Trump says he will stop using taxpayer funds for ads after bipartisan pushback
The ads, which tout Trump and his policies, could have violated US laws barring public government funds being spent on political advertising.
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The ads, which tout Trump and his policies, could have violated US laws barring public government funds being spent on political advertising.
US President Donald Trump will visit Nebraska on Monday to rally Republicans and promote his economic record, taking his message of new investment and manufacturing to a state where farmers and truckers face sharply higher diesel prices and voters worry about inflation. His stop in the city of Grand Island is part of Trump's 32-day sprint to the November 3 midterm elections, a campaign in which he is spending considerable time in Republican strongholds. Trump has urged Republicans to “pretend” he is on the ballot, arguing that voters should view the midterms as a referendum on his administration and economic record. France 24's Fraser Jackson has more.
The reference to India appeared to be a possible mix-up with Brazil. Brazil held the first round of its presidential election on Sunday, with 125.27 million valid votes recorded, according to the country's electoral authority.
For American and Chinese people interested in the outcome of the latest summit between China’s President Xi Jinping and US President Donald Trump, their conclusions could not be more different if they turn to the media and pundits for guidance. Chinese state media spared no superlative, echoing the official description of the summit as: forging the right way for the major powers to get along and writing a new chapter in ties. It played up the fact that Trump gave Xi the highest-level reception...
Taipei’s dilemma over its history during World War II appeared to deepen as Beijing and Washington looked to the Flying Tigers as a source of connection and goodwill during last month’s Xi–Trump summit. US President Donald Trump’s description of China as an American ally during the war has raised concerns in Taiwan that what could have been a valuable historical connection with the United States ended up benefiting Beijing’s ties with Washington. The dilemma resurfaced after Trump and Chinese...
US president tells a rally in Ohio that he believes there will be a 'big surprise' in the upcoming elections.
Lawsuit alleges NHTSA contravenes its congressional mandate to set fuel-economy standards at 'maximum feasible' .
A meeting next month between the leaders of the world’s three biggest nuclear powers is possible but hinges on the three sides finding common ground and setting realistic expectations about outcomes, according to analysts. National Day congratulations from Moscow to Beijing on Thursday fanned speculation that the leaders of China, Russia and the United States could meet at the Apec summit in Shenzhen next month. In a letter to Chinese President Xi Jinping on Thursday, Russian President Vladimir...
In a series of campaign-style rallies, Trump seeks to boost Republican odds amid Iran war and rising fuel costs.
The case is the latest dispute over US President Donald Trump’s sweeping immigration crackdown.
In a Time interview, Trump avoids directly endorsing Netanyahu but defends him over reported October 7 warnings.
Autoridades bolivianas prenderam, na noite dessa quarta-feira (30), o procurador-geral da República do país, Roger Mariaca. Ele atuava em investigação contra o operador digital argentino Fernando Cerimedo, que é acusado de tentativa de feminicídio, enriquecimento ilícito e tráfico de drogas. Ex-assessor dos presidentes da Bolívia, Rodrigo Paz, e da Argentina, Javier Milei, Cerimedo é ligado a grupos de direita na América Latina apoiados por Donald Trump. Ele também é próximo da família Bolsonaro e ficou conhecido no Brasil em 2022, quando participou da campanha para desacreditar o sistema eleitoral brasileiro. Notícias relacionadas:EUA destinam US$ 1 milhão para campanha contra STF, diz revista.EUA tiram visto de procurador que investiga ex-assessor de Milei.Autorregulação da IA de Trump é carta branca a big tech, diz professor.Além do chefe do Ministério Público da Bolívia, a polícia prendeu, até a manhã desta quinta-feira (1º), outras 13 autoridades do país sob acusações tráfico de drogas e organização criminosa, incluindo o ex-ministro do governo anterior, Eduardo Del Castillo, e o procurador do departamento de Santa Cruz, Alberto Zeballos. Zeballos e Mariaca estavam na lista de bolivianos que tiveram os vistos para entrada nos Estados Unidos (EUA) revogados pela administração de Donald Trump, na última segunda-feira (28). Ambos foram acusados por Washington de corrupção ou narcotráfico, sem que fossem apresentadas provas. Após as prisões, uma transmissão online ao vivo pelas redes sociais do Ministério Público boliviano denunciou o “sequestro” de Mariaca e Zeballos sem mandado judicial. “O procurador-geral do Estado foi retido no Aeroporto de Viru Viru de maneira informal, sem qualquer documento ou ordem de prisão que pudesse esclarecer a razão dessas ações policiais ilegais que vêm ocorrendo em nosso país”, informou uma servidora não identificada em meio a policiais mascados. Acusações O ministro do governo boliviano de Rodrigo Paz, Marco Antonio Oviedo, acusou o procurador-geral Roger Mariaca de liderar uma organização criminosa ligado ao tráfico de drogas. “Foi desmantelada uma organização criminosa infiltrada no sistema de Justiça e na administração de uma instituição muito importante do nosso país — o Ministério Público —, a qual, sob a liderança de Roger Mariaca, transformou-se em uma organização criminosa voltada a proteger e incentivar o narcoterrorismo no país”, informou. O ministro ainda divulgou imagens de policiais retirando diversos pacotes com dinheiro de um fundo falso de um veículo apontado como tendo relação com a residência de Mariaca. Oviedo ainda vinculou o grupo aos protestos que paralisaram a Bolívia por mais de 50 dias entre maio e junho deste ano que pediam a renúncia de Paz. Nomeado pelo governo anterior O procurador Roger Mariaca foi eleito pelo parlamento boliviano, em 2024, durante o governo de esquerda de Luiz Arce. Ele deveria cumprir um mandato de seis anos. Após as acusações do governo Trump contra ele, o Congresso da Bolívia convocou uma sessão para o próximo dia 5 de outubro para discutir a situação do Ministério Público. Após ter o visto cancelado pelos EUA, o então procurador-geral Roger Mariaca sugeriu que a medida era uma retaliação pelas investigações que conduz, em especial, do caso Cerimedo. “Sabemos também que algumas investigações têm implicações que transcendem as fronteiras nacionais. O caso denominado Cerimedo, por exemplo, gerou preocupações e repercussões em diferentes âmbitos políticos”, afirmou o procurador agora preso. A defesa de Cerimedo nega as acusações alegando que o cliente é vítima de uma armação política. O operador digital de lideranças latino-americanas foi apontado pela revista inglesa The Economist como “o homem do Maga na América Latina”, em alusão ao slogan político do presidente Donald Trump, Make America Great Again (Faça a América Grande de Novo). Motivação política e narcotráfico Especialista em política dos EUA para América Latina, a professora em relações internacionais Camila Vidal, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), destacou à Agência Brasil que a ação contra as autoridades bolivianas, com o apoio do governo dos EUA, teve objetivo político. “De modo geral, o combate às drogas por parte dos EUA na América Latina é e sempre foi político. Você ter a retirada de visto de um procurador que, coincidentemente, estava justamente analisando toda a rede da extrema-direita na região nos indica muito sobre a dimensão política desse tipo de ação dos EUA”, disse. Ela acrescentou que o interesse dos EUA nunca foi de combater o narcotráfico na região. “Os EUA hoje vivem uma epidemia absurda de opioides que, até pouco tempo atrás, foi mais promovida por empresas farmacêuticas estadunidenses. Portanto, o objetivo não é combater o tráfico, é desestabilizar forças contrárias aos interesses econômicos, simbólicos e estratégicos dos EUA na América Latina”, acrescentou Vidal. O especialista em política boliviana, professor Salvador Schavelzon, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), ponderou que não tem elementos para avaliar a legalidade da operação boliviana, ou dos supostos indícios contra Mariaca. Entretanto, lembra que o narcotráfico no país estaria infiltrado em diversas instituições. “O Poder, ao mesmo tempo, está conectado com o narcotráfico e joga na tentativa de se mostrar na luta contra o mesmo. Isso é uma constante desde a década de 1970 em áreas como o Poder Judiciário, alfândega, poder político e poder policial. O narcotráfico percorre a sociedade com todos os setores”, comentou Schavelzon. Procurador na mira dos EUA Ao anunciar a restrição aos vistos de autoridades da Bolívia, Peru, Equador e Colômbia, o governo Trump informou que a ação teve o objetivo de apoiar os aliados da Casa Branca. “O Departamento de Estado está tomando medidas imediatas para impor restrições de visto sob esta política, em apoio aos demais participantes do Escudo das Américas”, diz documento desta semana. O Escudo das Américas, liderado pelo governo Trump, reúne 14 países latino-americanos, tendo sido criado para, supostamente, combater os cartéis. Por outro lado, especialistas apontam interesse econômico na iniciativa para barrar a influência da China na região. Questionado se a operação contra o procurador-geral nomeado no governo anterior teve participação dos EUA, o ministro do atual governo, Marco Antonio Oviedo, disse que a ação foi conduzida pela política local, mas com apoio de outros países. “Devo agradecer pela cooperação do governo americano que, por meio das suas agências, cooperam na luta contra o narcoterrorismo. O mesmo com os países da União Europeia e o mesmo com os países vizinhos com os quais temos fronteiras”, respondeu. Caso Cerimedo O operador digital de líderes da direita latino-americana, o argentino Fernando Cerimedo, foi preso na Bolívia, em agosto deste ano, acusado de tentativa de feminicídio contra a ex-companheira Nadia Beller, sendo investigado também por tráfico de drogas e enriquecimento ilícito. No Brasil, o argentino se tornou conhecido em 2022 por ter participado de transmissão ao vivo na internet, na qual sustentava, sem provas, que o resultado das eleições presidenciais no Brasil tinha sido fraudado. Em fevereiro de 2026, o marketeiro digital ganhou o prêmio de “consultor político hispânico do ano”, da organização Latino Wall Street, em cerimônia realizada na residência do presidente dos EUA, Donald Trump, em Mar-a-Lago, na Flórida. Cerimedo recebeu o prêmio das mãos do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, condenado por coação no curso de processo judicial por ter articulado, junto à Casa Branca, o tarifaço contra o Brasil para evitar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. Durante as investigações contra Cerimedo, foi encontrada uma "fazenda de cliques" em um endereço ligado ao argentino, na Bolívia, usada para mobilizar robôs nas redes sociais.
President Donald Trump said former Federal Reserve Chair Jerome Powell “should be forced to resign” from the Fed’s Board of Governors over findings the central bank mismanaged the renovation of its headquarters. Rachel Schilke of Bloomberg Government has more. (Source: Bloomberg)
The US$100,000 H-1B visa fee was blocked on 30 September 2026 by a federal judge in California, the second US court to rule against President Trump's charge. The post H-1B Visa Fee: US Judge Blocks Trump’s US$100,000 Charge on New Hires appeared first on The Rio Times.
After months of wait-and-watch, India is calling out differences with Trump head on as domestic pressure mounts.
The Federal Reserve's watchdog on Wednesday found no grounds for a criminal referral over a roughly $1 billion cost overrun on renovations to the central bank's Washington buildings, while faulting project oversight. The findings prompted President Donald Trump to renew his call for former Fed chief Jerome Powell to resign.
US President Donald Trump said on Wednesday that he discussed the release of political prisoners in China with his counterpart, Xi Jinping, in Washington last week. “We talked, and I think we had some very, very important discussions. Hopefully fruitful discussions,” Trump told reporters in the White House. Families had stepped up pressure on the Trump administration to push Beijing to release their loved ones ahead of Xi’s three-day state visit. Trump was asked whether he had raised the cases...
Series of publicly-funded television spots have been criticised by Republicans and Democrats as self-promotion by Trump.
Os Estados Unidos (EUA) retiraram o visto de 26 autoridades latino-americanas do Peru, da Colômbia, Equador e Bolívia. Entre eles, o do procurador-geral da Bolívia, Roger Mariaca, responsável pela investigação contra o argentino Fernando Cerimedo, operador digital de presidentes aliados de Donald Trump na América Latina. Cerimedo foi preso por suposta tentativa de feminicídio contra a ex-companheira Nadia Beller e investigado por suposto tráfico de drogas e enriquecimento ilícito. Ele também foi responsável por assessorar, no ambiente digital, os presidentes da Argentina, Javier Milei, e da Bolívia, Rodrigo Paz. Notícias relacionadas:Ativista pede transparência em investigação de atentado na Bolívia.Entenda como “fazenda de cliques” pode influenciar debates em eleição.No Brasil, o argentino se tornou conhecido em 2022, logo após o segundo turno das eleições presidenciais, por ter participado de transmissão ao vivo na internet, na qual sustentava, sem provas, que o resultado das urnas tinha sido fraudado. Ele é apontado pela revista inglesa The Economist como “o homem do Maga na América Latina”, em alusão ao slogan político do presidente Donald Trump, Make America Great Again (Faça a América Grande de Novo). Em resposta à Casa Branca, o procurador-geral boliviano Roger Mariaca classificou a restrição a seu visto como uma violação à soberania do país e citou o caso Cerimedo. “Sabemos também que algumas investigações têm implicações que transcendem as fronteiras nacionais. O caso denominado Cerimedo, por exemplo, gerou preocupações e repercussões em diferentes âmbitos políticos”, afirmou Mariaca. Eleito pelo parlamento boliviano, em 2024, para um mandato de seis anos, o procurador-geral acrescentou que “nenhuma pressão política, nacional ou internacional pode se transformar em um impedimento para esclarecer questões que devem ser investigadas”. Cerimedo é investigado por operar uma rede digital para políticos de direita na América Latina. A polícia boliviana encontrou uma “fazenda de cliques” em um endereço ligado ao investigado usada para mobilizar robôs nas redes sociais. Casa Branca O Departamento de Estado dos EUA, liderado pelo secretário Marco Rubio, justificou o cancelamento dos vistos como uma medida tomada para apoiar os demais participantes do Escudo das Américas, iniciativa liderada por Trump em parceria com aliados da América Latina para, supostamente, combater os cartéis de drogas na região. Entre os atingidos estão empresários, juízes, ex-ministros de Estado, advogados, policiais - e familiares - sob acusação, sem provas, de corrupção ou atividades de narcotráfico. “Essa política restringe vistos para estrangeiros – e seus familiares imediatos – que prejudicam um governo democraticamente eleito por meio de corrupção ou atividades de narcotráfico em nossa região”, diz comunicado do Departamento de Estado dos EUA liderado por Marco Rúbio. Ainda segundo o governo Trump, o procurador-geral da República da Bolívia, Roger Mariaca, teve o visto de entrada nos EUA cancelado por “seu envolvimento em corrupção significativa”. “[Mariaca] abusou de seus cargos públicos ao solicitar e aceitar subornos para facilitar o narcotráfico e ajudar criminosos violentos a escapar da Justiça”, acusou o Departamento estadunidense sem apresentar provas. O procurador-geral boliviano Roger Mariaca respondeu que não aceitará que decisões externas, “sejam políticas ou de qualquer outra natureza”, condicionem as investigações das instituições bolivianas. “O povo boliviano tem direito a conhecer a veracidade das denúncias que foram apresentadas, incluindo aquelas relacionadas com ameaças de corrupção relacionadas aos combustíveis”, rebateu o procurador-geral boliviano. Governo Paz O governo de Rodrigo Paz afirmou que pedirá mais informações ao governo Donald Trump sobre as acusações dos EUA antes de iniciar uma investigação interna. “As declarações e acusações dos Estados Unidos são bastante sérias, e o governo as encara com a máxima seriedade”, afirmou o ministro da Defesa, Ernesto Justiniano. O porta-voz da Presidência da Bolívia, Fernando Aramayo Carrasco, disse que o governo local responderá a decisões soberanas dos EUA sobre cancelamento de vistos. “Vamos prestar toda a colaboração, para que se adiantem as investigações e as ações que correspondem à institucionalidade boliviana", disse. Maga na América Latina Em fevereiro de 2026, o marketeiro digital Fernando Cerimedo ganhou o prêmio de “consultor político hispânico do ano”, da organização Latino Wall Street, em cerimônia realizada na residência do presidente dos EUA, Donald Trump, em Mar-a-Lago, na Flórida. Cerimedo recebeu o prêmio das mãos do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, condenado por coação no curso de processo judicial por ter articulado, junto à Casa Branca, o tarifaço contra o Brasil para evitar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. Jair Bolsonaro, pai de Eduardo, foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a mais de 27 anos de cadeia por tentativa de golpe de Estado. O empresário e consultor político da direita latino-americana foi preso na Bolívia por tentativa de feminicídio a tiros contra a ativista e advogada boliviana Nadia Beller, que o acusa de ser o mandante do atentado. A defesa de Cerimedo nega que ele esteja envolvido no caso, alegando que o cliente é vítima de uma armação política.
‘We agreed to maintain close engagement to take our Comprehensive Global Strategic Partnership forward’, said Narendra Modi in a post on X
US president's comments came after he was asked why North Korea can have nuclear weapons when Iran cannot.
US President Trump rejects a news report claiming his administration offered Iran sanctions relief and frozen funds.
The US president has reportedly threatened to resume strikes on Iran.
Experts say Trump sees economic sanctions as key to extracting more concessions but he risks losing leverage.
US President Donald Trump has sought to play down exchanges with his Chinese counterpart Xi Jinping on Taiwan independence, saying on Saturday that they touched on the subject only briefly. “We didn’t talk about it too much. Right now, it’s fine. It’s just moving along,” Trump said. “We didn’t spend a lot of time talking about Taiwan. He understands very much how I feel.” During the summit in Washington last week, Xi pressed Trump to take an explicit position against Taiwan independence – a...