South Africa: Dwindling support for ANC amid service delivery chaos
Outside the wealthy neighbourhoods, anger at lack of services like water or electricity has led many to say they won’t be voting.
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Outside the wealthy neighbourhoods, anger at lack of services like water or electricity has led many to say they won’t be voting.
Antonio Guterres's term as UN Secretary-General is coming to an end. The international organisation is looking for his replacement. Leading candidates are struggling to secure the support they need. Details from FRANCE 24's correspondent in New York, Jessica Le Masurier.
BJP spokesperson Sudhanshu Trivedi accused the Congress and its allies of choosing November 1, a date he linked to the 1984 anti-Sikh riots, for another Delhi protest to foment “anarchy”, and described Rahul Gandhi as a “failed product”
French mayors Emmanuel Gregoire of Paris and Benoit Payan of Marseille have analysed the current political crisis in France and the government's choice to impose curfews in several cities to prevent violence in upcoming protests. This comes in the wake of weekend unrest and riots.
This is President Peter Mutharika's fifth visit to South Africa this year.
Mr. Badal, talking to reporters, stated that peace prevailed and developments took place in Punjab during the SAD-BJP rule
BRS working president feels Narendra Modi looks politically vulnerable, and Congress unable to emerge as credible alternative
Jean-Emile Jammine is pleased to welcome Gökçe Tuncel, Sociologist and post-doctoral researcher associated with the Université Paris-Est Créteil (UPEC). For Tuncel, the wave of youth-led protests across France, Albania, India and Italy reveals more than a succession of localized grievances. It signals the emergence of a political consciousness shaped by material insecurity, institutional disillusionment and an increasingly explicit demand for solidarity and social justice. "What is really striking about this Gen Z movement is how clearly young people see their material conditions," Tuncel observes.
On October 25, a runoff election in #Brazil could change the political landscape of #LatinAmerica.In the first round, #FlavioBolsonaro, son of ex-president Jair #Bolsonaro, beat incumbent President Luiz Inacio #Lula da Silva by a little over two million votes.But why should you care about who will win this second round? Our journalist Vitoria Barreto explains
Embattled Negeri Sembilan chief minister Ismail Lasim has denied claims that he has resigned, as a constitutional crisis in the Malaysian state spiralled further following a move by his executive council to challenge their sacking by the state’s ruler in court. The state has been all but paralysed by a dispute that began in April over who has the right to sit on Negeri Sembilan’s throne, bringing down a state government aligned with Prime Minister Anwar Ibrahim’s ruling Pakatan Harapan (PH)...
O número absoluto de eleitores com 70 anos ou mais que foi às urnas no primeiro turno de 2026 aumentou 43% em relação a 2022. A variação foi calculada em uma análise de microdados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), realizada pelo Movimento Voto 70+ em conjunto com o centro de pesquisa Data8. Os pesquisadores apontam que esse crescimento foi responsável pelo aumento do número de eleitores que compareceram no primeiro turno de 2026, que chegou a 125,2 milhões, contra 123,7 milhões em 2022. Notícias relacionadas:Idosos superam dificuldades e ressaltam importância do voto.Abstenção de eleitores com mais de 70 anos cai 9,7 pontos percentuais.Movimento Vovó Vota defende consciência cidadã contra abstenção.O voto é facultativo para cidadãos com 70 anos ou mais, assim como para analfabetos e jovens maiores de 16 e menores de 18 anos. Antonieta da Silva Campos, 96 anos, bancária aposentada, exibe seu título de eleitor em sua casa. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil Mais da metade compareceu Nas últimas eleições gerais, havia 14,89 milhões de eleitores com 70 anos ou mais e 6,13 milhões foram votar. Já em 4 de outubro de 2026, 8,77 milhões compareceram, entre os 17,25 milhões de 70+ que estavam aptos. “É a primeira vez, desde 2014, que mais da metade desse eleitorado vota”, destaca a idealizadora do Movimento Voto 70+ e cofundadora do Data8, Cléa Klouri. Em números absolutos, os idosos com mais de 70 anos contribuíram com 2,64 milhões de votos a mais em 2026, o que representa mais que os 2,2 milhões de eleitores de Brasília, por exemplo. Por outro lado, entre os menores de 70 anos, o número de votantes caiu de 117,59 milhões em 2022 para 116,51 milhões neste ano ─ um recuo de 1,07 milhão. Isso aconteceu mesmo que o universo de eleitores aptos tenha se mantido praticamente estável: 141,56 milhões em 2022 e 141,49 milhões em 2026. Eleitorado decisivo Cléa Klouri destaca, em entrevista à Agência Brasil, que esse eleitorado ganha ainda mais importância em um pleito tão acirrado e pode decidir a eleição. “É importante dizer o poder que eles têm de mudar o ponteiro da eleição. É uma quantidade grande de pessoas e são votos que devem contribuir para que essa eleição seja democrática”. O Movimento Voto 70+ destaca ainda que a abstenção dos eleitores com 70 anos ou mais caiu 9,7 pontos percentuais nessa eleição, de 58,8% em 2022 para 49,1% no primeiro turno de 2026. Para os menores de 70 anos, o percentual subiu de 16,9% para 17,7% na comparação entre os mesmos anos. Idoso utiliza telefone celular Foto: Joédson Alves/Agência Brasil Dados regionais O Norte e o Nordeste tiveram as maiores mudanças de comportamento do eleitorado 70+ entre 2022 e 2026, segundo o levantamento. No Nordeste, a abstenção baixou de 56,7% para 45,3%, enquanto, no Norte, caiu de 59,1% para 45,5%. No Sudeste, o percentual caiu menos, de 62,9% para 53%. Mesmo assim, a região concentrou 1,15 milhão de novos eleitores 70+. Centro-Oeste e Sul tiveram reduções menores, de 6,6 pontos percentuais e 5,9 pontos percentuais, respectivamente. Mesmo assim, o Centro-Oeste continuou a ser a região com menor abstenção do eleitorado 70+, com 43,8% em 2026. Destaques estaduais De acordo com o levantamento, o Pará teve a maior queda de abstenção entre os estados, de 62,3% para 46,7%, o que representa 52% a mais de votantes. A segunda maior foi no Ceará, de 56,4% para 41,0%. Naquele estado, a alta de 46% dos que compareceram representou um acréscimo de 125 mil votantes 70+. No Sudeste, São Paulo teve 565 mil votantes nessa faixa etária a mais que em 2022, com uma alta de 42,8%. Isso equivale a quase um em cada cinco novos eleitores 70+ no Brasil. Para os avaliadores, o desafio de ampliar a participação política dos idosos continua sendo o Rio de Janeiro, que registrou a maior abstenção 70+ entre os estados. Neste ano, o não comparecimento foi de 58%, ante 66,6% em 2022. Entre as capitais, a fluminense é a que tem a maior abstenção (62,3%). No Rio Grande do Sul, a abstenção teve queda de 54,3% para 49,1%. O estado tem a maior proporção de eleitores com 70 anos ou mais do país, representando 14,5% do eleitorado.
Venezuela's government and opposition agreed on 21 October to review four laws, including the one that jails people for backing US sanctions. The post Venezuela Law Review Covers 4 Political Laws appeared first on The Rio Times.
Attending his official send-off, Arlekar says he only returned the affection shown by people of the State; he adds that he is happy that he could complete his tenure without much confrontation
A plain guide to Jamaica politics in 2026: who governs, who opposes, who commands the police and army, and how power is shared. The post Jamaica Politics Explained, Who Holds Power in 2026 appeared first on The Rio Times.
A plain guide to who holds power in Cameroon in October 2026, from President Biya to the army and opposition, and what it means for US readers. The post Cameroon Politics Explained, Who Holds Power in 2026 appeared first on The Rio Times.
Opposition leader María Corina Machado urged Venezuelans to rally nationwide today for a 2027 election date, her safe return and freedom for prisoners. The post Venezuela Opposition Calls Election Protests appeared first on The Rio Times.
Who runs Trinidad and Tobago in 2026? The prime minister, president, opposition, courts, police and Tobago's assembly, explained for American readers. The post Trinidad and Tobago Politics Explained, Who Holds Power in 2026 appeared first on The Rio Times.
Neil Bush says that he will vote for Democrat James Talarico due to reservations about Republican candidate Ken Paxton.
An Iranian performer in Tehran’s busy Tajrish Square has impersonated US President Donald Trump behind bars.
US President Donald Trump’s pivot away from Ukraine has triggered fresh questions about his attachment to Russian leader Vladimir Putin, the man a top American envoy flattered on Wednesday as a “humanitarian”. Trump has cast his dealings with Putin as part of a mega-deal that has secured the release of American detainee Stephen Hubbard – and which Trump says will end Russia’s war on Ukraine. At the same time, he has repeatedly berated Ukrainian President Volodymyr Zelensky and called for him to...
Opposition leaders also question Hardeep Singh Puri’s account of meetings with Epstein as U.S. Secretary of State Marco Rubio visits Mumbai
French President Emmanuel Macron made a surprise stop in Riyadh to meet Saudi Crown Prince during his ongoing Gulf tour.
The rise of Catalan Alliance is causing alarm among Muslims ahead of Spain's snap election in November.
Às vésperas do segundo turno das eleições gerais, dezenas de entidades representativas de servidores públicos federais divulgaram manifesto para alertar quanto à polaridade de propostas que se apresentam ao país no próximo domingo (25). Dois projetos de Estado profundamente distintos estão em disputa: um de esquerda e outro de direita. De acordo com as instituições, as consequências serão decisivas não só para o futuro do serviço público, mas também para as condições de trabalho, os direitos e a valorização de seus servidores. Notícias relacionadas:Milei lança plano para demitir 21 mil servidores na Argentina .Sociedade civil apresenta propostas aos candidatos à Presidência .Eleições: fórum de servidores públicos denuncia censura na internet.O documento, publicado nessa terça-feira (20), avalia que, de um lado, reaparecem propostas de reforma administrativa que, sob o argumento de modernizar o Estado, podem comprometer a estabilidade dos servidores, ampliar a precarização dos vínculos de trabalho e fragilizar a capacidade do Poder Público de atuar com autonomia, continuidade e independência técnica. “A estabilidade não é privilégio corporativo: constitui uma garantia institucional contra pressões políticas e econômicas. É uma condição para que o servidor exerça suas atribuições em defesa do interesse público.” O manifesto também critica a gestão do presidente argentino Javier Milei, embasada na política de redução da máquina administrativa. Decreto assinado nessa terça-feira pelo chefe do Executivo do país andino instituiu plano de demissão voluntária que pode alcançar 21 mil servidores públicos. Desde janeiro de 2023, o governo Milei fechou 77 mil vagas no serviço estatal argentino. “A experiência argentina sob a gestão de Javier Milei – marcada por severas medidas de ajuste, cortes no setor público e redução de estruturas estatais – oferece um alerta sobre os custos sociais e institucionais de políticas dessa natureza." Principais pontos O documento das entidades que atuam em áreas estratégicas do Estado brasileiro cita as perspectivas de congelamento ou redução salarial, restrições ao ingresso de novos servidores e demissões em larga escala, medidas associadas a programas de ajuste fiscal que podem comprometer a prestação de serviços essenciais. "Não se trata apenas de discutir remunerações, mas de preservar carreiras, conhecimento técnico e capacidade de resposta do Estado às necessidades da população.” As entidades de classe do serviço público também apontam como fundamental, o direito à negociação coletiva e à livre organização sindical. Para esses grupos, a interrupção dos canais de diálogo, o enfraquecimento das entidades representativas e as tentativas de restringir a atuação sindical ameaçam conquistas históricas e comprometem a construção de soluções negociadas para os conflitos entre servidores e governo. O manifesto ressalta que a experiência recente demonstra que o diálogo institucional pode produzir resultados concretos, ainda que insuficientes, para reparar integralmente as perdas acumuladas pelos servidores. “Após anos de restrições e prolongada defasagem remuneratória, o atual governo retomou os processos de negociação com as entidades representativas e promoveu reajustes salariais para o funcionalismo federal, além de reabrir espaços de interlocução sobre condições de trabalho e valorização das carreiras.” A carta também compara os modelos de gestão pública dos últimos governos. Segundo o texto, o período anterior, marcado pelo assédio institucional e moral, por conflitos com o funcionalismo e perseguição a servidores, restrições à negociação e iniciativas de reforma administrativa de caráter regressivo, deixou um legado de perdas do poder de compra, desvalorização e insegurança. “O período atual, por sua vez, restabeleceu canais de diálogo e negociação, retomou reajustes e reconheceu a importância dos servidores para o funcionamento do Estado. Embora persistam desafios, a diferença entre esses modelos é concreta: de um lado, a redução de estruturas e a compressão de direitos; de outro, a reconstrução da interlocução institucional e a recuperação, ainda parcial, da valorização do serviço público.” O manifesto também avalia que propostas de redução de gastos sociais e de cortes no orçamento federal podem comprometer políticas públicas essenciais de transferência de renda, moradia, fornecimento de medicamentos e de incentivo educacional. As entidades destacam que defender o serviço público é atuar a favor da democracia, da capacidade do Estado de formular e executar políticas públicas de os direitos da população “Neste momento decisivo, as entidades signatárias reafirmam seu compromisso com um Estado democrático, eficiente, socialmente responsável e capaz de assegurar direitos. A sociedade e os servidores públicos precisam avaliar com atenção as propostas em debate e suas consequências de longo prazo. O futuro do serviço público não é uma questão corporativa: é uma escolha sobre o país que queremos construir.” O manifesto é assinado pelas seguintes entidades de classe: Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco Nacional); Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério das Relações Exteriores (Sinditamaraty); Associação Nacional dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (Anesp); Sindicato Nacional dos Servidores do Ipea (Afipea Sindical); Sindicato Nacional dos Peritos Federais Territoriais (SINDPFA / Territorial Sindical); Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait); Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Planejamento e Orçamento (Assecor); Associação dos Diplomatas Brasileiros (ADB Sindical); Sindicato Nacional dos Auditores e Técnicos Federais de Finanças e Controle (Unacon Sindical); Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita do Brasil (Anfip); Associação Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (Anffa); Associação Nacional da Carreira de Desenvolvimento de Políticas Públicas (Andeps); Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Superintendência de Seguros Privados (Sindsusep).
France's government has survived the riots so far, but its 2027 budget faces a hostile parliament and a first vote on 3 November. What could bring it down. The post Will France’s Government Collapse Over the 2027 Budget? appeared first on The Rio Times.
Os candidatos à presidência da República cumprem agenda de campanha nesta quarta-feira (21) em Belo Horizonte, Fortaleza e São Paulo. Confira. Flávio Bolsonaro (PL) Candidato tem agenda em São Paulo pela manhã. À noite, participa de ato em Fortaleza, a partir das 19h, na Avenida do Contorno. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Candidato à reeleição participa de caminhada em Belo Horizonte (MG) a partir das 17h. A ordem de apresentação da agenda dos candidatos a presidente segue alternância diária.