Sea off Thai island turns green
The water off Thailand's Ko Lan island has turned a vibrant shade of green thanks to a plankton bloom.
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The water off Thailand's Ko Lan island has turned a vibrant shade of green thanks to a plankton bloom.
Indonesia is battling its worst wildfire season in years, testing President Prabowo Subianto’s deep cuts to disaster funding. Toxic haze is now spreading across the region, from Manila to Singapore. Kanupriya Kapoor explains what's fueling the fires. (Source: Bloomberg)
Pesquisadores e estudantes de universidades brasileiras e francesas participaram de uma imersão de 12 dias no Pará para conhecer experiências de sociobioeconomia e aprofundar o debate sobre modelos de desenvolvimento sustentável na Amazônia. Esta foi a primeira atividade da Escola Imersiva Internacional em Sociobioeconomia Amazônica, criada a partir da cooperação científica entre o Brasil e a França. A instituição foi viabilizada por meio do programa de investimentos em bioeconomia na Amazônia, Amabio. Fruto de um acordo bilateral firmado durante a visita do presidente da França, Emmanuel Macron, ao Brasil, em 2024. Notícias relacionadas:Pesquisa encontra resíduos de plástico em tartarugas no Rio.Anticiclone derruba temperatura no Sul do país.Frente fria avança para as regiões Centro-Oeste, Sudeste e o Paraná.“A França e o Brasil têm uma parceria estratégica na qual a biodiversidade, a luta contra as mudanças do clima e o desenvolvimento sustentável são prioridades primárias”, afirma Brice Fodda, ministro conselheiro da Embaixada da França no Brasil. A iniciativa é um programa educativo por temporada voltado aos estudantes mestrandos ou doutorandos, da Université Paris-Est Créteil (UPEC), Université de Guyane (UG), Universidade Federal do Pará (UFPA) e da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA). Segundo a especialista técnica internacional em cooperação universitária e científica na Amazônia, Nadège Mezie, da agência de cooperação Expertise France, a ideia é permitir aos estudantes compreender a sociobioeconomia como um modelo de desenvolvimento sustentável na Amazônia e conhecer as iniciativas alinhadas a esse modelo. “Também dar aos alunos uma contextualização maior, mostrar essa presença dos povos indígenas, das populações tradicionais, a complexidade do mosaico de unidades de conservação”, explica Nadège. Imersão Ao longo da atividade, o grupo de 16 estudantes participou de uma programação hibrida com palestras, painéis e rodas de conversa em sala de aula e visitas às cadeias produtivas do açaí, cacau e borracha, em Belém, e de visitas às comunidades extrativistas dos rios Arapiuns, Maguari e Jamaraquá, na Floresta Nacional do Tapajós, e ao programa de turismo comunitário do povo Munduruku, na Aldeia de Ipaupixuna. Segundo o professor associado da Université Paris-Est Créteil (UPEC), Felipe Koch, a recepção nas comunidades foi um destaque da experiência, considerando que a sociobioeconomia que faz sentido para a Amazônia é parte dos povos e comunidades que mantêm a floresta em pé. “A escola os tratou como parceiros de formação, detentores de saberes que a universidade precisa aprender a reconhecer”, afirma. A experiência impressionou a estudante de doutorado da Guiana Francesa, Vitória Tailamé, que tem como objeto de estudo a sustentabilidade na construção civil, mas desconhecia o conceito de sociobioeconomia. “A palavra sociobioeconomia traduz melhor os três pilares de um futuro desejável. Uma economia que respeita as pessoas e a natureza e seu tempo”, diz. Resultados A vivência entre os integrantes da academia e os povos tradicionais da Amazônia resultará em diferentes produtos que convergem para o aperfeiçoamento das inovações e iniciativas de sociobioeconomia. Felipe Koch explica que os estudantes da universidade de Paris receberão créditos acadêmicos conforme a pertinência das soluções construídas coletivamente com as comunidades. “Os grupos mistos, que reúnem estudantes das quatro universidades — entre eles sete mestrandos e dois doutorandos da UPEC —, trabalham agora à distância nos projetos de resposta aos problemas formulados em campo e vão apresentá-los aos parceiros em janeiro de 2027”, explica. Para os estudantes da Guiana Francesa a experiência resultará na produção de artigos e de um diário de bordo. “O principal é o que aprenderam no Brasil e levarão à Guiana Francesa, onde a sociobioeconomia é menos desenvolvida”, afirma Nadège. Os estudantes brasileiros da UFPA e da UFOPA necessariamente já atuam em projetos de extensão ou têm o tema como objeto de suas teses de mestrado ou doutorado. A primeira atividade da escola foi avaliada em um balanço realizado ao final da programação, no qual estudantes e especialistas puderam apresentar as suas impressões. Vitória Tailamé destacou o quanto foi transformador sentir na pele o impacto do respeito à floresta em aulas a céu aberto, fora dos muros. “Acho que vão faltar palavras para expressar o quanto isso nos tocou e nos sensibilizou. Tenho certeza que nos próximos dias e meses ainda vamos estar digerindo o que vivemos e vamos querer compartilhar o que aprendemos”, diz. Os bons resultados relatados pelo grupo resultaram em uma decisão de desdobramento das atividades da escola para os próximos anos, afirma Nadège. “Como foi um sucesso e os alunos ficaram literalmente encantados tanto da experiência dessa vivência, mas também dessa aprendizagem, estamos já pensando em uma segunda edição ano que vem e esperamos realizar na Guiana Francesa”. A continuidade das atividades ocorrerá de forma alternada nos dois países, com foco especial na Amazônia. “A diplomacia franco-brasileira é tão forte que podemos fazer uma edição em um país, outra edição em outro, mantendo uma diplomacia bem equilibrada entre ambos os países. E sim, queremos manter essa dinâmica muito positiva nos próximos anos”, conclui o ministro Brice Fodda.
Estudo feito com tartarugas-verdes (Chelonia mydas) no estado do Rio de Janeiro constatou que a espécie compartilha os mesmos tipos de bactérias encontradas nos resíduos de plástico no ambiente. A pesquisa foi feita pelo professor Filipe Berbeti e orientada pelo coordenador Henrique Fragoso dos Santos, do Laboratório de Microbiologia Ambiental e Microbiotecnologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Notícias relacionadas:Anticiclone derruba temperatura no Sul do país.Capital fluminense integra programa global de gestão de resíduos.Também participaram pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do projeto Aruanã, que se dedica à conservação das tartarugas-marinhas da Baía de Guanabara. Berbeti analisou os microorganismos que vivem no corpo das tartarugas, na praia de Itaipu, em Niterói (RJ), e comparou com as bactérias encontradas nos pedaços de plástico, na água do mar e nas algas da região. A pesquisa concluiu que as bactérias das tartarugas eram mais semelhantes àquelas encontradas no plástico do que as recolhidas das algas (que servem de alimento para os animais) e da água (onde os quelônios vivem a maior parte do tempo). “Era esperado que a microbiota da tartaruga parecesse mais com a microbiota do próprio alimento dela [a alga]. É o que diz a literatura. Mas quando comparamos os tipos de bactérias, vimos que lembravam mais as dos plásticos. Foi um primeiro indício de que, provavelmente, a conectividade entre tartaruga e plástico está muito mais próxima do que a gente achava”, destacou o pesquisador. O resultado indica que a ingestão de plástico e o contato desse material com as tartarugas-verdes podem representar uma importante fonte de exposição dos animais a micróbios. "Hoje em dia, a gente já sabe que o plástico causa vários problemas. Seja poluição visual, animais se alimentando do material ou presos neles. A interação da microbiota e do plástico, quando ingerido, a gente ainda não sabia muito", afirma Berbet Entre os gêneros de bactéria encontrados tanto no plástico quanto nas tartarugas, estão Vibrio, Pseudomonas, Bacillus, Staphylococcus, Streptococcus, Chryseobacterium e Clostridium. Esses grupos de microorganismos incluem espécies que provocam doenças tanto em animais quanto em seres humanos. Apesar disso, não foram feitas análises para associar essas bactérias a doenças nas tartarugas-verdes. Tampouco foi feita a identificação mais aprofundada para identificar a espécie e confirmar se algumas delas seriam patogênicas “É difícil chegar à identificação da espécie quando falamos da avaliação de microbioma. Pegamos uma parte do DNA para amplificar e tentar descobrir o organismo. Só conseguimos chegar até o nível de classificação para gênero. Então, não podemos afirmar com certeza que aquela espécie ali estava causando uma patogenicidade”, afirmou Berbeti. Segundo o estudo, os resíduos plásticos podem representar uma fonte potencial de micróbios associados à relevância patogênica. As tartarugas-verdes, por sua vez, podem servir como potenciais dispersores de bactérias marinhas, conectando ambientes contaminados com áreas remotas através de sua migração natural. A pesquisa envolveu cinco tartarugas coletadas pelo projeto Aruanã. Os resultados foram publicados na revista Environmental Pollution, em agosto deste ano.
Dal Lake’s fragile ecosystem is deteriorating amid pollution, unregulated construction and climate change in Kashmir.
Climate change is increasingly reshaping the polar oceans, with Arctic waters warming rapidly, sea ice shrinking and wildlife losing habitat at both ends of the planet, an annual report said Wednesday. The Copernicus Ocean State Report depicts profound changes across the world's seas, from record-breaking heatwaves in the Mediterranean and Black seas to shifts in marine ecosystems and increasingly acidic waters.
Environmental groups raise concerns over criteria adopted by State government in selecting members, particularly the inclusion of people lacking experience in dealing with human-wildlife conflict
The trust will undertake a ‘Pada Yatra’ in Prakasam district from October 11 to 20 to create awareness among the local people about safeguarding the Gundlakamma river from pollution, encroachments, sand mining and ecological degradation
Church forum alleges that the order issued by the Idukki District Collector directing the removal of illegal fences obstructing wildlife corridors violates the constitutional rights of people living in the high-range areas
Youhanon Mar Dioscoros Metropolitan says proposed restrictions can add to the difficulties faced by people in the hilly regions, who are already affected by human-wildlife conflict
A Defesa Civil de Porto Alegre emitiu um alerta de risco alto para a elevação do nível do Rio Guaíba, com potencial de inundação do bairro Arquipélago e áreas ribeirinhas do extremo sul e sul da capital gaúcha. O aviso é válido até a manhã da sexta-feira (25). O aumento do nível do rio é causado pela maior vazão de água recebida das chuvas registradas no interior do estado nos últimos dias. Na manhã desta quarta-feira (23), a Defesa Civil instalou um Posto de Comando na praça da Ilha da Pintada, ao lado da Colônia de Pescadores Z5, como ponto de referência para acolhimento e orientação da população. Equipes do órgão também percorrem as ilhas do bairro Arquipélago. Notícias relacionadas:Estudo prevê até 13,3 mil mortes no Brasil com calor do Super El Niño.Cidade do Rio vive o setembro mais chuvoso em quase 30 anos.Pesquisadores descrevem nova espécie de rã-de-vidro no Cerrado."Apesar do cenário de atenção, a situação observada pelas equipes em campo é calma neste momento, e o Guaíba apresenta sinais de declínio. Estamos percorrendo todas as ilhas para acompanhar as condições locais e orientar a população. Neste momento, não há previsão de remoção de pessoas ou famílias", disse o secretário executivo da Defesa Civil de Porto Alegre, Evaldo Rodrigues, nesta quarta-feira. O nível do Guaíba, medido na Ilha da Pintada, passou de 1,70 metro, às 10h de terça-feira, para 1,76 metro às 13h30. Na sequência, chegou a 1,80 metro às 18h11, atingiu 1,96 metro às 21h05 e chegou a 2 metros às 22h50. O nível permaneceu em 2 metros à 0h40 de quarta-feira (23) e atingiu 2,02 metros às 2h14. Desde então, houve recuo: a medição foi de 1,96 metro às 4h46 e às 6h28, chegando a 1,94 metro às 9h10.
Month-long exercise aimed at creating permanent, real-time climate resilience database through student citizen-scientists
Kannur Divisional Forest Officer says the Forest department expects to bring kumki elephants from the Muthanga elephant camp in Wayanad within the next two days.
Residents of Syalodra village in Sikar say silicosis has claimed more than 50 lives, and that the Supreme Court-appointed Aravalli panel did not visit them
Between September 1 and 17, 2026, the average maximum temperature in the hill district stood at 29.2°C, around 1.9°C higher than the average for the previous three years, with experts warning of potential impacts on water resources and agriculture.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou ontem (16) a relação dos 42 trabalhos selecionados como Destaques Regionais da 13ª edição da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma). Escolhidos pelas comissões avaliadoras das sete Regionais Olímpicas, os trabalhos avançam automaticamente para a Etapa Nacional da competição, que terá solenidade de premiação em 30 de novembro, no Campus Manguinhos da Fiocruz, no Rio de Janeiro. Os 42 trabalhos escolhidos como Destaque Regional apresentam diferentes abordagens para os desafios ambientais, sociais e de saúde, sempre a partir do olhar e das experiências dos próprios estudantes. As comissões avaliadoras foram formadas por pesquisadores, professores, jornalistas, designers, cineastas e profissionais de diferentes áreas, reunindo diferentes perspectivas para a avaliação. Notícias relacionadas:Mudanças climáticas figuram como crise de saúde pública, diz Padilha.Fiocruz vai iniciar testes da primeira vacina RNAm contra a covid-19 .Fiocruz lança carta aos candidatos com temas prioritários da saúde.“A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente é uma iniciativa fundamental porque aproxima a ciência da escola e mostra, desde cedo, que meninas e meninos podem ocupar esse espaço. Ao valorizar a curiosidade, a criatividade e a participação dos estudantes, a Obsma contribui para formar uma nova geração de pessoas capazes de olhar para os desafios da sociedade e construir soluções por meio da ciência”, explica Cristina Araripe, coordenadora nacional da Obsma e coordenadora de Divulgação Científica da Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (Vpeic). Na 13ª edição da Obsma foram inscritos cerca de 1,5 mil trabalhos. Nove mil alunos e quase três mil professores participaram da iniciativa que recebeu trabalhos de escolas públicas e privadas de todos os estados do país. Os trabalhos foram submetidos nas categorias de Produção Audiovisual, Produção de Texto e Projeto de Ciências, que possibilitam aos estudantes apresentar suas reflexões, investigações e conhecimentos por meio de diferentes linguagens e formas de produção. Realizada pela Fiocruz a cada dois anos, a Olimpíada corresponde, nesta edição, ao biênio 2025–2026. Em breve, a Fundação divulgará os trabalhos que receberam Menção Honrosa. O resultado com os 42 trabalhos selecionados na Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma) pode ser consultado no Campus Virtual da Fiocruz, com os nomes das escolas e os trabalhos selecionados por cada região do país.
Some farmers in northern Senegal are combining fish farming with rice cultivation, using an age-old technique that helps fertilise fields, reduce pests and diversify incomes. The climate-smart approach is gaining renewed attention as communities adapt to growing environmental pressures.
Presence of total coliform and faecal coliform detected in samples
Indonesian President Prabowo Subianto has called for stricter regulations and sanctions against those who use slash and burn methods to clear land, as the country struggles to contain wildfires that have been raging for weeks. Indonesia is battling its most intense wildfires in 11 years, with “super El Nino” weather parching the country’s forests and fields. The islands of Borneo and Sumatra have been the worst hit, with the hazardous haze causing a spike in respiratory illnesses. Transboundary...
Under the Aravali Green Development Project, ₹250 crore has been invested in 19 districts for soil development and plantation efforts
The survival of the pygmy hog depends on a thriving ecosystem
Marking World Ozone Day-2026, he asserts that the earth’s protective shield needs to be preserved for the health of the planet
In the latest In Focus Podcast, host K. C. Deepika discusses the contentious Eco-Sensitive Area proposal in the Western Ghats with expert TV Ramachandra, exploring its implications for this vital ecosystem.
Thousands of turtles arrived at La Escobilla beach in Oaxaca within 48 hours, sanctuary officials said.
Of the 3,897 people screened so far, 949 have the disease; of them, 550 are diagnosed of Chronic Kidney Disease and 399 of Chronic Kidney Disease of Unknown Aetiology, the report says, adding that the findings warrant a closer examination of the environmental and occupational factors
Nesta sexta-feira (11) em que se celebra o Dia do Cerrado, o Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe) divulgou uma boa notícia para o bioma brasileiro: os alertas de desmatamento caíram 18,9% no mês de agosto, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Segundo o Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter) do Inpe em agosto o Cerrado perdeu 238 quilômetros quadrados (km²) de vegetação nativa, enquanto em agosto do ano passado foram 294 km². Este foi o segundo melhor resultado para o bioma em um mês de agosto da série histórica, iniciada em 2018. Notícias relacionadas:Dia do Cerrado: Guimarães Rosa denunciou riscos ao bioma, diz bióloga.O dado trimestral, que demonstra melhor a tendência, também houve queda: “No Cerrado, como um todo, a gente tem percebido, quando a gente olha para o dado trimestral, que essa redução vem com uma certa constância nos últimos três anos. Isso é fruto de um trabalho de engajamento do governo federal com os governos estaduais para reduzir esse desmatamento”, disse Cláudio de Almeida, coordenador do Programa de Monitoramento da Amazônia e demais Biomas do Inpe. Amazônia Enquanto o número foi positivo para o Cerrado, na Amazônia houve aumento de 12,1% na área desmatada em agosto, saltando de 319 km² no ano passado para 358 km² em 2026. No trimestre de junho a agosto o resultado demonstrou queda em relação ao ano passado e representou o segundo melhor resultado para o período na série histórica. Em entrevista à Agência Brasil, o coordenador do Inpe explicou que apesar de no trimestre ainda haver uma tendência de queda, o aumento em agosto demonstra certa preocupação. “Ainda é muito abaixo de níveis anteriores, mas é sempre uma preocupação de que isso saia do controle. O desmatamento é um eterno controle: você tem que estar sempre olhando para o que está acontecendo para evitar que você tenha um novo pico. Um mês [de variação] apenas pode ser simplesmente um período extraordinário, uma coisa diferente. Mas se isso se repete no mês seguinte, aí já acende uma luz amarela”, explicou. Presente à entrevista para divulgação do resultado de hoje (11) na capital paulista, o ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, celebrou a queda do desmatamento no Cerrado, mas demonstrou preocupação com a Amazônia. Ele ressaltou que esse aumento ocorreu principalmente no Pará, estado onde foram cessadas as ações de apoio da polícia com os órgãos de fiscalização ambiental. “Mesmo que nós saibamos que o dado de um mês no Deter não deva ser considerado como um indicador estruturado de tendência, já que três meses é o mínimo para a gente perceber um pouco como é que está essa avaliação, nós não podemos deixar de considerar que houve um aumento no mês de agosto e também não devemos deixar de considerar e de ter claro que esse aumento foi concentrado em um estado: no Pará”, disse o ministro. “Mas estamos reorganizando a ação federal para traçar uma ação imediata e reverter essas regiões onde houve aumento no mês de agosto”. Portarias Nesta sexta-feira, o ministro do Meio Ambiente assinou duas portarias. A primeira delas regulamenta as modalidades de pagamento por serviços ambientais. A segunda cria as Áreas Prioritárias de Recarga Hídrica no Bioma Cerrado (Aprhic), indicando as regiões onde serão concentrados os esforços de conservação e de restauração. “A portaria atualiza o paradigma da gestão dos recursos hídricos no Cerrado ao reconhecer, pela primeira vez em escala de bioma, o papel estratégico das áreas de recarga para a manutenção dos recursos hídricos e da segurança hídrica, especialmente nos períodos de seca”, explicou Yuri Salmona, doutor em Ciências Florestais pela Universidade de Brasília (UnB) e diretor executivo do Instituto Cerrados. Segundo ele, a portaria ajudará a transformar “o conhecimento científico em orientação oficial para políticas públicas”, contribuindo para a proteção e restauração dessas áreas e trazendo mais eficiência para a gestão dos recursos hídricos. "A grande dificuldade que nós temos é como otimizar o uso de recursos, tanto financeiros como humanos. Quando esse mecanismo apresenta as áreas prioritárias, isso permite organizar melhor os investimentos", disse o ministro, ao assinar a portaria. "Com isso, vamos melhorando a saúde de um bioma que vem sofrendo muito ao longo do tempo." Para monitorar esses dados, foi lançada hoje uma plataforma que vai permitir visualizar essas áreas prioritárias referentes ao cerrado. “A plataforma transforma os dados científicos em inteligência espacial para apoiar decisões de gestores públicos, órgãos ambientais, comitês de bacia e sociedade civil”, disse Salmona. A plataforma está disponível para consulta por meio do site https://aprhc.cerrados.org/ .
As rising seas push salt into the world's largest mangrove, traditional medicinal plants are being lost.
The EU’s climate monitor said on Thursday that August was the hottest single month ever recorded globally, with ocean temperatures also reaching unprecedented highs as western Europe capped its warmest summer. In response to the assessment by the Copernicus Climate Change Service, the UN warned that until humanity weaned off fossil fuels, the planet would only push deeper into uncharted territory. Copernicus observations go back to 1940 but other evidence – such as ice cores, tree rings and...