Israeli reporter’s ‘verbal attack’ ends Ireland football news conference
Israeli journalists asked coach Hallgrimsson about the Flydubai attack and alleged racist abuse by Ireland's players.
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Israeli journalists asked coach Hallgrimsson about the Flydubai attack and alleged racist abuse by Ireland's players.
O episódio Trabalho escravo doméstico: silêncio e servidão, do programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, venceu a categoria vídeo da 48ª edição do Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (30). A produção jornalística, que foi ao ar em 20 de abril de 2026, leva ao telespectador histórias de mulheres que foram submetidas a condições análogas à escravidão e discute formas de aprimorar o pós-resgate. Notícias relacionadas:Reportagem da Agência Brasil fica em 3º lugar no Prêmio Radar Saúde.Fotógrafo Tomaz Silva, da Agência Brasil, vence Prêmio Vladimir Herzog.EBC tem três finalistas no prêmio de jornalismo Vladimir Herzog.“Este trabalho é fruto de um esforço coletivo da equipe do Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, da qual tenho muito orgulho de fazer parte. Receber o 48º Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos é um reconhecimento que, para nós, também reafirma a importância e a responsabilidade da comunicação pública no Brasil”, destacou a repórter Marieta Cazarré. “Falar sobre trabalho escravo doméstico é especialmente desafiador porque essa violação acontece dentro das casas brasileiras, muitas vezes longe dos olhos da sociedade.”, acrescentou. São apresentados casos como o de Madalena Gordiano, que foi resgatada da situação de trabalho análogo à escravidão em Patos de Minas, no final de 2020. A reportagem conta que ela chegou à casa da família que a explorou como uma “afilhada”, mas foi submetida a mais de 30 anos de trabalho doméstico sem salário nem acesso a documentos. A repercussão desse caso na época em que veio a público levou a novas denúncias e a mais resgates de mulheres em situação de trabalho doméstico análogo à escravidão no país. Para Paulo Leite, editor de texto do programa, “é um orgulho imenso vencer um prêmio tão importante contando histórias que ficaram anos ou décadas escondidas. É a comunicação pública fazendo seu papel. Agradeço a quem topou conversar conosco e a todos que participaram desse projeto.” Já a produtora Patrícia Araújo agradeceu aos parceiros do Rio de Janeiro, São Paulo e da Rede Minas, que registraram com extrema sensibilidade cada depoimento dessas mulheres que tiveram anulados seus direitos, sua identidade e sua dignidade. “Nós só colocamos luz sobre essas histórias, esperando que os horrores da escravidão doméstica não mais se repitam no País. Daí a importância de um Prêmio como Vladimir Herzog, que reconhece o jornalismo público como fonte de Direitos Humanos no Brasil. Muito honrada!” Participaram da equipe de produção do episódio Marieta Cazarré, Paulo Leite, Ana Graziela Aguiar, Ana Passos, Cleiton Freitas, Patrícia Araújo, Gabriel Penchel, JM Barboza, Rogério Verçoza, Sigmar Gonçalves, Alexandre Souza, Marcelo Vasconcelos, Rafael Carvalho, Rivaldo Martins, Aleixo Leite, Caroline Ramos, Wagner Maia. Assista ao episódio premiado do Caminhos da Reportagem O Caminhos da reportagem também concorria ao prêmio com outro finalista, o episódio O Eterno Abril de Carajás: 30 anos de um massacre. O programa repercute uma das maiores repressões policiais da história do país no campo, que resultou em 21 mortes e dezenas de feridos em Eldorado do Carajás, no Pará, em 1996. O programa foi exibido em 13 de abril de 2026. Participaram da produção Thiago Padovan, Acácio Barros, JM Barboza, Rafael Carvalho, Márcio Garoni, Rodrigo Botosso, Nelson Lin, Fábio de Albuquerque. Assista ao episódio que também foi finalista da premiação A Agência Brasil também foi premiada nesta edição do Vladimir Herzog. A foto Viúva se despede do marido morto na operação policial mais letal do Rio de Janeiro, do fotógrafo Tomaz Silva, foi a escolhida pelo júri da premiação. A fotografia retrata a dor de Fernanda da Silva Martins, ao abraçar o corpo do companheiro, morto na operação policial mais letal da história do Rio de Janeiro, em outubro de 2025. A imagem foi republicada em jornais e sites do país e do exterior. A premiação é uma homenagem ao jornalista Vladimir Herzog, torturado e assassinado pela ditadura militar em 25 de outubro de 1975, nas dependências do Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), em São Paulo. O DOI-Codi foi o principal órgão de repressão política, detenção e tortura do regime militar (1964-1985) .À época, a versão oficial apresentada pelo regime militar era de que Herzog havia cometido suicídio. Missão pública A presidente da EBC, Antonia Pellegrino, destacou a relação entre os trabalhos premiados e a missão do jornalismo público. "Os dois trabalhos premiados levam o público a lugares onde a dor costuma ficar escondida: o chão da Penha no dia da operação policial mais letal da história do Rio e o interior das casas onde mulheres ainda são mantidas em condição de escravidão. Essa é a vocação do jornalismo público: dar visibilidade a quem o país insiste em não ver e colocar os direitos humanos no centro da cobertura. O Prêmio Vladimir Herzog carrega a memória de um jornalista assassinado pela ditadura por fazer o seu trabalho. A EBC foi premiada duas vezes nesta edição. Esse resultado mostra a consistência das equipes da Agência Brasil e da TV Brasil. Parabenizo Tomaz Silva, Marieta Cazarré e toda a equipe do Caminhos da Reportagem. Parabenizo também Thiago Padovan e os colegas de O Eterno Abril de Carajás, que chegaram à final", disse Antonia. A diretora de Jornalismo da EBC, Myrian Pereira, também reconheceu o trabalho das equipes da empresa. "Esses dois prêmios são motivo de orgulho para a EBC e reconhecem a força das nossas equipes. Tanto a fotografia de Tomaz Silva quanto o Caminhos da Reportagem sobre trabalho escravo doméstico colocam no centro pessoas cujas dores e histórias precisam ser vistas e ouvidas. São trabalhos que rompem o silêncio, expõem violações e nos convocam a enfrentar essas realidades. Esse é o compromisso do jornalismo público que fazemos: informar com rigor e sensibilidade, em defesa dos direitos humanos e da democracia", disse Myrian.
A Agência Brasil conquistou o terceiro lugar no Prêmio Radar Saúde 2026, promovido pelo Instituto Todos Pela Saúde, com a matéria Brasil deverá ter centro para enfrentamento de emergências em saúde, de autoria da jornalista Elaine Patrícia Cruz. A reportagem mostrou o planejamento governamental na criação de infraestruturas para o combate rápido a surtos e crises sanitárias em território nacional. Notícias relacionadas:Brasil deverá ter centro para enfrentamento de emergências em saúde .Fotógrafo Tomaz Silva, da Agência Brasil, vence Prêmio Vladimir Herzog.Foram inscritas 16 reportagens produzidas por jornalistas que participaram do 1º Treinamento em Vigilância e Saúde Pública, ministrado para profissionais de imprensa. Os vencedores foram divulgados nesta quarta-feira (30). Em primeiro lugar ficou a reportagem O que o ebola no Congo revela sobre a próxima emergência global, do Nexo Jornal. O segundo colocado foi o Portal Dráuzio Varella, com a matéria O SUS está preparado para a próxima pandemia?.
Here’s a look at what it was like behind the scenes of the coverage you saw online and on TV.
Chief Minister says sections of media are abandoning professional norms; calls for credible journalism and healthy criticism
Nigerian journalist and content creator Charity Ekezie believes the best way to challenge negative stereotypes about Africa is to laugh at them.
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) lançou, nesta terça-feira (15), duas cartas abertas para as candidaturas à presidência da República e ao Congresso Nacional. As cartas tratam dos pleitos da categoria, alertando para a precarização e retirada de direitos dos jornalistas no país e a necessidade de regulamentação das plataformas digitais. “O avanço das plataformas digitais, situadas majoritariamente nos Estados Unidos, e a utilização de recursos como a chamada ‘inteligência artificial’, desafiam a soberania brasileira e colocam em xeque o futuro da profissão jornalística, já que essas empresas se apropriam do conteúdo produzido por nossa categoria sem nenhum tipo de contrapartida financeira”, diz a Fenaj em uma das cartas. Notícias relacionadas:Assédio e sobrecarga ameaçam saúde mental de jornalistas, diz pesquisa.EBC promove capacitação sobre cobertura jornalística de feminicídios.“A utilização de conteúdo jornalístico por essas ferramentas deve não apenas assegurar transparência, mas remuneração justa a quem produziu a informação”, acrescenta. Entre as reivindicações da entidade, estão a aprovação do Piso Salarial Nacional e o combate à “pejotização”, que contrata pessoas físicas como se fossem empresas, e não lhes confere os direitos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). A Fenaj também defende a criação do Fundo Nacional de Apoio e Fomento ao Jornalismo (Funajor), que seria abastecido pela tributação das grandes plataformas multinacionais, para viabilizar a diversidade regional, comunitária e independente. Comunicação Pública Na carta aos candidatos ao cargo de presidente da República, a entidade defende o fortalecimento da Empresa Brasil de Comunicação como instrumento de garantir “conteúdos comprometidos com a cidadania e a democracia”. “A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) deve, portanto, ser um pilar fundamental para o sistema público de comunicação de nosso país, por meio do fortalecimento de sua autonomia editorial e da garantia de financiamento público adequado e permanente”. Lei Multimídia Aos candidatos a cargos no Congresso Nacional, a Fenaj pede a revogação da Lei do Multimídia. A lei, sancionada em janeiro de 2026, cria a figura de um profissional apto a exercer diversas funções, como criar, produzir e editar conteúdos, entre outras atribuições. “É um risco concreto para o futuro de nossa profissão, ao sobrepor uma série de funções historicamente regulamentadas para nossa categoria”, diz a entidade. Confira aqui a carta aos candidatos a presidente da República.
From typewriters and landlines to pagers, email and smartphones, technology has transformed the way journalism is practised. Reporting has become faster and more immediate, but the old rhythms of journalism have faded. As news moves at the speed of a message, reporters have lost time once spent building relationships, having conversations and discovering stories beyond the official version
He commended The Hindu for its exclusive reports on major incidents that had changed the course of the nation and said its accurate reporting had helped governments in nation-building
For five decades, the district correspondents chronicled the changing face of united Andhra Pradesh, taking the newspaper beyond capitals and corridors of power into villages, conflict zones and remote hinterlands. From painstaking trunk-call filings to laptops and digital reporting, they brought grassroots voices, rural concerns, political shifts, social movements and crises to readers, becoming the quiet pillars of the newspaper’s credibility and legacy. They laid the foundation for what became one of the strongest district reporting networks among English-language newspapers in the State
Israeli bombing seen behind journalist reporting from Lebanese village
A section of readers said they relied on The Hindu for political news because they considered its reporting credible and less sensational