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Um estudo que pesquisou 15 anos de medições do fluxo de dióxido de carbono (CO₂) e monóxido de carbono (CO) na Amazônia apontou que as emissões são causadas principalmente por atividades humanas, como desmatamento e queimadas. Liderado pela pesquisadora Luciana Gatti, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o estudo classificou dados coletados entre 2010 e 2024 em três grupos distintos conforme as condições do tempo, intensidade das atividades humanas e emissões medidas a cada ano. Metodologia Notícias relacionadas:Plataforma pan-amazônica reúne 232 políticas públicas para bioeconomia.Desmatamento cai 41,8% na Amazônia e 23,8% no Cerrado em um ano.MapBiomas: Amazônia registra menor nível de desmatamento em 41 anos.Ao reunirem os anos com características comuns, os pesquisadores chegaram aos seguintes grupos: Grupo 1 (2011–2014, 2017 e 2018) - anos mais úmidos com baixa atividade humana, como desmatamento, queimadas e degradação. Grupo 2 (2019–2022) – anos com baixo estresse climático em que houve intensificação das atividades humanas, principalmente desmatamento e degradação. Grupo 3 (2010, 2015, 2016, 2023 e 2024) - anos quentes e secos com alto estresse climático e intensificação das atividades humanas. Entre os três grupos, o balanço médio de carbono emitido foi respectivamente de 408 milhões de toneladas ao ano, 1,58 bilhão de toneladas e 1,80 bilhão de toneladas de CO₂ ao ano. Na prática, os cientistas mostraram que nos anos que mais houve atividade humana, como desmatamento e queimadas na Amazônia, as emissões de carbono foram maiores. “É importante notar que os grupos 2 e 3 não diferem significativamente em emissões de carbono, sendo ambos dominados pelo desmatamento e pela queima de biomassa, respectivamente”, destaca o estudo. Os dados também mostraram que embora o estresse climático não seja decisivo para o aumento das emissões, secas podem amplificar o volume de carbono liberado por atividades humanas. Mudanças climáticas Ao ampliar a análise dos dados de 46 anos, sobre as condições climáticas e a atividade humana, os pesquisadores identificaram uma redução de 8% na média anual de precipitação. Também foi observada uma redução de 20% no volume máximo de chuvas na estação seca, de agosto a novembro. Em 46 anos, a temperatura média anual aumentou 1,13 °C, e na estação seca, a elevação foi de 1,81 °C. O aumento da temperatura ocorreu ainda que o grau de energia solar recebida e devolvida à atmosfera ao longo dos anos medidos não tenha sofrido variação, indicando que as atividades humanas diretas representam os principais riscos para a Amazônia. “A redução drástica dos incêndios é, portanto, essencial para evitar um ponto de inflexão, especialmente porque o aumento do estresse climático amplifica os impactos humanos, e vice-versa”, destacam os pesquisadores. O estudo assinado por outros 32 pesquisadores foi publicado na revista científica Nature sob o título Emissões de Carbono da Amazônia Causadas pelas Ações Humanas e Amplificadas pelas Secas, (Amazon carbon emissions driven by human actions amplified by droughts). Essa é a quarta publicação de pesquisa liderada por Luciana Gatti no periódico internacional.
A formação de uma área de baixa pressão entre o norte da Argentina, o oeste do Paraguai e o sul da Bolívia favorece o retorno das chuvas e tempestades ao Sul do Brasil, nesta quarta-feira (21). No oeste da Amazônia, as chuvas persistem e deixam os dois extremos do país em alerta amarelo de perigo potencial para tempestades, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Notícias relacionadas:El Niño fará Brasil ter inverno com menos frio, prevê meteorologia.Veja os planos de governo de Flávio e Lula para meio ambiente e clima.Na Região Norte, o Acre, centro e norte de Rondônia, sudoeste do Pará e em grande parte do Amazonas chove de forma intensa com trovoadas. Também a possibilidade de chuvas nas demais áreas de Rondônia, em Roraima, no centro e sul do Pará, no oeste e sul de Tocantins e no norte e leste do Amapá. A temperatura mínima entre as capitais será de 23°C em Rio Branco e a máxima de 36°C em Palmas. No Sul do país, há previsão de chuva e trovoadas no oeste do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e centro-oeste do Paraná, durante a maior parte do dia. Conforme anoitece, as pancadas de chuva com trovoadas avançam sobre as demais áreas do Paraná e persistem no oeste de Santa Catarina e no extremo noroeste do Rio Grande do Sul. Nas capitais, a mínima será de 11°C em Curitiba, e a máxima chegará a 23°C em Porto Alegre. Na Região Centro-Oeste, há previsão de pancadas de chuva com trovoadas no noroeste de Mato Grosso e de chuvas isoladas na região central e no leste de Mato Grosso, no norte de Goiás e no Distrito Federal. A temperatura nas capitais varia entre a mínima de 19°C, em Brasília, e a máxima de 36°C, em Cuiabá. No Sudeste brasileiro, deve chover de forma isolada no Rio de Janeiro, no Espírito Santo e no leste e norte de Minas Gerais. Conforme o dia passa, aumenta a possibilidade de chuva nas regiões central e leste de São Paulo. Entre as capitais, a temperatura varia entre a mínima de 13°C, em São Paulo, e a máxima de 30°C, em Belo Horizonte. Na Região Nordeste, há possibilidade de pancadas de chuva isoladas ocorrerem no leste de Alagoas, de Pernambuco e da Paraíba. Pode haver também chuva isolada no sul da Bahia. No restante da região, predomina o céu aberto com poucas nuvens. A temperatura mínima nas capitais será de 23°C em Recife e a máxima de 39°C em Teresina.
Chinese scientists have developed what they say is the world’s smallest wearable mini brain monitor that can track the activity of thousands of neurons at the same time. Weighing in at one gram (0.35 oz), the wireless “Airscope” is the lightest device of its kind and enables researchers to track a wider range of brain activity in untethered laboratory animals. The device was jointly developed by scientists from Tsinghua University and the Chinese PLA Medical School, and detailed in a paper...
Leading life scientist Wu Jun, who recently left the United States to return to his homeland, believes many of the world’s top embryo researchers are now working in China. Wu, well known for his stem cell research, particularly related to the stem cell-derived embryo model, is speaking in an office at Westlake University, in Hangzhou in the eastern province of Zhejiang. Some of his belongings remain in bags placed haphazardly on a nearby cabinet, waiting to be unpacked. “This is just a temporary...
Timekeepers add a leap second occasionally to keep our clocks and the Earth's rotation in tune. That could now change.
Namibia's foot-and-mouth outbreak has spread to a second region, the country's Ministry of Agriculture has confirmed. First detected in the southern Kharas region, the disease has now been found in Zambezi.
Light has become more than a means of observation; it is a way to intervene, test, and uncover cause-and-effect relationships, said Nishith Gupta, professor of Biological Sciences at BITS Pilan
As populações de espécies de vertebrados selvagens diminuíram em média 73% em 52 nos, segundo o relatório Planeta Vivo divulgado nesta quinta-feira (8). Entre os anos de 1970 e 2022, a diversidade de mamíferos, pássaros, peixes, répteis e anfíbios encolheram em média 2,5% ao ano. O estudo produzido é pela Sociedade Zoológica de Londres (ZSL, na sigla em inglês) para o WWF Internacional. Segundo Kirsten Schuijt, diretora-geral do WWF Internacional, a análise trazida pelo relatório deixa claro que os sistemas que impulsionaram o crescimento econômico estão acelerando a degradação da natureza a uma taxa sem precedentes. “Parar e reverter essa tendência exigirá transformações em sistemas inteiros – desde como produzimos energia e alimentos até como financiamos nossas economias.” Os dados trazidos pelo relatório fazem parte do Índice Planeta Vivo (IPV), que mede a mudança média no tamanho de 35.803 populações de 5.790 espécies de vertebrados monitorados ao longo de 52 anos. Na prática, a medição se refere à abundância das populações dessas espécies e não ao número absoluto de indivíduos. As mudanças são observadas tanto em populações com muitos indivíduos, quanto em populações com poucos indivíduos. Ecossistemas O IPV é calculado pela média de outros três indicadores: o Índice Marinho, que mede a mudança na abundância de espécies no oceano; o Índice Terrestre, que inclui espécies de diferentes habitats, como florestas, desertos e campos; e o Índice de Água Doce que mede populações em rios e lagos. O Índice de Água Doce foi o que apresentou maior declínio: 85% em 52 anos, o que equivale a uma média de 3,6% por ano. De acordo com os pesquisadores, as espécies de água doce enfrentam uma ampla gama de ameaças observadas nas bacias hidrográficas. “Por exemplo, os peixes são frequentemente ameaçados por alterações em seu habitat, incluindo barragens e desvios, que podem bloquear rotas de migração essenciais”, destaca o relatório. O Índice Terrestre registrou declínio de 69% no período de análise, com média anual de 2,3%. Já o Índice Marinho registrou uma mudança negativa de 59% nas populações dos oceanos, com média anual de 1,7%. Regionalidade Além da variação nas tendências por ecossistemas, os pesquisadores também observaram diferença nos percentuais de declínio das populações por região geográfica, que aparecem no estudo conforme a classificação da Plataforma Intergovernamental de Políticas Científicas sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos: América Latina e Caribe: 95% de declínio das populações de animais silvestres; África: 80%; Europa e Ásia Central: 23%; América do Norte: 28%; e Ásia e Região do Pacífico: 49% Segundo o diretor de conservação da ZSL, Andrew Terry, os índices refletem um recorte de 52 anos analisados e traduzem também, além da capacidade de monitoramento das regiões, o momento analisado. “Na América do Norte, por exemplo, o declínio ocorrido até os anos 1970 foram intensos refletindo uma desaceleração nos anos seguintes”, explica. Novos dados O relatório não traz dados comparativos com as edições anteriores devido ao acréscimo contínuo de novos conjuntos de dados e da ampliação das populações e espécies estudadas. Um exemplo foi o acréscimo de dados sobre 967 populações de 295 novas espécies, além da atualização de dados referentes a 669 populações no relatório atual, em comparação com a última publicação, de 2024. Por outro lado, foram analisados indicadores adicionais que trazem outros aspectos que reforçam a ocorrência do declínio da biodiversidade em escala global. São eles as mudanças no risco de extinção e na própria extinção de espécies, além de transformações na integridade da biodiversidade. Impactos A análise de todos esses aspectos demonstra como a perda de populações de espécies se traduzem em ameaças à estabilidade econômica, à segurança geopolítica e ao bem-estar humano. “A estrutura da vida que sustenta a nossa prosperidade está se desfazendo a um ritmo sem precedentes, impulsionando o aumento da desigualdade”, destaca o relatório. Cerca de US$ 58 trilhões do PIB global de 2023 tiveram origem em trabalhos que dependem de alguma forma da natureza e que são impactados diretamente por essa diminuição das populações de espécies. Conservação Por outro lado, o relatório aponta que a humanidade já conhece os caminhos para uma mudança transformadora, capaz de frear e até reverter esse declínio. Os esforços de conservação também resultaram na estabilidade ou crescimento de metade das populações monitoradas pelo Índice Planeta Vivo. No Brasil, por exemplo, a população de onças pintadas na Mata Atlântica cresceu 280%, de 2019 a 2025, após uma ação coordenada com vários parceiros: governo, terceiro setor e produtores locais. No aspecto global, em 2025, a tartaruga-verde tornou-se a primeira tartaruga marinha a passar de Ameaçada para Pouco Preocupante, após 50 anos de trabalho em mais de 80 países de desova. Para a especialista em Conservação do WWF-Brasil, Helga Correa, os exemplos de recuperação apresentados pelo relatório mostram que o declínio da natureza não é inevitável. E o Brasil tem condições de reverter as perdas ocorridas em seu território. “Isso exige ações de conservação contínuas e em escala, com proteção e restauração dos ecossistemas e enfrentamento das causas da perda de biodiversidade”, diz. Líderes globais voltam a debater caminhos para implementação mais rápida de ações e investimentos durante a Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade (COP17) no dia 19 de outubro, em Yerevan, na Armênia. Ponto de inflexão positivo Como contribuição para os debates, o relatório propõe o conceito de ponto de inflexão positivo. Apresentado em uma pesquisa da Universidade de Exeter, na Inglaterra, o conceito se refere ao momento em que um sistema passa para uma condição melhor e a mudança começa a se reforçar, tornando-se mais rápida, mais barata e mais difícil de ser revertida. “A possibilidade de construir um futuro diferente está diminuindo, mas continua aberta. Transformar sistemas complexos na velocidade e na escala necessárias não será fácil. Ao desencadear pontos de inflexão positivos, porém, isso pode acontecer mais rapidamente do que imaginamos”, conclui Daudi Sumba, diretor de conservação do WWF Internacional.
The number of winners every year should not be confused with the number of people it takes to do excellent science
“Science has no borders,” Arup Neogi, an India-born scientist who works at a US-sanctioned university, told Chinese state media. Neogi’s speciality is photonics, the study of generating, controlling and detecting light. At the University of Electronic Science and Technology of China (UESTC) in the southwestern city of Chengdu, he leads a team exploring the interconnection between light and sound. This university has one of China’s top electronics and communication programmes and has been on the...
The Nobel medicine prize was awarded Monday to US psychiatrist and neurologist Karl Deisseroth and German scientists Peter Hegemann and Georg Nagel for their pioneering work in the neuroscience field of optogenetics. In optogenetics, scientists control neurones by stimulating them with light -- potentially unlocking breakthroughs for conditions such as dementia, depression and blindness. FRANCE 24's Monte Francis reports.
The winners of the Nobel Prizes in physics, chemistry, literature, peace and economics will be announced in the week.
The five centres will be set up to strengthen academic research, digitisation, preservation, and dissemination of heritage of these classical languages, says the Ministry of Education