French protests: Is it game over for Macron’s centrists before elections?
The protests have further polarised the French and turned the youth into a key, angry, voting bloc.
This website’s original language is English. For translation, click the globe icon or choose Translate in the menu.
4 matching records found
The protests have further polarised the French and turned the youth into a key, angry, voting bloc.
Tens of thousands of people joined rallies across France on Tuesday to support protesting high school students, boosting a movement that poses a major challenge to President Emmanuel Macron as his term in office winds down. Some 161,500 people turned out, according to the interior ministry -- more than double the 71,500 it gave for the last nationwide demonstrations on Thursday last week. Speaking with FRANCE 24's Mark Owen, Andrew Smith, Lecturer in Liberal Arts at Queen Mary's London, says that France's youth is undergoing "a crisis of hope" which is pushing "the anger and the sense that something has to change".
Alunos, professores e pais marcharam em cidades de toda a França nesta terça-feira (6). Os manifestantes bloquearam centenas de escolas, no maior dia de mobilização de uma onda de protestos que exigem que o governo resolva o problema da falta de pessoal e das salas de aula em mau estado. Em Marselha, Nantes e Lyon, os protestos de rua começaram pacificamente no meio da manhã, com a maior manifestação prevista para Paris à tarde. Notícias relacionadas:França prevê cerca de 500 escolas fechadas nesta segunda-feira.Em protesto, estudantes franceses ateam fogo em pelo menos 2 escolas.Os jovens erguiam sinalizadores de fumaça e cartazes com frases como “Sob nossos livros escolares, raiva” e “Onde estão os políticos? Será que eles sabem que existimos?” As manifestações de hoje ocorrem após duas semanas de protestos que começaram nos subúrbios carentes de Paris antes de se espalharem por todo o país. O governo respondeu com a polícia de choque, afirmando que o movimento havia se transformado em violência urbana. A mão de um adolescente foi arrancada durante confrontos entre manifestantes do ensino médio e a polícia de choque, no norte da França, na segunda-feira (5). François-Xavier Lauch, prefeito de Pas-de-Calais, se recusou a comentar as circunstâncias exatas, afirmando que cerca de 200 a 250 manifestantes estavam atirando objetos contra a polícia. O jornal regional La Voix du Nord informou que o adolescente de 15 anos perdeu a mão e parte do antebraço após pegar uma granada de dispersão da polícia. A União dos Estudantes do Ensino Médio informou que 1.800 escolas estavam bloqueadas ou fechariam durante o dia. Algumas autoridades educacionais locais tentaram transferir as aulas para o ambiente virtual. O Ministério da Educação não divulgou os números imediatamente. “Quando a resposta é a violência, isso significa que a democracia não está mais funcionando”, disse Hugo Vetzel, um recém-formado do ensino médio em Estrasburgo, que agora está fazendo cursos preparatórios para os exames de admissão nas melhores universidades da França. “Existe uma enorme distância entre as elites e nós.” O primeiro-ministro Sébastien Lecornu determinou que seus ministros atendam às principais reivindicações dos estudantes. Entre elas estão garantir a substituição de professores ausentes, rever a duração do dia letivo, das 8h às 18h, e a necessidade de intervalos de almoço mais longos. O governo também analisará os reparos necessários nos prédios escolares antigos, disse Lecornu, que exigiu que os ministros enviassem suas primeiras propostas até o final de outubro. O Ministério do Interior da França informou que 6.100 pessoas foram presas desde o início dos protestos, sendo a esmagadora maioria delas formada por menores de idade. Mais de 1.800 pessoas estão sendo processadas, incluindo 1.483 menores, informou o Ministério da Justiça, sem especificar os crimes. Pelo menos 715 policiais e 215 adolescentes ficaram feridos nos confrontos, segundo o gabinete de Lecornu.
A movement that started nearly two weeks ago has spread, and in France young people on the streets spells trouble, writes Hugh Schofield.