Local body polls: Left parties accuse TDP-led alliance of subverting democracy in Andhra Pradesh
The alliance partners are using official machinery and police to prevent opposition candidates from filing nominations, allege CPI and CPI(M)
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The alliance partners are using official machinery and police to prevent opposition candidates from filing nominations, allege CPI and CPI(M)
Brussels, Oct. 22 (Jiji Press)--The European Parliament said Thursday that it has selected the International Criminal Court and its staff for the 2026 Sakharov Prize for Freedom of Thought, recognizing their efforts to defend human rights and democracy. The parliament lauded the ICC's efforts to investigate serious crimes, including war crimes, prosecute those responsible and hold them acco...
Burundi has commemorated the 33rd anniversary of the assassination of former President Melchior Ndadaye, with tributes to the slain leader renewing debate over the state of democracy in the country.
Deputy Secretary Barkha Tamrakar told the UN General Assembly’s Third Committee that India opposes turning “unverified allegations” into a negative characterisation, amid concerns raised by UN experts over Delhi’s youth-led protests
German Chancellor Friedrich Merz said that Russian President Vladimir Putin is seeking to not only defeat Ukraine, but to also undermine democracy in Europe and further integration. “My biggest concern is the underestimated Russian impact on our societies,” Merz said Monday in an exclusive interview with Bloomberg’s Francine Lacqua. “Russia is on the way to destabilize the entire political order of our European continent.” (Source: Bloomberg)
O domingo foi marcado por atos em defesa da democracia e da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelo Brasil, com milhares de pessoas reunidas em cidades como Rio de Janeiro e Brasília. Na capital federal, a mobilização tomou conta da Esplanada dos Ministérios pela manhã e permaneceu ao longo do dia. No Rio, à tarde, um ato musical reuniu milhares de pessoas na orla de Copacabana. O evento foi convocado pelo cantor Caetano Veloso e teve a participação de artistas como Djavan, Duda Beat, Marina Sena, entre outros. Notícias relacionadas:Lula faz campanha em MG e celebra fim da jornada 6x1.Caetano lembrou que foi preso na ditadura militar com Gilberto Gil e outros músicos. "Vários artistas sofreram. Nós estamos aqui para apresentar uma defesa da democracia contra esse tipo de coisa e resistir contra as ameaças à democracia", disse. Ato pela reeleição de Lula na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Ato pela Democracia na orla de Copacabana - Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil O cantor Djavan destacou que também é preciso defender a soberania brasileira contra ingerências externas. Para a atriz Leticia Sabatella, é preciso lutar e proteger os direitos conquistados. "De um lado a gente tem um candidato de uma família que exalta torturadores, são saudosos da ditadura e não têm um programa de Estado para o Brasil. Do outro lado, a gente tem um programa de governo que a gente já viu ser implantado com políticas sociais muito importantes." A cantora Duda Beat disse que estava bonito de ver a multidão na orla de Copacabana. "Isso aqui é a resposta que a gente vai dar. O povo unido consegue tudo. Viva a democracia!" Ato pela Democracia na orla de Copacabana - Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil O diretor de Comunicação da União Nacional dos Estudantes (UNE), Alejandro Guerrero, disse que veio do Rio Grande do Sul para participar do ato porque o país vive um momento de encruzilhada histórica. "Existem dois rumos de projeto que neste segundo turno ficam evidenciados. Um projeto que representa a democracia, a defesa da soberania nacional. Do outro lado, o entreguismo, o fascismo e a entrega das nossas riquezas para os Estados Unidos. Esse é o momento para a gente reafirmar a luta em defesa do Brasil da soberania e da democracia", afirmou o estudante. Candelária Na parte da manhã, um ato de estudantes e trabalhadores também reuniu milhares de pessoas na Praça da Candelária, no centro do Rio, em apoio à democracia e a Lula. Manifestação em apoio à reeleição do presidente Lula na Candelária - Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil O casal Bráulio Martins, de 33 anos, e Laura Guimarães, de 27 anos, compareceu à manifestação acompanhado do filho Ícaro, de 5 anos. Laura estava com um adereço de mochila maluca com vários adesivos dos programas sociais do governo Lula. "A partir de 2018, comecei a me envolver e pesquisar, e a praticar minha cidadania e descobrir as lutas que eu ia me envolver. Eu passei muito sufoco depois que minha mãe morreu em 2021. Fui beneficiária do Bolsa Família por um tempo, o que me ajudou muito a cuidar do meu filho e a empreender", disse Laura, esteticista e dona de uma clínica na área. "Quero que meu filho tenha uma vida que eu não tive. Quero que ele cresça seguro e entendendo quais são os lados, ele como uma criança de uma família que sempre lutou muito", completou. Acompanhada das amigas, a estudante de artes visuais na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Andressa da Paz, de 24 anos, contou que, no governo de Jair Bolsonaro, a universidade pública foi sucateada, não tinha papel higiênico, faltava luz, não tinha nem ventilador. A faculdade fica na Ilha do Fundão, na Ilha do Governador. "Estou esperançosa de que dia 25 de outubro, Lula vai ganhar", afirmou Andressa.
O domingo foi marcado por atos em defesa da democracia e da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelo Brasil, com milhares de pessoas reunidas em cerca de 500 cidades, entre elas Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte e Fortaleza. A estimativa é da coordenação de campanha do partido. Na capital federal, a mobilização tomou conta da Esplanada dos Ministérios pela manhã e permaneceu nas ruas ao longo do dia. No Rio, à tarde, um ato musical reuniu milhares de pessoas na orla de Copacabana. O evento foi convocado pelo cantor Caetano Veloso e teve a participação de artistas como Djavan, Duda Beat, Marina Sena, entre outros. Notícias relacionadas:Campanha de Flávio Bolsonaro realiza manifestação na Paulista.Estudantes retomam protagonismo em momento decisivo no país, diz UNE.Lula faz campanha em MG e celebra fim da jornada 6x1.Caetano lembrou que foi preso na ditadura militar com Gilberto Gil e outros músicos. "Vários artistas sofreram. Nós estamos aqui para apresentar uma defesa da democracia contra esse tipo de coisa e resistir contra as ameaças à democracia", disse. Ato pela reeleição de Lula na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Ato pela Democracia na orla de Copacabana - Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil O cantor Djavan destacou que também é preciso defender a soberania brasileira contra ingerências externas. Para a atriz Leticia Sabatella, é preciso lutar e proteger os direitos conquistados. "De um lado a gente tem um candidato de uma família que exalta torturadores, são saudosos da ditadura e não têm um programa de Estado para o Brasil. Do outro lado, a gente tem um programa de governo que a gente já viu ser implantado com políticas sociais muito importantes." A cantora Duda Beat disse que estava bonito de ver a multidão na orla de Copacabana. "Isso aqui é a resposta que a gente vai dar. O povo unido consegue tudo. Viva a democracia!" Ato pela Democracia na orla de Copacabana - Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil O diretor de Comunicação da União Nacional dos Estudantes (UNE), Alejandro Guerrero, disse que veio do Rio Grande do Sul para participar do ato porque o país vive um momento de encruzilhada histórica. "Existem dois rumos de projeto que neste segundo turno ficam evidenciados. Um projeto que representa a democracia, a defesa da soberania nacional. Do outro lado, o entreguismo, o fascismo e a entrega das nossas riquezas para os Estados Unidos. Esse é o momento para a gente reafirmar a luta em defesa do Brasil da soberania e da democracia", afirmou o estudante. Candelária Na parte da manhã, um ato de estudantes e trabalhadores também reuniu milhares de pessoas na Praça da Candelária, no centro do Rio, em apoio à democracia e a Lula. Manifestação em apoio à reeleição do presidente Lula na Candelária - Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil O casal Bráulio Martins, de 33 anos, e Laura Guimarães, de 27 anos, compareceu à manifestação acompanhado do filho Ícaro, de 5 anos. Laura estava com um adereço de mochila maluca com vários adesivos dos programas sociais do governo Lula. "A partir de 2018, comecei a me envolver e pesquisar, e a praticar minha cidadania e descobrir as lutas que eu ia me envolver. Eu passei muito sufoco depois que minha mãe morreu em 2021. Fui beneficiária do Bolsa Família por um tempo, o que me ajudou muito a cuidar do meu filho e a empreender", disse Laura, esteticista e dona de uma clínica na área. "Quero que meu filho tenha uma vida que eu não tive. Quero que ele cresça seguro e entendendo quais são os lados, ele como uma criança de uma família que sempre lutou muito", completou. Acompanhada das amigas, a estudante de artes visuais na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Andressa da Paz, de 24 anos, contou que, no governo de Jair Bolsonaro, a universidade pública foi sucateada, não tinha papel higiênico, faltava luz, não tinha nem ventilador. A faculdade fica na Ilha do Fundão, na Ilha do Governador. "Estou esperançosa de que dia 25 de outubro, Lula vai ganhar", afirmou Andressa. * Matéria atualizada para complementação de informações
ABVP members participated in the rally from Lucknow University to Gandhi Chowk in Hazratganj, against what they call as attempts to weaken democracy and democratic institutions
“No Kings, Vote Now” was the theme of a rally in Atlanta, one of many organised across the US on Saturday. While many demonstrators denounced President Donald Trump’s policies, organisers said the rally was aimed at getting out the vote in the November 3 midterm elections and protecting democracy in America.
The SIR is disenfranchising marginalised communities and advancing the Hindu nationalist project.
Addressing a press conference in Lucknow, Mr. Singh asserted that democracy does not give anyone the licence to create disorder or undermine the credibility of constitutional institutions
Hong Kong lost the chance to host a key gathering of global finance ministers 12 years ago as pro-democracy protests loomed. Now, Beijing is giving it another chance in a city where its tightening grip has made such dissent all but unthinkable.
They allege the exercise threatens democratic rights, and call for the agitation to be extended across Tamil Nadu
Um total de 55 veículos de jornalismo independente publicou nesta quarta-feira (14) um editorial em defesa da democracia, da liberdade de imprensa e contra o autoritarismo. O texto critica ataques à imprensa, defende o direito da população de ter acesso à informação de qualidade e alertam para ameaças à democracia brasileira. Notícias relacionadas:Liberdade de imprensa está em queda nas democracias, alerta RSF."Esse direito depende de um ambiente de informação íntegro, onde informações confiáveis, verificáveis e plurais possam circular livremente. O jornalismo tem papel essencial na construção desse ambiente, ao investigar casos de corrupção, abusos de poder e violações de direitos, produzindo evidências que ajudam a sociedade a compreender a realidade, cobrar responsabilidades e dar visibilidade a populações frequentemente negligenciadas", diz o editorial. As organizações fazem críticas às propostas do candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL). Segundo o editorial, durante o mandato de Jair Bolsonaro, pai de Flávio, "o jornalismo conviveu com o horror da repressão", e cita agressões verbais do então presidente aos profissionais de imprensa e intimidações. Entre 2019 e 2022, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) registrou 1.442 casos de violência contra jornalistas e ataques à imprensa, uma média anual três vezes superior à observada entre 2010 e 2018. Em 2022, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) registrou 557 alertas de violações à liberdade de imprensa, dos quais 41,6% envolveram ao menos um integrante da família Bolsonaro, conforme o editorial. Para as organizações, o atual candidato tende a repetir os ataques à imprensa e à democracia, ao colocar como prioridade a libertação do pai e anulação do julgamento ao qual foi condenado por tentativa de abolição do Estado democrático, além de anunciar que deseja fazer mudanças na Constituição caso eleito. "O fato de não ser tão verborrágico e agressivo quanto o pai não faz com que seus atos se tornem menos graves", afirmam. "Não é possível ignorar a trajetória de um grupo político que questionou a legitimidade das eleições, confrontou instituições responsáveis por fiscalizar o poder e agora pretende modificar algumas dessas mesmas instituições", acrescenta. Para os veículos, ameaças ao trabalho da imprensa "comprometem o acesso da população a informações de interesse público e enfraquecem a capacidade da sociedade de fiscalizar quem governa e exigir a responsabilização de quem viola a lei". "A população depende de uma imprensa livre para fiscalizar o poder. E uma imprensa livre depende de instituições capazes de assegurar direitos, garantir acesso a informações públicas, proteger profissionais contra intimidações e responsabilizar quem tenta impedir seu trabalho", destaca. A Agência Brasil procurou a campanha de Flávio Bolsonaro para se manifestar sobre o editorial e não houve retorno até o momento. O espaço segue aberto para manifestação. Em evento no Rio de Janeiro neste mês, Flávio Bolsonaro afirmou que irá garantir a liberdade de imprensa se eleito, pois, segundo ele, todos, cidadãos e profissionais de imprensa, têm direito a criticar o governo. A campanha do candidato acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para suspender 221 postagens de políticos, sindicatos, artistas e veículos de comunicação. A alegação é que esses perfis estariam disseminando desinformação contra a candidatura e a suspensão, conforme a campanha, não caracteriza censura.
Milhares de apoiadores lotaram as duas faixas da orla de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, em apoio à democracia e à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na tarde desta segunda-feira (12), feriado de Nossa Senhora Aparecida. A professora aposentada Clara Davidorch, de 87 anos, foi à manifestação acompanhada de duas amigas, de 85 e 82 anos. Notícias relacionadas:SBT admite erro ao atribuir à EBC falha em propaganda eleitoral.Flávio Bolsonaro participa de missa na Catedral de Brasília.Em Aparecida, Alckmin pede isenção da Justiça Eleitoral.“Vim nesse ato pelo Lula e pelas mulheres que morreram para que eu pudesse votar. Tenho dois filhos e três netos e penso no futuro deles.” Ela conta que está trabalhando nas ruas pela reeleição de Lula desde o dia 16 de agosto. “Venham votar. Estou muito otimista. A garotada nos encheu de gás”, disse a aposentada, em alusão às manifestações de estudantes em várias regiões do país. Maria da Conceição Ricardo, Clara Davidorch (ao centro) e Júlia Brant durante ato em apoio ao presidente Lula, candidato à reeleição, na praia de Copacabana. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil A estudante de pós-graduação em Gestão do Conhecimento da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Suelen Geovana, de 25 anos, veio de Campo Grande, na zona oeste, para participar do ato. “Estou aqui porque luto pela democracia, pelo acesso à educação, à saúde e à igualdade para todos. Graças ao governo Lula, pude fazer uma faculdade pública. Entrei como cotista porque venho de uma família pobre. Estou otimista. A gente vai virar”, afirmou a estudante, em referência ao resultado do primeiro turno, em que Flávio Bolsonaro (PL) teve 47,03% dos votos e Lula, 45,16%. A a estudante Suelen Geovana (centro) segura cartaz durante ato em Copacabana. Foto:Tomaz Silva/Agência Brasil A advogada Carolina Estrela, de 43 anos, levou os filhos Larissa, de 11 anos, e Davi, de 8 anos, à orla de Copacabana. “As crianças devem ser criadas dentro de um movimento de entender o que acontece na dinâmica social. Viver é um ato político. Este é um momento importante para o país, em que a gente não está apenas escolhendo um representante para chefiar nossa nação, mas também decidindo sobre direitos humanitários e a defesa da dignidade da pessoa humana.” Carolina acrescentou que não há nada mais educativo do que mostrar às crianças os dois lados. “Não quero que meus filhos cresçam num ambiente onde todo mundo pensa igual. Eu quero que eles tenham o direito de discordar. Esse é o processo democrático.” Nesta segunda-feira, também estavam previstos atos em apoio ao presidente Lula em outros pontos do estado do Rio de Janeiro: em Niterói, na Praça da Cantareira; na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão; nos Arcos da Lapa, no centro do Rio; e em Nilópolis, na Praça dos Estudantes. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil A Agência Brasil buscou informações sobre atos de campanha do candidato Flávio Bolsonaro, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria. O espaço permanece aberto para manifestações e para a divulgação da agenda de campanha no país.
Opposition presents a united front amid heavy police deployment but little interruption; Congress says 2.5 lakh people took part in the four-hour-long ‘March for Democracy’; most protesters Congress supporters who travelled from across the country
Congress workers staged a protest rally in Hubballi on October 11, demanding the resignation of Chief Election Commissioner Gyanesh Kumar over allegations of electoral malpractice and attempts to undermine democracy
The CJP protests sweeping through the country have exposed India’s hollowed-out democracy.
Rekha Gupta asserted the Party would fight resolutely against politics that spreads anarchy under the guise of democracy and challenges the public mandate
Those defending democracy are detained, while those betraying it are protected, says the DMK leader
Detentions, arrests, jails, lathis and pellets cannot deter the people of India, the Congress chief asserted
Estudantes de diversos estados fizeram atos durante a semana em defesa da candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência da República. As manifestações foram convocadas pela União Nacional dos Estudantes (UNE). A entidade declarou apoio a Lula no segundo turno das eleições. Notícias relacionadas:Estudantes fazem ato no Rio de Janeiro em defesa de voto em Lula.Brasil não será governado por sócios do Banco Master, diz Lula .Na quarta-feira (7), milhares de estudantes e trabalhadores se reuniram na Candelária, região central do Rio de Janeiro, e fizeram uma caminhada pela Avenida Rio Branco até a Cinelândia. Entre os temas defendidos estavam a educação pública gratuita e de qualidade, o fim da escala 6x1 e a manutenção da democracia. Na quinta-feira (8), houve atos em ao menos 13 estados e no Distrito Federal. Em São Paulo, estudantes se reuniram nas faculdades particulares Cásper Líbero e Mackenzie. No centro da cidade, na Praça Rooselvelt, também houve uma concentração de apoiadores. No Tocantins, os estudantes se reuniram na Universidade Federal do Tocantins (UFT) em Palmas. Ex-aluno da UFT, o jornalista Kaio Costa participou do ato e disse que a manifestação não foi apenas em apoio a Lula, mas em defesa da democracia e dos direitos básicos da população. “Se a gente for fazer uma análise sobre o que está acontecendo no mundo inteiro, a gente tem visto uma grande onda de conservadorismo e retrocesso em direitos básicos tanto das mulheres quanto de comunidades minoritárias das quais eu faço parte, porque eu sou um homem negro e LGBT, nascido no interior do Tocantins. Eu não posso me dar o luxo de só assistir a coisa acontecer”, disse. Foram realizadas manifestações em Minas Gerais, na Paraíba, no Maranhão, Piauí, na Bahia, no Mato Grosso do Sul, Sergipe, Rio Grande do Sul, Ceará, Amapá e Paraná. No Distrito Federal, o ato foi na Universidade de Brasília (UnB). A estudante de direito e integrante do Centro Acadêmico, Ada Victória Moura Leite, 18 anos, disse que a manifestação reuniu universitários, mas também pessoas da comunidade, como estudantes secundaristas. “Não podemos regredir para um Estado que não respeite os direitos humanos, que não valorize a universidade pública”, finalizou.
Erin Ogunkeye welcomes Dr. Antoine Marie, postdoctoral researcher, fellow and lecturer at Sciences Po / CEVIPOF, to explore the political psychology behind France’s student protests. Why do people witness the same events yet reach radically different conclusions about violence? Dr Marie examines how media echo chambers, partisan thinking and the politicization of empathy deepen polarization, making it easier to overlook the suffering of those perceived as political opponents. He also examines France’s increasingly offensive police doctrine, questions surrounding accountability, and the institutional incentives that may actually hinder independent investigations into police misconduct.
Inaugurating the protest, Youth Congress State vice-president Vishnu Sunil Pandalam alleged that instead of ensuring transparent elections, the Chief Election Commissioner was subverting democracy by arbitrarily cutting down votes
US Secretary of State Marco Rubio on Wednesday flexed American power and called on Europe to shake off its “long slumber” in a rousing speech delivered beneath the Acropolis in Athens. “We believe that Europe can awaken from its long slumber and rekindle the fire that was lit here millennia ago,” Rubio said in a speech attended by senior Greek officials at Pnyx hill, praising ancient Greece’s civilisation as the cradle of Western democracy. “Across this continent, we are witnessing what we hope...
An official release from Chief Electoral Officer Archana Patnaik said special camps would be conducted in the districts for the enrolment of young and first-time eligible voters, preferably on October 10
CJP says stir to continue till electoral system is ‘reformed’, urges youth to ‘book tickets to Delhi’; AISA’s Neha Bora says the protest is a fight by ‘we the people of India’ against the BJP to ‘save democracy’
Congress leader Rahul Gandhi asserted that the CEC and everyone else involved in "criminal assault on democracy" will be held accountable