NYC police arrest Susan Sarandon, other celebrities protesting Netanyahu
Rights groups accuse UN of hosting a 'war criminal' as delegations walk out during Israeli prime minister's speech.
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Rights groups accuse UN of hosting a 'war criminal' as delegations walk out during Israeli prime minister's speech.
Dozens of delegates walked out in protest as he took the podium, with the Israeli leader labelling them "moral cowards".
Dozens of delegates walked out of the assembly hall as Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu began his UN speech.
Experts warn the UN faces crises of funding, relevance, and Security Council gridlock.
In tonight's edition, the United States is withholding a visa for Sudanese army chief al-Burhan ahead of his scheduled UN appearance. Also, Ghana’s beefing up its drugs authority in the wake of major drug busts in France, Belgium and South Africa. And it’s back-to-school season in Ivory Coast.
Em discurso na sede das Nações Unidas (ONU), o presidente dos Estados Unidos (EUA) Donald Trump criticou as iniciativas globais de regulação e governança da Inteligência Artificial (IA). “Os Estados Unidos também rejeitam totalmente qualquer tentativa de criar um esquema globalista para controlar a inteligência artificial”, afirmou, durante o discurso na abertura da 81ª Assembleia Geral da ONU, nesta quarta-feira (22). Notícias relacionadas:Na ONU, Trump ameaça novamente usar força militar na América Latina."O Brasil não cabe no quintal de ninguém”, diz Lula em discurso na ONU.ONU vive momento crítico, diz Lula ao citar indignação com guerras.A China e os EUA lideram iniciativas distintas que buscam influenciar a cadeia produtiva em torno da IA. De um lado, a iniciativa de Washington prevê um sistema com “parceiros confiáveis” para controlar o desenvolvimento da IA. De outro, a proposta liderada por Pequim convoca todas as nações para participar da governança da IA por meio de sistemas de códigos abertos, que permite a apropriação da tecnologia por qualquer empresa ou organização. >>Waico e Pax Silica: entenda disputa entre China e EUA por futuro da IA O especialista em governança de IA Ettore Arpini, fundador da organização Plures de apoio a profissionais para atuação em IA, destacou à Agência Brasil que a posição de Trump se opõe a diversas iniciativas, inclusive na ONU, com objetivo de deixar as empresas sem regulação alguma. “Isso é totalmente contrário ao movimento de outros países de formar uma aliança de potências médias para colaborarem, para trazerem de novo um multilateralismo e criarem um modelo de governança e de regulamentações internacionais para IA”, comentou. Limites à IA O presidente dos EUA Donald Trump ainda rejeitou que o país vá limitar o avanço do desenvolvimento da IA e defendeu que, quem controlar a tecnologia, será o “vencedor” da nova revolução tecnológica. “No momento, estamos muito à frente da China e de todos os outros. E vamos manter essa vantagem. Vamos manter uma postura firme e decidida. Não vou sufocar o crescimento de algo que será maior do que a Revolução Industrial”, disse. Na última semana, líderes da indústria da IA nos EUA defenderam uma desaceleração no ritmo de desenvolvimento dos modelos mais avançados, que estariam evoluindo mais rapidamente do que os mecanismos de controle e segurança. Ao mesmo tempo, economistas tem apontado uma possível “bolha” no setor devido ao elevado nível de investimentos e dúvidas da capacidade de retorno desses recursos, o que poderia gerar crises financeiras com repercussões na economia global. “A intensa competição aumenta o risco de as empresas alocarem recursos em excesso a projetos de investimento com retornos ainda incertos, tornando todas as empresas vulneráveis a decepções nos resultados da IA”, diz informe do Banco de Compensações Internacionais (BIS). Superinteligência Ainda no discurso da ONU, Trump ainda prometeu mudar o nome da tecnologia para “superinteligência”. “Daqui para frente, será oficialmente chamada de superinteligência. Mudamos o nome porque o uso da palavra "artificial" faz a inteligência parecer falsa”, afirmou. O especialista Ettore Arpini, do Plures, destacou que é problemático chamar a IA de superinteligência, o que pode mais confundir que ajudar, e favorecer a posição dos EUA na corrida pelo controle global da IA. “Tem uma dimensão política também, porque em Washington tem uma narrativa de que os Estados Unidos liderem a IA. Chamar a AI de superinteligência também ajuda a construir essa narrativa que favorece os EUA”, comentou. Para Arpini, o importante não é definir se é ou não inteligência. “Isso pode até nos distrair. O que importa é quais capacidades esses sistemas têm, quão autônomos eles são, quem os governa e quais consequências produzem sobre a sociedade - e quais países estão se preparando”, finalizou Analistas críticos da IA, como o cientista brasileiro Miguel Nicolelis, apontam que o termo “inteligência” da IA é uma metáfora ou estratégia de marketing para sugerir que a tecnologia possui capacidades humanas que, na realidade, os sistemas não dominam. Seria uma forma de valorizar os serviços que as gigantes da tecnologia vendem.
Em discurso de quase 40 minutos na sede das Nações Unidas (ONU), o presidente dos Estados Unidos (EUA) Donald Trump voltou a fazer ameaças de uso da força militar em países da América Latina e Caribe para garantir os interesses da Casa Branca na região. “Nossas ações na Venezuela provam que os EUA não permitirão mais que ameaças à América [EUA] ganhem terreno em qualquer parte do Hemisfério Ocidental. E, se necessário, usaremos nosso poderio militar inigualável para garantir os interesses nacionais vitais dos EUA”, disse. Notícias relacionadas:"O Brasil não cabe no quintal de ninguém”, diz Lula em discurso na ONU.ONU vive momento crítico, diz Lula ao citar indignação com guerras.Secretário-geral da ONU alerta para avanço de guerras e riscos da IA.Trump participou, nesta terça-feira (22), da abertura da 81º Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Ele discursou logo após o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, que ressaltou, entre outros temas, que o Brasil “não cabe no quintal de ninguém”. O presidente dos EUA Donald Trump destacou, em seu discurso na ONU, a invasão ilegal promovida contra a Venezuela, em janeiro deste ano. Ele comemorou o “acordo” petroleiro firmado com a presidente encarregada Delcy Rodríguez, que garante o controle de até 21% do petróleo da Venezuela a uma empresa ligada ao Pentágono. “Foi uma guerra, mas talvez seja o maior negócio já realizado. Ao vencedor pertencem os espólios; todos vocês já ouviram isso”, comentou Trump. Os EUA invadiram a Venezuela e sequestraram o presidente Nicolás Maduro alegando que Caracas seria um “narcoestado”, argumento rejeitado por especialistas. Após a prisão de Maduro, o Departamento de Justiça dos EUA retirou a acusação de que ele lideraria o suposto “Cartel de Los Soles”. A existência desse grupo não é consenso entre especialistas. Na semana passada, os EUA retiraram a Venezuela da lista de países que não combatem o narcotráfico, onde estava desde 2005. Trump ainda voltou a fazer ameaças a Cuba. A delegação da ilha caribenha se retirou do plenário da ONU durante a fala do presidente dos EUA em sinal de protesto. Trump compara cartéis ao ISIS Ainda durante o discurso na ONU, Trump voltou a comparar os cartéis de drogas da América Latina a organizações terroristas. Segundo ele, esses cartéis são semelhantes ao ISIS, grupo terrorista com origem no Iraque e na Síria. “Acionei as Forças Armadas dos Estados Unidos para eliminá-los. Os cartéis são o ISIS do Hemisfério Ocidental”, disse. Além do Trump, secretários de Estado dos EUA têm feito essa comparação para justificar possíveis ações militares em países da região. Analistas vem alertando que essa posição da Casa Branca pode ser usada como “pretexto” para interferir na política interna dos países latino-americanos. Trump fez menções diretas ao México. Disse que tem boas relações com o governo de Claudia Sheinbaum, mas que é inaceitável que os EUA façam fronteira com um país que é o “epicentro da violência dos cartéis”. “Portanto, o México deve retomar o controle de seu território das mãos dos inimigos da humanidade”, afirmou o presidente dos EUA. A presidenta mexicana vem elevando o tom contra medidas dos EUA que considera ingerência em assuntos internos. Claudia Sheinbaum têm defendido que a luta contra os cartéis não pode servir de “desculpa” para intervenções externas. Lula Antes da fala de Trump, o presidente Lula destacou que a América Latina e o Caribe vivem sob pressão por estarem próximas da maior potência militar do planeta. “Voltamos a presenciar a ingerência externa em processos eleitorais, a divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais”, destacou, ao citar os casos recentes de interferências na Venezuela, Haiti e Cuba.
US President Donald Trump launched a full-throated defence of the deeply unpopular US-Israeli war against Iran before the UN General Assembly on Tuesday, claiming that Washington would reach a deal with Tehran after the upcoming US midterm elections. Trump also rejected the idea of global regulation of artificial intelligence, said the government of Cuba would soon "fall", and urged member countries of the International Criminal Court to "resign".
US President Donald Trump told the United Nations General Assembly on Tuesday that he would have to decide whether to “annihilate” Iran if Tehran fails to reach a deal to end the war in the Middle East. He added that he believed an agreement was possible after the US midterm elections in November.
External Affairs Minister’s meetings with U.S. Secretary of State, Bangladesh Foreign Minister among several engagements set to be closely watched
US President Donald Trump told the UN General Assembly that he has a ‘big decision to make’ on Iran.
World leaders are gathering at the United Nations this week against a backdrop of wars in the Middle East and Ukraine, rising fears over artificial intelligence and mounting economic and climate pressures. The annual General Assembly will test whether the 193-member body can still bring countries together to tackle crises that increasingly transcend borders.
A report says the attacks, of which there have been at least 68, were not self-defence.
UN probe finds US unlawfully struck an Iranian school and sports centre, killing children; White House rejects findings.
The BBC understands Iranian President Masoud Pezeshkian and Foreign Minister Abbas Araghchi are among the delegates allowed to enter the US.
There are “reasonable grounds” to believe the US committed war crimes against civilians in Iran, who also face “gross human rights violations” from their own government, United Nations investigators said on Thursday. In their latest report, due to be presented to the Human Rights Council on Monday, the independent investigators urged the 47 countries in the council to press for an end to the war, hold those responsible for war crimes to account and give asylum to civilians fleeing...
O Ministério das Relações Exteriores (MRE) divulgou nesta quarta-feira (16) os detalhes da viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA), na semana que vem. Uma das expectativas é sobre o possível encontro de Lula com o prefeito da cidade, Zohran Mamdani, que tomou posse no início deste ano. Notícias relacionadas:Trump cita PCC e CV e diz que Brasil não conseguiu enfrentar facções.Brasil cria política para ampliar produção de minerais críticos.O prefeito novaiorquino é descendente de imigrantes e se tornou o primeiro muçulmano a ocupar o cargo. Ele se considera socialista e é favorável a temas como a causa Palestina, a ampliação da moradia acessível, o congelamento de aluguéis, a gratuidade do transporte público e a criação de políticas voltadas à redução do custo de vida, numa das cidades mais caras do planeta. O Palácio Itamaraty informou haver um pedido de encontro bilateral da parte do prefeito, bem como uma lista de outros pedidos, mas a reunião ainda não está oficialmente confirmada do lado brasileiro. Discurso Lula e sua comitiva desembarcam em Nova York no próximo domingo (20). No dia seguinte, o presidente brasileiro terá sua agenda dedicada a encontros bilaterais com autoridades e chefes de Estado. Na terça-feira (22), Lula se encontra com o secretário-geral da ONU, António Guterres, e em seguida comparece ao plenário da ONU onde fará o pronunciamento de abertura da Assembleia Geral, que tradicionalmente cabe ao presidente brasileiro. O tema deste ano é "Restaurando a confiança, administrando transformações: uma ONU que produza resultados para todos". O conteúdo do discurso de Lula ainda está sendo elaborado, mas o presidente deverá reforçar posições históricas do Brasil em defesa da reforma da ONU, defesa do multilateralismo, promoção da paz e da cooperação bilateral, além do combate à pobreza e à fome. "Nossa expectativa é que ele [discurso] contenha, em função do momento em que vivemos, uma defesa forte do multilateralismo como linha básica da política externa brasileira, nesse momento em que os conflitos se multiplicam a nível internacional", destacou o embaixador Carlos Márcio Bicalho Cozendey, secretário de Assuntos Multilaterais Políticos do MRE. Segundo o diplomata, Lula vai defender negociações de paz em torno das guerras em curso, um direito internacional humanitário e a não interferência em assuntos internos de outros países. A previsão é que o presidente retorne ao Brasil ainda na terça-feira, logo após o pronunciamento. O Itamaraty não informou sobre a expectativa de um encontro entre Lula e Trump, que não tem confirmação de nenhuma das partes. O presidente dos Estados Unidos é o segundo a falar, logo após Lula, e ambos eventualmente poderiam se cruzar nos bastidores do plenário. No ano passado, os dois líderes tiverem um breve contato, quando Lula deixava o palco após seu discurso e Trump se preparava para falar. Na ocasião, o encontro causou boa impressão nos dois presidentes e Trump posteriormente falou em "química excelente" entre eles. Foi o primeiro de três encontros entre os dois líderes desde então. O MRE confirmou que a comitiva brasileira será composta pelo chanceler Mauro Vieira e os ministros Esther Dweck (Gestão e Inovação em Serviços Públicos), Eloy Terena (Povos Indígenas) e Rachel Barros de Oliveira (Igualdade Racial). Ainda em Nova York, Mauro Viera deverá presidir uma reunião da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, iniciativa lançada pelo Brasil durante a presidência brasileira do G20, em 2024, para articular governos, organismos internacionais, instituições financeiras e organizações da sociedade civil em torno do enfrentamento da miséria e da fome em larga escala. Atualmente, a Aliança reúne mais de 215 membros, incluindo mais de 100 países.
The map, used extensively in the UNGA during the discussion on the India-backed 'Correct the Map' resolution, depicted Arunachal Pradesh and Aksai Chin as distinct regions caught between unspecified Indian and Chinese claim lines
The United Nations rights chief on Monday demanded accountability for swelling numbers of deaths in US immigration custody, and urged Washington to halt deportations to places where people face “irreparable harm”. Speaking before the UN Human Rights Council, Volker Turk highlighted that “four more people have died in US immigration custody since my last update to this council” in June. That meant there had been “a total of 23 deaths in 2026 alone”, he said, insisting that “there needs to be...