexta-feira (25) a abertura de um procedimento de investigação contra procurador-geral da República, Paulo Gonet. O procurador foi citado em conversas encontradas pela Polícia Federal (PF) no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que está preso. Notícias relacionadas:CNJ faz operação em gabinete de desembargador ligado a Nunes Marques.Dino manda Polícia Federal investigar atuação da CVM no caso Master.Conselho do MPF forma maioria para manter Gonet no caso Master.O colegiado negou um pedido do Partido Novo para que o procurador fosse investigado pelo crime de prevaricação e afastado do comando dos processos que envolvem as fraudes no Banco Master. Na mesma sessão, os conselheiros também decidiram manter Gonet na condução dos processos do caso. Nesse ponto, o colegiado registrou placar unânime de 9 votos a 0 para não afastar o procurador das funções. Votos As manifestações contrárias à investigação foram proferidas pelo relator, Francisco Sanseverino, e os subprocuradores Celso Albuquerque, Alexandre Camanho, Hidenbugo Chateaubriand e Nicolau Dino. Os votos pela abertura da investigação foram proferidos pelos subprocuradores Janice Ascari, Samantha Chantal Dobrowolski, José Adonis e Ana Borges Santos. Durante a análise do caso, Hinderburgo Chateaubriand, que votou contra a investigação, disse que Gonet só poderia ser afastado pela Justiça e afirmou que não há indícios de "amizade íntima" entre Gonet e Vorcaro. "Não há rigorosamente nada que possa sugerir que o procurador-geral da República tenha algum tipo de amizade íntima com esse investigado. Jamais vi alguém ser considerado amigo íntimo de alguém que sequer consta da agenda telefônica", afirmou. A subprocuradora Ana Borges disse que o caso Master pode ser tratado como um "escândalo de corrupção" no setor financeiro. Além disso, ela entendeu que Gonet não poderia ter solicitado ao Supremo a anulação do relatório da PF que revelou as menções ao nome do procurador. "Há elementos suficientes para caracterizar, em tese, o dolo específico para imputar ao procurador-geral o crime de prevaricação, e assim autorizar uma investigação criminal", completou. Mensagens As mensagens que citam Gonet vieram à tona após o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirar o sigilo da parte da investigação que também cita mensagens do ex-banqueiro a um celular atribuído do ministro Alexandre de Moraes. De acordo com a PF, Vorcaro intensificou o envio de mensagens para o número atribuído a Moraes nos dias anteriores a prisão, que ocorreu no dia 17 de novembro do ano passado. No dia 15 de novembro de 2025, Vorcaro demonstrou preocupação com o avanço das investigações da PF, que ainda estavam em tramitação na primeira instância da Justiça Federal em Brasília, e citou os nomes de Paulo Gonet e do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. Na mensagem, o ex-banqueiro escreveu: "Não conseguimos reverter isso com Paulo ou Andrei? Muita sacanagem isso. Isso em Brasília?", afirmou. Apesar da citação, não há indícios de que Gonet e Andrei tenham interferido nas investigações. Na semana passada, o jornal O Globo publicou uma foto na qual Gonet aparece com Vorcaro e outras pessoas ligadas ao ex-banqueiro, durante um evento jurídico promovido pelo Master em abril de 2024, em Londres. Após o surgimento das conversas, Gonet negou proximidade com Vorcaro e disse que sua interação com ele ocorreu de forma "brevíssima e banal". *texto ampliado às 18h12
Police probing the case said they had come across at least 25 complaints from different parts of the State against the firm
The case is related to alleged large-scale fraud committed by businessman Sanjay Kumar Dalmia
Key Facts — What happened Argentina’s Navy filed a fraud complaint against its own payroll office on September 15. — The scheme Staff allegedly padded travel and per-diem payments for personnel abroad, then split the excess. — How many Reports put the number of personnel involved at up to 50. — The money About 1.6 […] The post Argentina’s Navy Uncovers Payroll Fraud Inside Its Own Ranks appeared first on The Rio Times.
Earlier, the Central Crime Branch had registered a case and arrested B.T. Arasakumar on charges of collecting large sums of money amounting to around ₹100 crore from private school managements
Alex Saab pleads guilty in US court to laundering bribe and fraud proceeds linked to Venezuela's welfare programme.
Malaysian authorities charged former minister Jamil Khir Baharom for allegedly misappropriating 860 million ringgit ($210 million) from the Muslim pilgrimage fund Tabung Haji, making him the second United Malays National Organisation leader to be charged over the fund in as many weeks.
Six Nigerian nationals linked to an organized criminal network that allegedly swindled American women out of over $6 million through online romance scams will be extradited to the United States on Friday, South African police said.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (9) a soltura de Romeu Carvalho Antunes, investigado na Operação Sem Desconto, que apura fraudes em descontos associativos de aposentadorias e pensões do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). Antunes estava preso preventivamente desde 18 de dezembro de 2025, quando foi alvo de uma fase da operação INSS. Ele é filho do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS", que segue preso. A prisão de Romeu Antunes foi substituída pelo uso de tornozeleira eletrônica, a proibição de deixar o país e a entrega do passaporte. O investigado também ficou proibido de manter contato, direta ou indiretamente, com outros investigados e testemunhas da Operação Sem Desconto. Notícias relacionadas:Fachin suspende decisões de Mendonça e Dino sobre diretor da PF .Mendonça solta ex-procurador do INSS indiciado por desvios.Mendes cita desequilíbrio eleitoral em afastamento de diretores da PF.Mendonça determinou ainda que Romeu não frequente entidades associativas com as quais tenha mantido relação e não tenha acesso às instalações do INSS e da Dataprev, empresa pública que administra o banco de dados da autarquia. O ministro estabeleceu que o investigado permaneça na comarca de sua residência e que qualquer deslocamento para fora dela dependa de autorização judicial. "No caso de Romeu, entendo que a segregação física integral não mais se mostra necessária na intensidade anteriormente reconhecida. A análise atual deve considerar, cumulativamente, o estágio alcançado pela investigação, a possibilidade de controle objetivo dos deslocamentos do investigado, sua retirada dos ambientes institucionais diretamente associados aos fatos apurados, a vedação de interlocução com investigados e testemunhas e a manutenção de sua vinculação à jurisdição nacional", apontou o ministro, na decisão. A situação de saúde de Romeu também pesou na análise do magistrado. Segundo informações apresentadas pela defesa e mencionadas na decisão, ele foi internado em junho no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), em Brasília, após apresentar cólicas intensas, febre e vômitos provocados por cálculos renais, incluindo um cálculo no ureter direito com obstrução. O incidente ocorreu em junho. No pedido de soltura, André Mendonça afirmou que as condições de saúde "denotam fragilidade a demandar cuidados médicos" e considerou o quadro um elemento adicional para a substituição da prisão. A concessão de liberdade a Romeu não contou com aval da Procuradoria Geral da República (PGR), que reafirmou a gravidade das condutas imputadas ao investigado e avaliou que soltura representaria um risco à ordem pública e à instrução processual. Soltura de ex-procurador do INSS O ministro André Mendonça também determinou nesta quarta a soltura de Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, ex-procurador-geral do INSS e indiciado pela Polícia Federal (PF) por participação no desvio de contribuições associativas em aposentadorias e pensões. A prisão foi substituída pelo uso de tornozeleira eletrônica, além da proibição de se comunicar com outros investigados ou acessar as dependências do INSS ou da Dataprev.
Part of Operation Chakra-VI, searches aimed at tracing proceeds of fraud and identifying beneficiaries and handlers behind syndicates