Fire breaks out at packing material manufacturing unit of jewellery group in Kozhikode
While no casualties have been reported, the fire caused extensive damage to machinery and stored packing materials
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While no casualties have been reported, the fire caused extensive damage to machinery and stored packing materials
A decretação do estado de emergência em 36 municípios pelo governo do Amazonas foi essencial para permitir a ajuda federal ao estado, que enfrenta uma onda de queimadas ligada ao fenômeno climático El Niño. A avaliação é do ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, que concedeu entrevista coletiva à imprensa neste domingo (11) para detalhar a força-tarefa para combater os incêndios no estado. A operação reúne diferentes ministérios, brigadistas, Forças Armadas e equipes de saúde, além de contar com 11 aeronaves. Na capital, Manaus, a piora da qualidade do ar levou à suspensão de eventos ao ar livre previstos para domingo (11) e segunda-feira (12). Notícias relacionadas:Amazonas recebe aeronaves para combater queimadas.Manaus atinge níveis graves de poluição do ar por fumaça de queimadas.Ibama apaga 229 incêndios no Amazonas e segue no combate ao fogo.Durante a coletiva, Góes destacou que, seguindo a legislação, o apoio federal só pôde ser formalizado após o governo do Amazonas ter decretado situação de emergência nos municípios afetados. Segundo o ministro, o reconhecimento sumário da medida pela União ocorreu no mesmo dia, com publicação no Diário Oficial da União (DOU), permitindo a mobilização de recursos, equipamentos e profissionais para atender à população. O ministro sobrevoaria de helicóptero algumas áreas afetadas pelos incêndios neste domingo. No entanto, a operação precisou ser cancelada devido às condições meteorológicas desfavoráveis, que comprometiam a visibilidade necessária para o voo. Força-tarefa federal A operação envolve o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a Defesa Civil Nacional, a Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério de Minas e Energia e as Forças Armadas. Entre os recursos mobilizados estão 11 aeronaves, incluindo dois aviões KC-390 da Força Aérea Brasileira (FAB), que chegaram ao estado neste domingo, com início das operações previsto para segunda. A estrutura também conta com brigadistas em campo e apoio logístico para o transporte de equipes, insumos e pacientes. A Força Nacional do SUS foi deslocada para reforçar o atendimento à população afetada pela fumaça e pelos incêndios. O Ministério de Minas e Energia atua para garantir o abastecimento de combustível em comunidades isoladas. De acordo com o ministro, o governo federal também havia realizado, há mais de 30 dias, oficinas de preparação com autoridades estaduais e municipais para discutir os efeitos das mudanças climáticas, os riscos associados ao El Niño, a estiagem e os incêndios florestais. Segundo a página Painel do Clima, mantida pelo governo amazonense, o estado acumula 6.901 focos de queimadas de 1º de outubro até este domingo (11), alta de 91,38% em relação ao mesmo período do ano passado. As regiões mais afetadas são o sul do estado, com 3.485 ocorrências, e a região metropolitana de Manaus, com 1.655. Ministro rebate críticas Durante a coletiva, Waldez Góes também respondeu às declarações do comandante do Corpo de Bombeiros do Amazonas, que havia afirmado, em entrevista a uma emissora de televisão, que o governo federal estaria negando ajuda ao estado. O ministro argumentou que a atuação direta da União dependia da formalização da situação de emergência pelo governo estadual, procedimento que, segundo ele, foi cumprido e reconhecido no mesmo dia. Ao defender a integração entre as autoridades, Góes criticou a politização da crise e cobrou a união dos órgãos responsáveis pelo enfrentamento dos incêndios. “Seria prudente que o comandante do Corpo de Bombeiros, em vez de tocar fogo, apagasse fogo, se juntasse aos brigadistas e às equipes da Defesa Civil Nacional, das Defesas Civis Municipais e Estadual”, declarou. O ministro acrescentou que, em momentos de crise, as autoridades devem priorizar as necessidades da população e atuar de forma coordenada. Qualidade do ar preocupa Em Manaus, a concentração de material particulado fino (MP2,5), um dos indicadores utilizados para avaliar a poluição atmosférica, atingiu níveis considerados críticos no sábado (10). Segundo os dados apresentados no briefing, a média registrada às 6h foi de 196,4 microgramas por metro cúbico (µg/m³), índice classificado como “péssimo” e igual ao constatado na sexta-feira (9). No início da noite, a concentração recuou para 46,4 µg/m³, faixa considerada moderada. Apesar da redução, o boletim técnico da Secretaria Executiva de Proteção e Defesa Civil Municipal (Sepdec) apontou risco de novos episódios de fumaça. A previsão indicava a possibilidade de concentração de 169 µg/m³ na madrugada de segunda-feira (12). A exposição à fumaça pode agravar problemas respiratórios e provocar irritação nos olhos e nas vias aéreas, especialmente em crianças, idosos e pessoas com doenças preexistentes. Eventos são suspensos Diante do cenário de poluição atmosférica, a Prefeitura de Manaus determinou a suspensão dos eventos ao ar livre promovidos pela administração municipal no domingo (11) e na segunda-feira (12). A medida atinge atividades nas Faixas Liberadas, a programação do Parque Cidade da Criança, eventos na Orla da Glória e no Parque Gigantes da Floresta, além da Feirinha do Boi Manaus, prevista para o Sambódromo e a Avenida do Samba. Segundo a prefeitura, a retomada das atividades dependerá da evolução das condições ambientais e dos indicadores de qualidade do ar monitorados pelos órgãos técnicos. A administração municipal informou que continuará acompanhando a situação e que a prioridade é preservar a saúde da população. Apoio depende de integração Ao defender a resposta conjunta aos incêndios, Waldez Góes ressaltou que o reconhecimento federal da emergência permite aos órgãos da União empregar recursos humanos, financeiros e materiais no atendimento aos municípios atingidos. “Quando o governo do estado do Amazonas decreta [a emergência] e a gente reconhece sumariamente, no mesmo dia, e faz publicar no Diário Oficial da União, todo o governo federal que for necessário atuar na resposta passa a ter legitimidade e legalidade”, afirmou o ministro. A mobilização ocorre em meio à combinação de incêndios florestais, estiagem e deterioração da qualidade do ar, com impactos tanto nas comunidades do interior quanto na população da capital amazonense.
Um novo prédio será construído para abrigar os laboratórios e salas destruídas no incêndio que atingiu a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) na noite de quarta-feira (7). Em visita ao campus, o ministro da Educação, Leonardo Barchini, anunciou nesta quinta-feira (8) que a obra terá início assim que for concluída a investigação sobre o incidente e estimou que isso deve ocorrer em 30 dias. Notícias relacionadas:Reitor da UFPE estima prejuízo de incêndio em cerca R$ 100 milhões .PF vai investigar incêndio na Universidade Federal de Pernambuco.“Houve uma perda muito grande nesse prédio em que funcionam vários laboratórios, entre eles o Nupit [Núcleo de Pesquisa em Inovação Terapêutica Suely Galdino], com pesquisas muito importantes para a Universidade Federal de Pernambuco e para o Brasil”, disse o ministro. Segundo Barchini, o novo prédio seguirá o projeto executivo de outro campus universitário, o de Sertânia, e deve ter o dobro do espaço do edifício incendiado, com cerca de 7 mil metros quadrados. A construção está orçada em R$ 28 milhões. O ministro afirmou ainda que os equipamentos destruídos serão recomprados e que outros ministérios que tinham investimentos no local, como o da Saúde e o dos Transportes, se comprometeram a colaborar. “O levantamento inicial nos mostra que é algo na ordem de R$ 100 milhões em investimento, e faremos todo esse investimento”. Continuidade das pesquisas O ministro da Educação disse que os estudantes que tinham bolsas de pós-graduação ganharão extensão de prazo para concluir suas pesquisas. Pesquisadores em fase final de doutorado também terão acesso a um chamamento especial para doutorado-sanduíche, no exterior, em laboratórios de países que já se comprometeram a apoiar a UFPE. “Esses estudantes não terão prejuízo. Manterão suas bolsas e poderão finalizar suas pesquisas. Os estudantes de mestrado também poderão acionar esse programa ou fazer parte de sua pesquisa em outras universidades brasileiras”. O reitor da UFPE, Alfredo Gomes, informou que há cerca de 200 dissertações e teses em andamento nos locais atingidos pelo fogo. Gomes disse ainda que o material que estava nos laboratórios foi inteiramente destruído pelas chamas e que não há risco de contaminação em áreas próximas, que incluem moradias estudantis da universidade. O reitor acrescentou que a Superintendência da Polícia Federal foi acionada diante de informações de ameaças à universidade. “É um absurdo que uma instituição pública com a tradição que tem a universidade federal seja alvo de ataques nas redes sociais. Repudiamos profundamente essa atitude. Pedimos abertura de investigação em relação às causas do incêndio e também à circulação de ameaças à nossa comunidade estudantil”, disse o reitor Investigações O delegado regional executivo da Polícia Federal, Rodrigo Bastos, relatou que robôs e drones foram utilizados para captar imagens da área atingida pelo incêndio, para que peritos já possam iniciar os trabalhos enquanto ainda não é possível entrar no local. “Estamos aguardando uma definição em relação à segurança do prédio para saber se os peritos podem entrar”, explicou. Bastos afirmou que peritos do Instituto Nacional de Criminalística especializados nesse tipo de trabalho e com equipamentos próprios para o caso chegarão a Pernambuco para reforçar as investigações. “São duas frentes: tentar identificar o que deu início ao fogo e tentar reconstituir a dinâmica dos fatos nos momentos que antecederam esses eventos”. disse o delegado. A Polícia Federal já começou a realizar oitivas que possam ajudar a esclarecer esse segundo ponto e deve continuar a colher depoimentos nos próximos dias.
Turkiye’s first domestically produced electric SUV, the Togg T10X burst into flames at a charging station.
It is being said that one of the boilers in the refinery premises exploded causing the blast and resulting in the smoke.