Mourners killed by Kenya police at ex-PM's national farewell not part of violence, BBC finds
After analysing 1,500 videos and images of the Raila Odinga memorial, Africa Eye finds that those killed were far from the scuffles.
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After analysing 1,500 videos and images of the Raila Odinga memorial, Africa Eye finds that those killed were far from the scuffles.
South Africa's asylum directive was withdrawn after violence in Durban and Soweto, yet the Constitutional Court ruling remains binding on Home Affairs. The post South Africa Asylum Rules After the Unrest appeared first on The Rio Times.
Several cars torched and foreign-run businesses forced to shut in Johannesburg's Soweto and coastal city of Durban.
As campanhas do Outubro Rosa são tradicionalmente marcadas por informações sobre prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer de mama. Mas existe outra dimensão menos falada: quando o tratamento termina, o medo de a doenças voltar assombra muitas mulheres. “Enquanto familiares e amigos celebram a remissão e esperam que a vida volte ao normal, a mulher pode continuar convivendo com medos, inseguranças e transformações que não desaparecem com o fim do tratamento”, escreve, em artigo, a psicóloga clínica Laís Mutuberria Vieira. Psicóloga Laís Mutuberria Vieira diz que pacientes precisam também de apoio emocional - Foto Laís Mutuberria Vieira/ Arquivo Pessoal Notícias relacionadas:Inca promove autoestima de pacientes em celebração do Outubro Rosa.Outubro Rosa: como receber o auxílio-doença em tratamento de câncer.A especialista explica que, durante meses, a mulher enfrenta nova rotina com hospital, médicos, exames. “Consultas e pessoas sempre por perto, acompanhando sua saúde. Quando a quimioterapia e a radioterapia terminam, esse contato diminui e começa nova etapa. Uma etapa cheia de incertezas, de medo de a doença voltar e de transformação na própria vida”, afirma Laís à Agência Brasil. De acordo com ela, assim como o acompanhamento médico continua importante, o suporte emocional também pode precisar permanecer, respeitando o ritmo de cada mulher e ajudando-a a reconstruir a confiança na própria vida, mesmo sem a possibilidade de eliminar todas as incertezas. “A última sessão de quimioterapia ou radioterapia pode marcar o fim de um tratamento, mas não o cuidado com essa mulher, que ainda precisa continuar”. Segundo a psicóloga, muitos familiares e amigos se afastam para voltar à rotina normal e a mulher, temendo a recidiva da doença, fica marcada pelo medo da solidão. “Os exames de acompanhamento podem despertar medo, qualquer alteração ou dor pode ser interpretada como reincidência da doença. Essa mulher ainda precisa de apoio”, diz Laís. Ela lembra que muitas pacientes continuam usando medicação por até cinco anos e sentem fadiga, além de outros efeitos desse tratamento de acompanhamento. “O corpo dessa mulher mudou. Ela tem cicatriz, às vezes perdeu uma mama, ganhou uma nova mama que ela ainda não se identifica. A sexualidade pode mudar, assim como a intimidade com o parceiro e a própria disposição diminui par atividades diárias e para a vida sexual”, afirma. “Essas mudanças podem afetar a autoestima, o desejo, a sensação de atratividade e a forma como essa mulher se reconhece no espelho, repercutindo também em dimensões mais amplas da sexualidade, como o toque, a espontaneidade, a confiança e a disponibilidade para o vínculo íntimo”, acrescenta. Renata Reis Pinto, médica mastologista e radiologista, com atuação no Instituto Nacional de Câncer (Inca), lembra que o câncer de mama ainda é uma doença com muitos estigmas. Até hoje, na prática clínica, ela diz que a doença ainda é vista como uma sentença de morte, que traz muitas dúvidas e medo de como será a evolução e do que a paciente terá que enfrentar diante do diagnóstico. Para Renata Reis Pinto, médica mastologista e radiologista, doença convive ainda com muitos estigmas - Renata Pinto/ Arquivo Pessoal Para a médica, providenciar todo um aparato para a paciente falar sobre suas questões é importante até para a evolução do tratamento. “É importante oferecer para a paciente um tratamento multidisciplinar, com uma assistente social que pode ajudar em questões como onde vai ficar o filho enquanto ela está em tratamento, questões sociais relacionadas ao trabalho. A psico-oncologia é de fundamental importância para perceber até que ponto esse medo está sendo tão intenso que a paciente possa necessitar de alguma medicação”, afirma Renata à Agência Brasil. Josiane Fernandes, 48 anos, de Volta Redonda, no sul fluminense, descobriu o câncer de mama no início de 2025 ao perceber um nódulo na mama esquerda. Em março do ano passado ela confirmou o diagnóstico e começou o tratamento. “Eu não contei para ninguém. Eu sofri sozinha. Só contei para meu marido depois de fazer a biópsia. Meu tratamento com cirurgia, quimioterapia e imunoterapia durou por volta de um ano e três meses. Entrei em depressão, precisei de tratamento”, conta. "Tratamento pode terminar, mas o medo nem sempre termina junto, diz a paciente Josiane Fernandes - Foto Josiane Fernandes/Acervo pessoal Após o fim do tratamento do câncer, Josiane continua o acompanhamento médico. “O tratamento pode terminar, mas o medo nem sempre termina junto. Até hoje, numa consulta de rotina, num exame, eu entro em pânico. Parece que volta tudo o que eu vivi. As pessoas que passam por um câncer deveriam ter um cuidado no pós-tratamento. Existe vida depois do câncer, mas essa vida precisa ser reconstruída”, completa Josiane. Segundo a estimativa do Inca para este ano, o tumor mais incidente entre as mulheres é o de mama, com 30% dos casos. O número estimado de casos novos da doença no Brasil, para cada ano do triênio de 2026 a 2028, é de 78.610 casos, com risco estimado de 71,57 casos novos a cada 100 mil mulheres.
Haiti has indefinitely postponed elections scheduled for December and February, the electoral council said Tuesday, citing technical and operational requirements as gang violence continues to disrupt preparations. The delay leaves Haitians without a vote as authorities struggle to register voters and secure areas needed for the poll.
A French policeman was charged Tuesday with violence for firing a tear gas grenade at close range at a 14-year-old student during high school protests that have shaken the country. Speaking with FRANCE 24's Mark Owen, Fanny Gallois, Head of the Freedoms Program, Amnesty International, says that "these cases of serious injuries related to the use of so-called less-lethal weapons commonly used in France are specifically worrying because we've been asking for their ban for years" adding that "the kind of weapons that are being used and the kind of injuries caused are extremely worrying for a country such as France".
It’s a protest movement that a broke, lame-duck French government did not see coming. Civil servants this Tuesday joining high schoolers now in their third week of picketing over long-deteriorating classroom conditions. The usual recipe for wearing down movements in France has recently been to match eventual violence with a heavy hand, the escalation turning the silent majority against the protesters as was the case with the pre-Covid Yellow Vests movement.
A 15-year-old lost a hand on Monday picking up a police grenade amid nationwide school protests demanding better funding and classroom conditions. Speaking with FRANCE 24's Mark Owen, Ariane Bogain, Senior Lecturer in French Politics at Northumbria University, says that "there is a definite issue with violence and we need to ask why there is this unidimensional reaction which is aggressive, which is riot police, which is repressive".
Between 400-500 schools across France are expected to stay closed this Monday, as student protests continue. Pupils are calling for smaller class sizes and better equipped classrooms. More than 70 schoolteachers have been injured since the unrest began. Ellen Gainsford & France 2 take a look at some of the violent incidents related to the protests.
It's been 18 days since we first reported on isolated cases of schools protests at a high school in Rennes in Brittany, in Caen in Normandy and Villeneueve d'Asque on the suburbs of Lille. The complaints were similar in theme, overloaded timetables, staffing problems, poor facilities. It spread to Saint Denis and Creteil on the outskirts of Paris days later, one interview with the students was sen 1.4 million times on TikTok. It gathered pace, and morphed into what we've seen throughout the week, hundreds of protests, some peaceful, some with deeply distressing scenes, beyond the make shift barricades, a school in Nantes set off fire, firefighters forced out of the vehicle in Marseille and the fire engine set alight, scroll your socials itt's hard to miss some of the uglier scenes, a female police officer being attacked on the ground as youths shouted kill her. Where is it heading, and what has it become? Urban violence says the government, accusing agitators linked to the hard left exploiting geenuine concerns for political ends ahead of the election. Which La France Insoumise denies saying they favour no violent means of action. Today in Spotlight, we discuss this with Jean Remi Girard, a teacher in Asnieres in the north of Paris, and the President of the National Union des Lycees and Colleges, covering education workers from primary schools to college, 7 until 18.
Janeesh alleges a coordinated political conspiracy behind the recent violence at a Youth Congress rally in Thiruvananthapuram, and reveals that his official vehicle was ambushed nearly 10 times across Kannur and Kasaragod districts
Education minister declares students 'in danger' as hundreds of injuries reported across the country.
French high school students lit fires outside schools and faced off with police on Friday as a protest movement that has forced the closure or disrupted education at more than 560 establishments showed no sign of abating. France 24’s Rochelle Ferguson Bouyahi takes a look at why the students are protesting, and how the demonstrations spiraled into violence.
As mulheres têm direito à participação política livre de violência e de discriminação. Porém, entre janeiro e agosto de 2026, o número de denúncias de violência política registradas contra elas na Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180 alcançou a marca de 1.564 denúncias. Ao todo, estas denúncias correspondem a 1.581 violações identificadas como violências políticas, no ano de eleições gerais no Brasil. A diferença entre os números ocorre porque uma única denúncia, cometida pelo mesmo agressor, pode conter mais de um tipo de violência. Notícias relacionadas:Eleições: propagandas gratuitas de candidatos terminam nesta quinta.Fachin nega pedido para afastar Dino de ações sobre Flávio Bolsonaro.Aplicativo recebe denúncias de irregularidades eleitorais no Rio.A secretária Nacional de Articulação Intersetorial e Interfederativa e Participação Política do Ministério das Mulheres, Sandra Kennedy, conecta a violência política contra as mulheres a um fenômeno mais amplo, caracterizado pela exacerbação da misoginia (ódio contra as mulheres e meninas), da violência doméstica e do feminicídio na sociedade patriarcal. Sandra Kennedy menciona movimentos de extrema-direita globais que colocam em xeque o direito individual ao voto feminino, em favor da tese do "voto familiar". No Brasil, o voto das mulheres foi conquistado em 1932 “É assustador porque as violências políticas são, no fundo, questões estruturais, sejam elas no limite da ameaça à vida, sejam essas violências cotidianas e veladas que tentam desestimular a participação da mulher na política”. Alvos da violência A representante do Ministério das Mulheres explica que as agressões são contra as mulheres em espaço de poder e decisão, as detentoras de mandato eletivo (deputadas, vereadoras, senadoras, prefeitas); as ocupantes de cargos públicos; as candidatas a cargos eletivos, em vários estados brasileiros, assim como defensoras de direitos humanos, ativistas e representantes de movimentos sociais ou organizações da sociedade civil. As mulheres pretas e pardas são as principais vítimas. Das 1.564 denúncias registradas, mais de 53% (842) são de violência política sofridas por elas, seguidas por 590 (37,72%) denúncias de violências sofridas por mulheres brancas. As demais 132 (8,44%) foram denúncias com impacto em mulheres de outras raças. As estatísticas do Ligue 180 apontam que, no período de janeiro a agosto de 2026, os maiores números de denúncias de violência política foram registrados em São Paulo, com 430 registros; Rio de Janeiro, com 260; Minas Gerais (149); Bahia (89); Rio Grande do Sul (62); Paraná (61); e Santa Catarina (56). Tipos de violação As violações denunciadas incluem discriminação e desigualdade de tratamento por gênero, raça ou etnia, ameaças e difamação das candidatas a cargos eletivos; divulgação de conteúdo inverídico; desqualificação de habilidades e funções; interrupção frequente de fala em ambientes políticos; questionamento sobre escolhas de vida privada; julgamento pela aparência física e forma de vestir, entre outras. Entre os crimes registrados estão ameaças de morte e estupro, ataques racistas e transfóbicos, vandalização de materiais de campanha, coação, misoginia, constrangimento, intimidação e deslegitimação de mulheres que ocupam ou disputam espaços de poder e decisão, além de casos de responsabilização judicial. “Agora, nesta disputa eleitoral, até quando vandalizam um banner de mulheres, não rasgam em qualquer lugar. Furam o olho, rasgam o rosto. Isso é uma afronta aos corpos das mulheres, à sua figura feminina”, lamentou Sandra Kennedy. Comparação com 2025 Em 2025, foram registradas, pelo mesmo canal, 2.310 denúncias de violência política contra as mulheres, contendo 2.334 violações, em um universo de mais de 155,1 mil denúncias de todos os tipos de violência contra a mulher. Considerando apenas o período de janeiro e agosto do ano passado, a Central de Atendimento à Mulher contabilizou 1.649 denúncias de violência política. A secretária do Ministério das Mulheres argumenta que a redução pontual de registros de um ano a outro não indica redução do problema no país, nem permite definir tendências. Ela aponta que pode haver subnotificação de denúncias. “Os dados estão muito longe da realidade, até porque muitas das mulheres não conhecem o canal (Ligue 180) como um espaço para denunciar”. Justiça eleitoral O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) classifica a violência política de gênero como um dos maiores entraves para a entrada e permanência de mulheres na política. Às vésperas das eleições gerais, a justiça eleitoral divulgou um novo recorde de casos de violência política contra a mulher. O número de processos relacionados ao tema saltou de 15, em 2022, para 177 este ano. Desses, 26 casos estão relacionados diretamente à campanha para as eleições 2026. Protocolo de Enfrentamento à Violência Política O levantamento do Ministério das Mulheres integra o Plano de Ação do Protocolo de Enfrentamento à Violência Política Contra as Mulheres, que estabelece diretrizes no Ligue 180 para prevenir, registrar, acolher, encaminhar e acompanhar casos de violência política de gênero. Além disso, busca fortalecer a proteção dos direitos políticos das mulheres e a responsabilização dos autores das violências O novo documento prevê uma atuação integrada entre instituições do sistema de Justiça e da rede de proteção às mulheres. O atendimento às vítimas prevê sigilo, orientação sobre direitos, encaminhamento aos órgãos competentes e adoção das medidas necessárias para interromper a violência e proteger a mulher. Podem recorrer ao protocolo candidatas a cargos eletivos; mulheres detentoras de mandato eletivo; ocupantes de cargos públicos; lideranças comunitárias e sociais; defensoras de direitos humanos; representantes de movimentos sociais e organizações da sociedade civil; e ativistas e demais mulheres que exerçam atuação política ou pública, ainda que não sejam candidatas ou eleitas. Casos reais A Agência Brasil relembra casos em que a ameaça às mulheres ultrapassou o desestímulo à carreira política e chegou ao risco real e iminente à vida e aos corpos das mulheres que ocupam espaços de poder. O assassinato a tiros da vereadora Marielle Franco, mulher negra e LGBTQIA+, em março de 2018, em via pública do Rio de Janeiro. A deputada estadual de São Paulo, Isa Penna, apalpada na região do seio pelo também deputado Fernando Cury, durante sessão na Assembleia Legislativa paulista (Alesp), em dezembro de 2020. O ex-deputado foi condenado por importunação sexual. A deputada federal Maria do Rosário, em 2014, ouviu do então deputado federal Jair Bolsonaro, no Salão Verde da Câmara dos Deputados, que a parlamentar não mereceria ser estuprada por ser “muito feia” e que não fazia seu “tipo”. A retirada da escolta armada da deputada federal Talíria Petrone (PSol-RJ), em julho deste ano, mesmo sob ameaça de milicianos. As interrupções sistemáticas das falas denunciadas pelas senadoras Simone Tebet e Soraya Thronicke (PSB-MS) e rótulo de “nervosas” dado durante as sessões da Comissão Parlamentar de Inquérito] da covid-19, em 2021, no Senado Federal. Onde buscar orientação e denunciar Mulheres em situação de violência política e qualquer outra pessoa que tenha conhecimento da ocorrência deste crime contra uma mulher pode comunicar o fato em diferentes canais institucionais do poder Executivo, Ministério Público Eleitoral, Justiça Eleitoral, autoridade policial. Entre eles estão: Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180: atendimento gratuito, humanizado e sigiloso, 24 horas por dia, todos os dias da semana. As denúncias podem ser feitas pelo telefone 180, pelo WhatsApp (61) 9610-0180, pelo e-mail central180@mulheres.gov.br e por videochamada em Libras; Ouvidoria das Mulheres do Conselho Nacional do Ministério Público; Procuradoria-Geral Eleitoral, por meio da Sala de Atendimento ao Cidadão do Ministério Público Federal; Ouvidoria Nacional da Mulher do Conselho Nacional de Justiça (CNJ); Polícia Federal, por meio do canal Comunica PF e nas delegacias de Polícia nos estados; Grupo de Trabalho Mulheres da Defensoria Pública da União (DPU), para assistência e orientação jurídica. Em casos de emergência, deve ser acionada a Polícia Militar, por meio do telefone 190.
He says public debate over IUML’s 'sixth Cabinet-rank position' is being deliberately suppressed, referring to appointment of M.K. Muneer as chairperson of the Administrative Reforms Commission with Cabinet rank
French lawmakers are set to debate a bill against gender-based and sexual violence. It aims to strengthen the entire process – from reporting crimes and investigation to protection and compensation for victims. The bill also targets online sexual abuse, including non-consensual content and AI-generated deepfakes. FRANCE 24's Claire Paccalin reports.
Um total de 354 casos de violência política (um a cada 44 horas), entre 28 de outubro de 2024 e 15 de agosto de 2026, representou o mais grave período pré-eleitoral da década, aponta estudo divulgado nessa quarta-feira (30) pelas organizações de direitos humanos Terra de Direitos e Justiça Global. Para a coordenadora de incidência política da ONG Terra de Direitos, Gisele Barbieri, o cenário configura grave ameaça não apenas à vida de mandatários, mas à sustentabilidade do regime democrático e das instituições. Notícias relacionadas:Casos de violência política de gênero crescem 11 vezes em 4 anos.Um terço dos casos de violência política no RJ tem motivação de ódio.TSE retoma condenação de vereador por violência política de gênero.As mulheres foram vítimas de metade (50,6%) de todos os episódios de violência política. Elas ocupam apenas cerca de 18% das cadeiras legislativas do país, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Gisele defende uma atuação conjunta do Estado para enfrentar a situação. “Principalmente no que se refere aos casos contra mulheres, cisgêneras, transexuais e travestis que foram metade das vítimas dos episódios de violência política”, afirma. A violência física (agressões, atentados e assassinatos) tem homens como alvos em 77,2% dos casos. Já a violência simbólica (ameaças e ofensas) atingiu mais as mulheres (58,3%). Ameaças de violência sexual (31 casos) e episódios com conteúdo de conotação sexual ou comentários sobre o corpo e aparência (67 casos) tiveram 100% dos casos relacionados a mulheres. O estudo, que chegou à quarta edição, mostra que 96,3% dos episódios ocorreram contra ocupantes de cargos eletivos. “A violência política contra as mulheres é sistêmica e evidencia o quanto o nosso sistema democrático impede o acesso das mulheres aos espaços de poder e decisão”, acrescenta a pesquisadora. Segundo uma das coordenadoras da pesquisa, Franciele Petry, a violência política pode intimidar novas candidaturas. “A violência política precisa ser enfrentada porque sua reprodução impede justamente uma participação plena e efetiva de determinados grupos e corpos”. Isso inclui, na sua opinião, as mulheres, as pessoas negras , as transexuais e as pessoas LGBTQIAP+. “Não é possível afirmar que estamos em uma democracia plena se os espaços de representação não são ocupados por essa diversidade", diz Franciele. De acordo com as entidades, os números da campanha eleitoral de primeiro turno serão divulgados na próxima semana. Em 2025, ano sem eleições, houve 225 casos registrados. Violência racial Entre as mulheres vítimas de violência política, uma em cada três era preta (64 de 179 casos). Entre os homens, um em cada nove. Mulheres representaram 64 dos 84 episódios contra pessoas pretas, e onze delas eram trans ou travestis. Quatro mulheres indígenas e uma amarela também foram vítimas. Entre as vítimas, das 32 pessoas que sofreram ataques repetidos ao longo desse período pré-eleitoral, 23 foram mulheres. O levantamento ainda mostra que as quatro ameaças do período assinadas por grupos ou perfis declaradamente neonazistas ou supremacistas tiveram como alvo mulheres pretas, em quatro estados de quatro regiões diferentes: a prefeita Professora Nilda (RN) e as vereadoras Alice Carvalho (RS), Vivi Reis (PA) e Adriana Gerônimo (CE). Violência nas cidades Pelo menos 63% dos casos se concentraram na política municipal (vereadores e prefeitos), as maiores vítimas da série histórica. Ao menos 24 dos 28 episódios com intenção de matar (incluindo 10 dos 11 assassinatos e 14 dos 17 atentados registrados) ocorreram contra políticos que atuam nos municípios. “A pesquisa mostra que inclusive grupos criminosos e até mesmo policiais estão entre os responsáveis pelos atos de violência. Estamos diante de um cenário que ameaça não apenas a vida de representantes políticos, mas também o funcionamento das instituições democráticas”, afirma a diretora executiva da Justiça Global, Glaucia Marinho,. Vereadores e vereadoras correspondem a 49,6% das vítimas, com 176 dos episódios identificados. Foram registrados, em média, três episódios de violência para cada mil vereadores eleitos em 2024. Gisela Barbieri lamenta que a maior parte dos casos de violência política fique impune. “Precisamos de respostas urgentes para esses crimes, exigindo do Estado a aplicação das sanções previstas na Lei 14.192, aprovada em 2021, para prevenir, reprimir e combater a violência política contra a mulher”. Pelo menos 300 episódios (84,5%) tiveram denúncia formal ou pública, mas apenas 46 casos (13%) contam com apuração judicial ou policial em curso e somente nove deles (2,5% do total) resultaram em punição efetiva dos autores. A pesquisa indica que em 64 episódios (18,1% do total) o agressor também tinha mandato eletivo ou cargo público. Policiais e outros agentes estatais são os agressores em 29,9% dos casos. Em 52 dos episódios, as agressões ocorreram dentro do próprio local de trabalho parlamentar.
In his address in St. Peter's Square on Wednesday, Pope Leo XIV called on all parties involved in the latest episode of violence in northern Ethiopia to engage in dialogue.
Tens of thousands of workers march nationwide, as police arrest 440 students in clashes at schools.
Security force members deployed to Haiti have struggled to make progress against criminal groups as violence continues.
Purnekar was the Thane 'vibhag pramukh' or division head of the Uddhav Thackeray-led party, a Sena (UBT) leader said
A Universidade de Brasília (UnB) divulgou nota de repúdio contra “atos de violência e depredação de patrimônio público” que teriam sido praticados por um candidato de extrema direita no campus universitário. Segundo a UnB, Wilker Leão, candidato a deputado federal pelo Novo, foi preso em flagrante pela Polícia Federal, após depredar pinturas em muro do Instituto de Artes, acompanhado de apoiadores que teriam agredido estudantes no local. Notícias relacionadas:Estudante é expulso da UnB por gravar aulas e debochar de professores.Extremistas que ameaçaram estudantes da UnB suspendem ato em campus.Em nota, a universidade associa o ataque a “métodos adotados pela extrema-direita” que, além de ilegais, “são covardes, porque só se viabilizam na impossibilidade do debate qualificado”. “Por isso, a união da comunidade em defesa da Universidade é tão importante.” Leão tem sido pivô de uma série de conflitos com a comunidade universitária. Recentemente, ele foi expulso da UnB, onde cursava História, após processo disciplinar que o condenou por gravar sem consentimento professores e alunos, com o objetivo de ridicularizá-los. Em abril, acompanhado de outros militantes de direita, chegaram a convocar um ato na UnB que estimulava violência contra estudantes da instituição. Na convocação, foram feitas menções como “trocar porrada com os vermes” e “porrada nos comunistas”. Protocolo de segurança Neste domingo, Leão retornou ao campus para pintar de branco o muro do Instituto de Artes, destruindo pinturas feitas por alunos. A UnB, então, colocou em prática o protocolo de segurança previsto para esse tipo de situação. “Forças policiais foram acionadas e houve prisão em flagrante pela Polícia Federal. A Universidade está adotando todas as providências administrativas e jurídicas cabíveis para a apuração dos fatos e responsabilização dos envolvidos”, detalhou a UnB. A universidade disse se solidarizar com os estudantes agredidos durante o episódio; que prestará o apoio necessário a todos que tenham sido prejudicados; e, por fim, que “seguirá firme na defesa de sua comunidade, de seus espaços e da convivência democrática”. A Agência Brasil aguarda manifestação dos advogados de defesa do candidato sobre o ocorrido.
Student protests at an Indian university have turned violent following claims that a female student was raped on campus.
At least 27 people have been killed in two mass shootings across South Africa.