Trump gives top US science awards to Elon Musk and other tech executives
The National Medal of Science is annually given to scientists and engineers for major contributions in their fields.
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The National Medal of Science is annually given to scientists and engineers for major contributions in their fields.
President Donald Trump will present close ally Elon Musk and other tech bosses with the top US scientific award at a ceremony on Thursday, the White House said. Google co-founder Sergei Brin, Nvidia CEO Jensen Huang and AMD chief Lisa Su will also receive the National Medal of Science at the “Science: A New Golden Age” summit. Computer mogul Michael Dell and Microsoft CEO Satya Nadella will get the National Medal of Technology and Innovation, the top award in its field. “The Trump administration...
We have put together stories from our coverage on science from the past two weeks to help you stay informed. If you would like to see more of our reporting, please consider subscribing. 1. Chinese researchers say missile lidar model can spot US F-35 at up to 61.5km A computer simulation developed by Chinese researchers suggests that a missile-borne system with the latest light detection and ranging system, or lidar, could detect and track an F-35 stealth fighter at up to 61.5km (38 miles) at...
Para 41% dos brasileiros, as mudanças climáticas são a maior ameaça para o futuro. Esse é um dos resultados apresentados nesta semana por uma pesquisa inédita do Instituto Oyá, em parceria com a Ipsos. Sob o título Termômetro do Brasil, o levantamento mostra a preocupação das pessoas para si mesmas e para suas famílias. Notícias relacionadas:Prêmio reconhece pesquisas brasileiras sobre mudanças climáticas .Mudanças climáticas figuram como crise de saúde pública, diz Padilha.O tema supera inclusive outros temas relevantes, como: perda de emprego (32%); retrocesso na democracia (32%); deterioração da saúde (31%); escassez de alimentos (30%); pandemia (24%). O estudo ouviu 2 mil pessoas. No entanto, quando esse grupo é questionado a respeito das principais preocupações no momento, o tema das mudanças climáticas vai para o nono lugar (com 14%). As ameaças ao meio ambiente estão em décimo (10%). Esses números fazem com que o Brasil ocupe a 20ª colocação entre os mais preocupados. Desinformação De acordo com a diretora executiva do Instituto Oya, Camila Kamilo, um dos dados que mais a surpreenderam é que, em média, 78% das pessoas não sabiam diferenciar notícias falsas das verdadeiras, inclusive sobre eventos climáticos extremos. Um dado preocupante no atual contexto eleitoral no Brasil. Ela explica que, a partir de um experimento social cego, ficou demonstrado que os brasileiros aceitam como verdadeiras fake news de forte apelo emocional. Nesse contexto, 81% temem o uso de deepfakes e tecnologias de inteligência artificial para manipulação de imagem e voz. “Algo que nos deixou bem preocupadas é que 67% dos brasileiros confiam na tecnologia, enquanto 65% desconfiam dos governos”, afirma a diretora do instituto. Segundo a diretora, a deterioração da confiança do brasileiro é considerada um motivo de atenção em um momento de incertezas. “[Isso] faz com que as pessoas, literalmente, aceitem qualquer coisa como verdade. E isso ocorre, não só num contexto de crise climática, mas também de desafios sociais, econômicos e ecológicos.” Engajamento Camila Kamilo observa que o engajamento social, sobre clima inclusive, tem ocorrido mais pelas redes sociais, de forma distante fisicamente, do que de forma ativa e presencial. Para a pesquisadora, é necessário que o país adote políticas públicas e novos modelos de comunicação para garantir a veracidade das informações que circulam socialmente. “O brasileiro não é negacionista na sua maioria. Ele está desinformado.” ONGs e envolvimento partidário Outra observação que a pesquisadora cita é que, apesar de desconfianças nas instituições, 45% dos brasileiros acreditam nas organizações não governamentais. “Mais do que nunca é importante a gente fortalecer as nossas organizações da sociedade civil, incluindo a imprensa como difusão de informações checadas”, exemplifica. Outro dado destacado é que o eleitor brasileiro se mostra afastado do engajamento partidário tradicional. No total, 39% descartam atuar em campanhas ou partidos, e 33% rejeitam protestos de rua.
A remote-sensing camera aboard the Tiangong space station, developed by the Hong Kong University of Science and Technology, has released its first images of the city ahead of the 77th anniversary of the founding of the People’s Republic of China. HKUST on Thursday published a series of videos and photos captured by the MUSICO camera, saying they showcased the major achievements of the Hong Kong research team’s participation in China’s space programme. The images were captured by MUSICO’s four...
Tokyo, Sept. 29 (Jiji Press)--The Japan Agency for Marine-Earth Science and Technology, or JAMSTEC, said Tuesday it will take delivery of a new Arctic research vessel, Mirai II, on Dec. 18. The delivery ceremony for the 13,000-ton icebreaker will take place at shipbuilder Japan Marine United Corp.'s Isogo plant in Yokohama, Kanagawa Prefecture, south of Tokyo, JAMSTEC said. After shakedo...
China has produced an electron beam using a cutting-edge electron gun, taking a step towards building a “super microscope” that could help drive breakthroughs in everything from Alzheimer’s research to advanced microchips. The Hefei Advanced Light Facility (HALF) in central China’s Anhui province fired its first electron beam on September 20. Bunches of electrons generated by the gun were accelerated by a 192-metre (630-foot) linear accelerator until they reached 2.2 billion electron volts,...
The programme was organised jointly by the Karnataka State Chapter of the Indian Radiological and Imaging Association (IRIA) and the Department of Radiology, Mahadevappa Rampure Medical College, managed by the Hyderabad Karnataka Education Society.
O ensino de um conjunto de disciplinas conhecidas como Stem (ciência, tecnologia, engenharia e matemática, na sigla em inglês) requer formação constante de professores, para além dos investimentos necessários em infraestrutura. A avaliação é defendida pelos autores do Panorama da Educação Stem no Brasil. O levantamento faz uma análise de como ciência, tecnologia, engenharia e matemática estão sendo incorporadas à educação básica brasileira. Notícias relacionadas:Andes lança documentário sobre a importância da educação e ciência .Analfabetismo entre jovens e adultos com deficiência é 12 vezes maior.Físico Luiz Davidovich vence prêmio da Academia Mundial de Ciências.Os pesquisadores buscaram informações de seis capitais: Manaus, Belém, João Pessoa, Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba. O levantamento é organizado pela Fundação Carlos Chagas, instituição sem fins lucrativos que atua na área de concursos públicos e pesquisas educacionais, em parceria com o British Council, entidade do Reino Unido voltada a relações culturais e oportunidades educacionais. A pesquisadora Sandra Unbehaum, coordenadora do estudo, enfatiza que, para o ensino de Stem, não basta infraestrutura, como computador nas escolas. “É preciso investir na formação de profissionais de um modo profundo e constante”, diz à Agência Brasil. Ela ressalta que a formação dos professores precisa ser vista como “parte do trabalho” deles, algo que fazem dentro da jornada. A pesquisadora contextualiza que muitos professores no país vivenciam a realidade de “atuar em mais de uma escola ou ter número excessivo de turmas e alunos”. “A formação não pode ser pontual, não pode ser somente para professores que conseguem articular o seu tempo de trabalho e de formação”, defende. Ela inclui a necessidade de a capacitação não ser exclusivamente a distância. “É importante, mas eu entendo que formação aprofundada se dá também na troca presencial”. Acesso para evitar desigualdade Outro ponto destacado pela pesquisadora é que a infraestrutura necessária para o ensino de Stem, como computadores, equipamentos tecnológicos, acesso à internet e suporte técnico, seja igual entre as diversas regiões do país, para evitar desigualdades. “A falta de acesso adequado a toda tecnologia hoje disponível, que deveria ser democraticamente disponível para todos, vai contribuir para uma desigualdade educacional. Isso ainda é um desafio muito grande”. Sandra Unbehaum ressalta que a educação Stem tem “papel estruturante” na formação básica. “Pode redefinir a forma como o conhecimento é construído, deixando de ser um comportamento passivo e individual para se tornar uma aprendizagem investigativa e aplicável”. Ela aponta que esse conhecimento é fundamental para preparar os estudantes brasileiros para os desafios atuais, como a era da inteligência artificial (IA) e a busca de soluções para a questão climática. “Em relação à IA, uma abordagem Stem deve contribuir para o desenvolvimento de um pensamento crítico, questionador, de maneira a propiciar um uso responsável”, defende. Ela acrescenta que o ensino de ciência, tecnologia, engenharia e matemática nas escolas precisa ser integrado, sem que sejam “gavetas separadas”. Desafios Ao longo das 170 páginas do relatório, os pesquisadores citam desafios encontrados, como o reconhecimento, por parte dos próprios professores, de “certa resistência às tecnologias”. Falta de conhecimento técnico e insegurança estão entre as hipóteses mencionadas. Em Manaus, por exemplo, foi apresentada a dificuldade de ter professores com licenciaturas específicas, fazendo com que o professor de educação física dê aula de ciências, ou o professor de ciências dê aula de matemática. “São situações pontuais, mas que acontecem”, escreve o panorama. Em Curitiba, foi encontrada elevada taxa de rotatividade docente nos anos finais, que leva a “sequelas”, como “fratura a um trabalho contínuo e coletivamente construído no interior da escola.” Boas práticas Os pesquisadores destacaram boas práticas encontradas nas seis capitais analisadas: Manaus: jogos de tabuleiro e dinâmicas sem dispositivos eletrônicos, ou seja, “desplugadas”, para ensinar lógica de programação e pensamento computacional. Indo além, Centros de Tecnologias Educacionais promovem a inclusão de escolas ribeirinhas com conexão via satélite. Belém: desenvolvimento de óculos de realidade virtual de baixo custo feitos com fibra de miriti (matéria-prima tradicional da região) para apoiar o ensino de geometria, aliando cultura local e tecnologia. João Pessoa: forte investimento em infraestrutura e conectividade, além de “imersões tecnológicas”, nas quais professores passam por períodos intensivos aprendendo a integrar tecnologia às aulas. São Paulo: formadores de Tecnologia para Aprendizagem como multiplicadores nas diretorias de ensino e desenvolvimento de iniciativas em parceria com instituições externas, entre elas a Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, para implementação do Programa de Aprendizagem Construcionista. Curitiba: aplicação do conceito de Cidade Educadora por meio dos Faróis do Saber, adaptados como espaços maker (aprender fazendo) com impressoras 3D e cortadoras a laser, além da criação do Farol Móvel para circular com recursos tecnológicos pelas salas de aula. Rio de Janeiro Na capital fluminense, foram destacados os Ginásios Educacionais Tecnológicos (GET), iniciativa criada em 2022 que transforma escolas em espaços vocacionados com abordagem interdisciplinar entre matérias. A rede municipal de ensino da cidade conta com 317 GETs e espera chegar a 350 até o fim do ano, atendendo a 150 mil estudantes. A professora de história Vanini Bernardes Costa de Lima dá aulas no GET Ceará, no bairro de Inhaúma, zona norte carioca. Ela conta que o foco do ensino na unidade é a integração das matérias Stem e também artes, alterando a sigla para Steam. Vanini apresenta o exemplo do “colaboratório”, um laboratório maker equipado com impressoras 3D, placas de robótica, óculos de realidade virtual, máquinas de corte e computadores. “Neste espaço, nossos alunos e alunas resolvem problemas reais de forma colaborativa, integrando esses diversos saberes”, diz ela à Agência Brasil. Ela acrescenta que o investimento em profissionais qualificados e recursos permite que “cada estudante desenvolva potencialidades que, antes, ficavam ocultas em modelos tradicionais”. A professora aponta ainda que a metodologia de ensino incentiva a participação das meninas nas áreas Steam. “As alunas têm espaço e escuta. Acredito que esta política as incentiva a perceber que podem e devem ocupar os lugares que quiserem”, conclui. Além da teoria Manuela Calixto de Lira Bernardo Abreu, de 15 anos, é estudante do 9º ano na unidade. Ela considera que a tecnologia empregada no GET a faz ter mais interesse pelas aulas e não deixa os alunos “só na teoria”. “Temos a oportunidade de pesquisar, criar projetos e usar ferramentas diferentes. Eu gosto bastante da modelagem 3D, por exemplo, porque podemos transformar uma ideia em algo que conseguimos visualizar e desenvolver”, cita. Para ela, o ensino Steam ganha cada vez mais importância em um mundo permeado pela IA. “Acho que precisamos aprender a entender e usar essas tecnologias, e não apenas consumir o que elas oferecem”, diz a estudante. O secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro, Hugo Nepomuceno, sustenta que os GETs fornecem protagonismo estudantil e “mão na massa”. “Os estudantes têm a oportunidade de desenvolver projetos interdisciplinares que vão além do livro didático”, pontua. À Agência Brasil, ele destaca que os GETs provocam impacto direto no entorno escolar. “A proposta é aproximar tecnologia e conhecimento do cotidiano das famílias e fortalecer a relação das escolas com seus territórios."
Chinese researchers have showed a handheld quantum magnetometer built for hunting submarines in a striking real-world test: it tracked a subway train rumbling beneath a city street. The device, developed by Peng Xinhua and colleagues at the University of Science and Technology of China, is described in a study published on September 14 in Acta Physica Sinica. Though it is scarcely larger than a pencil and draws only 5 watts of power, it can isolate the magnetic disturbance caused by a moving...
O Ministério da Saúde (MS) protocolou nesta quinta-feira (24) o pedido à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) de inclusão das canetas emagrecedoras (GLP-1) no rol de medicamentos ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A pasta argumentou que o número de pacientes com obesidade cresceu de 11,8%, em 2006, para 25,7%, em 2024. Esse aumento demandaria uma necessidade de acompanhamento e tratamento por longos períodos, com impactos na redução da mortalidade, qualidade de vida dos pacientes e também nos gastos do sistema de saúde. Notícias relacionadas:Anvisa alerta para venda irregular de tirzepatida em pó na internet .SUS vai ofertar canetas emagrecedoras para pacientes com obesidade.Canetas emagrecedoras: uso sem supervisão pode causar perda muscular.O tratamento da obesidade a longo prazo com canetas emagrecedoras e o preparo dos sistemas de saúde para fazê-lo têm amparo em diretriz da Organização Mundial da Saúde (OMS). A organização entende que, sem políticas deliberadas, o acesso a essas terapias pode exacerbar as disparidades de saúde existentes. O ministério também destacou que, com a ampliação de concorrência, houve uma redução de 70% nos custos desse medicamento no Brasil em menos de um ano. Em agosto, a Conitec havia rejeitado a inclusão desse tipo de produto justificando o alto impacto financeiro. Mas, segundo o MS, o cenário mudou. “Até o momento, 25 canetas emagrecedoras já foram registradas no país, sendo 14 delas em 2026, fruto direto da estratégia de fomento do Ministério e da Anvisa, incluindo versões produzidas nacionalmente e medicamentos genéricos. E novos registros ainda são esperados. A ampliação da concorrência fez do Brasil o país com a maior variedade do produto no mundo e derrubou os preços no varejo”, afirmou, em nota. Ainda segundo o ministério, uma eventual incorporação do medicamento no SUS virá acompanhada de critérios para acesso ao tratamento com GLP-1. A utilização se dará em pacientes em que o controle da obesidade possa produzir benefícios relevantes para a saúde e reduzir complicações ou a necessidade de procedimentos de maior complexidade. Em agenda com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na semana passada, em Minas Gerais, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, havia abordado o tema. Ao falar da recente redução de custos desse medicamento, afirmou que as canetas emagrecedoras serão usadas “de forma responsável” no SUS. “O que estava custando R$ 1,7 mil, R$ 2 mil, já está entre R$ 300 e R$ 400 na farmácia, aumentando o acesso. Isso já ajuda muita gente. Mas a gente quer uma outra coisa: colocar essa medicação no SUS como um direito. E vamos fazer isso de forma responsável.” Conitec A Conitec foi criada em 2011 e é o órgão responsável pela constituição ou alteração de protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas de saúde. Após consulta pública, as contribuições são organizadas e inseridas nos relatórios técnicos para análise dos membros do colegiado, que emitem a recomendação final sobre o medicamento ou tecnologia avaliado.
Hong Kong’s first five-year plan gives its universities an opportunity to show what their research can do for the city. Its ambitions for technology, regional development and international cooperation depend on decisions about institutions and people’s lives. Social scientists should help shape those decisions from the outset. The blueprint explicitly addresses public governance, including civil service performance, departmental coordination and digital administration. It also provides for...
The Chancellor highlighted the need to tap into the potential of a large number of young populations for the growth of the country
VIT has formed a quantum faculty cluster covering quantum devices, materials, sensing, algorithms, post-quantum cryptography and applications, says Vice-Chancellor
Iniciativas desenvolvidas por professores e estudantes de escolas em diferentes regiões do Brasil têm transformado materiais descartados em novos recursos e produtos que ajudam a resolver problemas locais. A 4ª edição do Prêmio Escolas Sustentáveis reconheceu soluções acessíveis e eficientes desenvolvidas por professores e estudantes da educação básica. Os vencedores foram anunciados nesta quinta-feira (17), em cerimônia realizada em Salvador (BA). Na categoria que engloba projetos da educação infantil até os primeiros anos do ensino fundamental, a vencedora foi a Casa da Infância, em Salvador (BA). A escola privada desenvolve um projeto de intercâmbio educativo e sustentável entre quatro escolas do Brasil e da Colômbia. Notícias relacionadas:Número de professores jovens cai 31% em dez anos, aponta pesquisa.Um em cada cinco estudantes já fez apostas online, mostra pesquisa.Professores têm 8 mil vagas gratuitas para pós-graduação.Com o envolvimento de estudantes, de educadores e das comunidades, as ações incluem coleta de resíduos nos bairros próximos da escola, compostagem, hortas escolares, reaproveitamento de materiais e mapeamento da biodiversidade. O projeto, intitulado Infância, Sustentabilidade e Cidades Educadoras, articula educação ambiental, gestão de resíduos e consumo responsável por meio de atividades e trocas de experiências entre escolas com características diversas. Os colégios participantes, além de representarem as duas nacionalidades, estão localizados tanto em espaço urbano quanto no rural. As ações incluem encontros presenciais e virtuais, além da troca de cartas e conteúdos em português, espanhol e inglês, que promovem o compartilhamento de boas práticas entre as instituições de ensino. “Entre os resultados está essa abertura de dialogar com o diferente, de compreender que pode aprender potências e forças com aqueles que parecem ter uma realidade tão distinta. A gente percebeu as crianças muito abertas, inclusive com repertório de literatura, de questões raciais”, disse Marília Dourado, gestora da Casa da Infância. Visita de professores ao Colégio Internacional Altamira - Barranquilla- Colômbia. - Escola Casa da Infância/Divulgação O projeto já promoveu imersões na Caatinga, na Mata Atlântica e em comunidades tradicionais, além da participação em seminários internacionais e visitas entre as escolas participantes. “Recebemos educadores da Colômbia aqui, depois a gente vai até lá viver a experiência de troca. Isso marca uma ampliação de conhecimento de mundo, de repertório linguístico, [abordando também] identidade de território e ancestralidade”, disse Marília. Segundo a instituição, cerca de 2 mil pessoas foram impactadas pelo projeto, dentro e fora das escolas. Ensino médio e EJA Na categoria que avalia experiências dos anos finais do ensino fundamental, ensino médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA), o projeto premiado foi o EcoLuz Trap – Tecnologia de Baixo Custo contra Vetores de Doenças na Amazônia. O protótipo de armadilha contra mosquitos foi desenvolvido por estudantes do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), do Campus Marabá Industrial, de Marabá (PA). Os estudantes criaram uma armadilha luminosa de baixo custo para reduzir a presença de mosquitos vetores de doenças, dispensando o uso de inseticidas. A tecnologia utiliza materiais reaproveitados, como latas, fios e componentes eletrônicos. Dessa forma, a solução torna-se acessível e replicável. O professor Ríguel Contente, que conduziu o projeto, contou sobre a primeira conversa com os estudantes para dar início ao projeto. “Eu conversei em sala de aula com os alunos: como é na casa de vocês essa questão de mosquito? E é muito ruim para eles, porque a maior parte mora em áreas periféricas e, aqui em Marabá é muito quente. As pessoas têm que abrir a janela à noite, tem todo aquele incômodo da presença de muito mosquito na residência.” A partir disso, eles fizeram o diagnóstico do problema, a construção dos protótipos, os testes com diferentes cores de LED, até o registro e a identificação dos insetos capturados. A estrutura externa da armadilha é uma lata de leite, com uma tela colocada embaixo, pés feitos de tampas de garrafa e uma fonte 12 volts de aparelhos descartados. Há ainda uma espécie de pequeno ventilador e lâmpadas. “Tem a parte de desenho técnico, estudar como fazer o desenho da armadilha. Depois tem que ir para a parte experimental, ver qual é a lâmpada que vai ter a melhor eficiência de atração de mosquito. Fizemos várias réplicas com lâmpada vermelha, verde, roxo, azul, e espalhamos pela escola”, relatou Ríguel. Prêmio Escolas Sustentáveis. Projeto EcoLuz Trap - Projeto EcoLuz Trap/Divulgação O professor ressalta que, por meio da iniciativa, foi possível aproximar os estudantes da ciência, tecnologia e sustentabilidade para encontrar respostas para problemas concretos enfrentados pela comunidade. “Os alunos também tiveram experiência com estatística, saber o que é uma média, o que é um índice, fazer gráficos e tabelas. E tem a questão de saber identificar os mosquitos, então o aluno tem que conhecer a zoologia”, lembrou o professor, acrescentando que os estudantes puderam apresentar os resultados em congressos e feiras. Segundo a instituição, a proposta alcançou cerca de 3,5 mil pessoas. “Além dessa parte educacional, que teve um impacto muito bom para os alunos, a gente vai agora para a extensão, que é levar esse equipamento para as pessoas [de fora da escola]. O primeiro beneficiado foi a própria escola, porque a gente espalhou essas armadilhas nos espaços", contou. Sobre o prêmio Ao todo, dez projetos foram finalistas desta edição do Prêmio Escolas Sustentáveis, que é aberto a escolas públicas e privadas. Além de receber um prêmio em dinheiro, as escolas campeãs seguem agora para a etapa internacional da competição, que ocorrerá na Cidade do México, em 2 de dezembro. O prêmio é uma iniciativa da Fundação Santillana, da Santillana e da Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OIE). O diretor executivo da Fundação Santillana no Brasil, Luciano Monteiro, ressaltou que o prêmio tem a missão de valorizar e reconhecer o que as escolas fazem em favor da sustentabilidade. “A ideia é mostrar que sustentabilidade não é só meta global, grandes projetos internacionais. Sustentabilidade é algo que acontece perto de nós também. Isso acontece quando estudantes, professores, crianças, olham situações da sua comunidade e pensam em estratégias para corrigi-las”, explicou Luciano. O site do prêmio reúne o repositório dessas boas práticas e tecnologias para que outras escolas possam conhecer, replicar e adequar à sua realidade.
The MoU will facilitate joint research projects in cutting-edge areas of science and technology, while enabling the two institutions to utilise their respective research expertise, infrastructure, and facilities
[The content of this article has been produced by our advertising partner.] Healthcare professionals and technology innovators are transforming how diseases are detected, managed, and treated—shifting the focus from simply treating illnesses after they appear to focus on early detection, high-precision diagnostics, and sustainable healthcare systems that put patients first. At the center of this transformation are four major forces reshaping how care is delivered: AI-Driven Innovations &...
Scientists have developed a lightweight, battery-free device that could help improve the mobility of people with difficulty walking, such as stroke survivors. Developed by researchers in Hong Kong and mainland China, the neural prosthesis uses energy generated by the wearer’s own movements to electrically stimulate their muscles, helping to flex their ankle and restore their natural walking pattern. This could prevent falls for stroke survivors, elderly individuals and others living with...
Chief Interventional Cardiologist Dr. Moode Sandeep said KIMS Saveera’s cardiology team is equipped to manage complex cardiac emergencies with advanced technology and multidisciplinary expertise
The competition aims to visualise poetic imagination against the backdrop of the digital age with the help of technology. The contest will accept entries shot on cameras or mobile phones, as well as those created using AI and animation technologies.
Chinese scientists have developed a way to generate a fourfold increase in power output of hydrogen fuel cells, an advance that could broaden their use from road vehicles to space missions. Hydrogen is widely viewed as a promising clean energy source for a low-carbon future. Fuel cells convert the chemical energy in hydrogen directly into electricity, producing water as their only exhaust. In a study published in the peer-reviewed journal Science on Thursday, researchers at the Beijing Institute...
Since the attacks, New York officials are working with new, complex technology to find traces of more than 1,000 victims.
Higher secondary students, undergraduates, researchers, and biotechnology aspirants will have an opportunity to engage with experts and gain insights into emerging technologies, research pathways, careers, and the challenges confronting the sector
Dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) indicam que o Brasil conta com 95 centros especializados em reabilitação (CERs) dedicados à recuperação da autonomia de quem vive com baixa visão ou cegueira. Apesar de serem disponibilizados via Sistema Único de Saúde (SUS), tais serviços, dedicados a apoiar pessoas que perderam a visão de forma parcial ou total, são pouco conhecidos. “Infelizmente, boa parte da população desconhece a possibilidade de acessar esse atendimento, que é de alta qualidade e gratuito”, destacou o CBO. Notícias relacionadas:Anvisa aprova novo medicamento para tratamento de enxaqueca.Taxa média de recusa de doação de órgãos pelos familiares é 45% .São Paulo tem mais de 58 mil casos de dengue desde o início do ano.As unidades, segundo o conselho, são pouco conhecidas, inclusive, entre profissionais de saúde. Para a entidade, o acesso de pacientes depende de uma rede bem estruturada, com boa comunicação entre os diferentes níveis de atenção do SUS - desde o posto de saúde ao centro de alta complexidade. No intuito de mudar esse cenário de desconhecimento, a entidade mapeou os centros disponíveis no país. O levantamento, conduzido pela oftalmologista Karina Eiko Yamashita, mostra que os CERs estão presentes em todas as regiões, sendo 39 no Sudeste, 31 no Nordeste, 12 no Norte, 9 no Sul e 4 no Centro-Oeste. “A publicação funciona como uma bússola para pacientes e profissionais de saúde em busca de atendimento especializado”, avaliou o conselho. Tecnologias assistivas Além da existência de uma rede de cuidados multiprofissionais, o CBO cita ainda “um novo aliado” ao processo de reabilitação visual no Brasil: a inteligência artificial (IA). Bengalas inteligentes, por exemplo, detectam obstáculos e orientam a locomoção por comandos de voz, enquanto sistemas de audiodescrição analisam imagens e textos e descrevem o ambiente, ampliando a independência do usuário em tarefas do dia a dia. “Essas são apenas algumas das novidades disponíveis no mercado que eram inimagináveis há poucos anos”, avaliou a entidade. O conselho alerta, entretanto, que, mesmo diante de tamanhos avanços, o acompanhamento oftalmológico segue indispensável. “É esse profissional quem avalia a funcionalidade visual do paciente e orienta o uso adequado das tecnologias assistivas, com base no conhecimento sobre a evolução e o prognóstico de cada condição ocular.” Dentre os chamados riscos éticos da IA aplicada à acessibilidade, o CBO cita, por exemplo, que sistemas de audiodescrição dependem de bases de dados que podem carregar vieses, o que exige atenção redobrada quando o público envolvido já enfrenta vulnerabilidades. "Ampliar o acesso aos CERs e acompanhar de perto o avanço das tecnologias assistivas são compromissos que a especialidade não pode deixar de lado”, concluiu a entidade, destacando que a proposta não é se limitar ao diagnóstico, mas garantir que cada paciente saiba para onde ir e que encontre, nesse caminho, uma rede preparada para devolver autonomia e qualidade de vida. Congresso A atuação da rede de reabilitação visual no Brasil e as novas tecnologias utilizadas nesse processo estão entre os temas centrais debatidos ao longo do 70º Congresso Brasileiro de Oftalmologia (CBO 2026), que ocorre até o próximo sábado (12) em Salvador. *A repórter viajou a convite do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO)