Misconceptions about HIV still fuel discrimination, says APSACS chief at Red Run in Vijayawada
Salur student M. Naresh and Chirala’s E. Swathi win the State-level 5K run organised by the AIDS Control Society
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Salur student M. Naresh and Chirala’s E. Swathi win the State-level 5K run organised by the AIDS Control Society
US funding cuts caused sharp and lasting declines in HIV prevention, testing and treatment services at organizations serving some of the people most vulnerable to the virus in Uganda and Zimbabwe, according to new research.
A twice-yearly injection could revolutionise HIV prevention, but who gets access raises bigger questions.
Morreu neste sábado (19), aos 77 anos, o médico Paulo Roberto Teixeira, uma das referências em saúde pública no Brasil. Ele foi protagonista na criação da primeira resposta de governo à aids no Brasil, em 1983, época em que a doença era ainda pouco conhecida e marcada pelo estigma. Quando os primeiros casos da doença foram confirmados em São Paulo, Teixeira estava à frente do programa de hanseníase do estado. A experiência com uma doença que também era marcada pela exclusão, ajudou a desenhar para a aids uma política pautada no direito à saúde e ao respeito, que passava pela prevenção e assistência, incluindo o acesso aos antirretrovirais, e o trabalho em parceria com sociedade civil. Notícias relacionadas:Pessoas com HIV e aids falam de sua marginalização na sociedade.Em 2000, já à frente do Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde, Paulo Teixeira passou a denunciar que os preços dos medicamentos eram inviáveis para a manutenção do acesso universal ao tratamento de aids pelo SUS e passou a defender a quebra de patentes dos laboratórios farmacêuticos. Defendeu que a Lei de Patentes brasileira, aprovada em 1996, limitou o acesso à saúde e organizou um programa internacional de transferência de tecnologia entre países do Sul global para a produção de antirretrovirais genéricos. Esse movimento foi fundamental para que em 2001, a Organização Mundial do Comércio reconhecesse que o direito à saúde está acima das regras de propriedade intelectual e fortaleceu a luta dos países pobres pelo direito de acesso ao tratamento. A luta pelo acesso universal ao tratamento seguiu na OMS, quando Paulo Roberto Teixeira, assumiu em 2003 o Departamento de HIV/Aids da OMS e integrou a estratégia 3 by 5 que estabeleceu a meta de 3 milhões de pessoas vivendo com HIV em tratamento até o fim de 2005. Em nota, o Ministério da Saúde manifestou pesar pela morte de Paulo Roberto Teixeira, reconhecendo que ele foi um dos "nomes fundamentais da resposta do país à epidemia" e que Paulo Teixeira "dedicou a vida à defesa da saúde como direito, dos direitos humanos e do acesso universal à prevenção e ao tratamento".
O Ministério da Saúde de Fiji declarou emergência nacional causada pelo aumento de casos de HIV. Dados da pasta indicam que uma em cada 60 pessoas que vivem no arquipélago tem a infecção. Há cinco anos, a proporção era de uma pessoa soropositiva a cada 167 habitantes. Notícias relacionadas:Rio amplia vacinação contra a covid-19 para idosos e trabalhadores.HPV: dose é indicada a vítimas de violência sexual a partir de 2 anos.Testes clínicos fase 1 da polilaminina começam este mês.A população da ilha é estimada em menos de 1 milhão de pessoas. Ainda de acordo com a pasta, ao longo de 2025, um total de 2.106 pessoas foram diagnosticadas com HIV em Fiji – 16 vezes mais do que em 2019. Outro alerta trata especificamente de mulheres grávidas no país, já que duas em cada 100 gestantes vivem com HIV. Em 2025, pelo menos 59 bebês nasceram com o vírus por conta da transmissão entre mãe e filho, sendo que 18 morreram antes de completar o primeiro ano de vida. A pasta informou que ampliou o acesso gratuito a testes para detecção do HIV, a medicamentos de prevenção para pessoas em situação de risco para a infecção, ao tratamento para quem testar positivo e a agulhas para usuários de drogas injetáveis, de forma a não propagar a transmissão.