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Israel marked the third anniversary of Hamas’s October 7 attack on Wednesday with silent tributes and renewed strikes on Gaza as political debate intensified ahead of elections. Families gathered at the Nova festival site and Kfar Aza kibbutz. Gaza officials said strikes killed five people despite a year-old ceasefire agreement.
Danny Danon, Israel's ambassador to the United Nations, said that he does not accept attempts to make the anniversary of the October 7 attack about the continued impact on Gaza, as it was 'Hamas ideology' that brought the attack and suffering in Gaza. Danon said that while the military retains presence in Gaza three years after the attack and one year after the 2025 ceasefire agreement, Israel has 'no desire to to stay in Gaza or to run the city of Gaza.' (Source: Bloomberg)
As Israel gears up for its first elections since Hamas' Oct. 7, 2023, attack, Prime Minister Benjamin Netanyahu and his opponents are putting it at the heart of their campaigns. Three years on, the worst security failure in Israel’s history now threatens to end the career of its longest-serving prime minister. FRANCE 24's Noga Tarnopolsky reports from Jerusalem.
Three years after the October 7 attack, when Hamas militants killed at least 1,195 people in Israel – mostly civilians – the sites of the massacre near the Gaza border have become heavily visited memorials. They offer Israelis and Jews in the diaspora a place to honour those who were killed, as FRANCE 24’s Stéphane Amar reports.
On October 7, 2023, Hamas launched a series of deadly attacks on Israeli towns and military sites near the Gaza border in a massive, coordinated assault. We look back, hour by hour, at how the events unfolded that day and how it has become known as the biggest massacre that the Jewish state has ever seen.
Israel is marking the third anniversary of the October 7, 2023, Hamas terrorist attack on Wednesday with memorials across the country. At the site of the Nova music festival, where more than 300 people were killed, families gathered at dawn for a moment of silence and paid tribute in front of portraits both of festival-goers and security forces who died on October 7.
Nos três anos após o ataque do Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023, completados nesta quarta-feira (7), o Oriente Médio registrou uma sucessão de acontecimentos que modificou a correlação de forças na instável Ásia Ocidental por meio de guerras e da criação e do desmonte de alianças militares e políticas. O ataque do Hamas contra vilas ao Sul de Israel, que tirou a vida de cerca de 1,2 mil pessoas, foi seguido de uma resposta militar israelense classificada por especialistas como um genocídio, que destruiu cidades inteiras de Gaza, como Rafah e Khan Yunis, e causou a morte de mais de 74 mil pessoas. Trabalhadores realizam obras de restauração no histórico Mercado de Grãos, gravemente danificado por ataques israelenses, em Khan Yunis, no Sul da Faixa de Gaza, em 4 de outubro de 2026 - Foto: Reuters/Abdallah F.s. Alattar/Arquivo/Proibida reprodução Notícias relacionadas:Ataque israelense mata quatro pessoas em Gaza, dizem equipes médicas.Alunos voltam às aulas presenciais em Gaza depois de três anos.Oriente Médio: Gaza enterra 100 corpos recuperados nos últimos dias .Nesse intervalo de três anos, houve a queda do governo de Bashad al-Assad, na Síria, a guerra de Israel no Líbano com o Hezbollah, a guerra de Israel e Estados Unidos (EUA) contra o Irã, o fechamento do Estreito de Ormuz e, mais recentemente, o retorno do conflito entre os houthis do Iêmen e a Arábia Saudita. O professor de relações internacionais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Bruno Huberman avaliou, em entrevista à Agência Brasil, que o 7 de outubro foi um “ponto de virada” na história da região e reorganizou as alianças políticas e militares do Oriente Médio. “O bloco pró-EUA não existe mais porque teve um rompimento entre a Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos [EAU] com a guerra contra o Irã, onde a Arábia Saudita tentou manter uma agressividade não tão aberta, enquanto os EAU se juntaram a Israel para participar da agressão contra o Irã, ao lado dos EUA”, afirmou. Um dos resultados do rompimento dessa aliança foi a saída dos Emirados da Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep), cartel de nações petroleiras que tem na Arábia Saudita a principal liderança. Acordo militar de Meca Com o prolongamento da guerra contra o Irã, a Turquia, a Arábia Saudita e o Paquistão formaram, em 7 de agosto de 2026, o chamado de Acordo de Defesa Conjunta de Meca, que prevê que uma agressão a um desses países seria uma ação contra todos do grupo. Professor de relações internacionais da PUC-SP Bruno Huberman - Foto: Rovena Rosa/Arquivo/Agência Brasil Bruno Huberman avalia que a constituição desse bloco militar islâmico é um desdobramento do 7 de outubro. Apesar de formada por aliados dos EUA, como Turquia e Arábia Saudita, a aliança não apresenta o Irã como a grande ameaça da região. “Importante colocar que esse novo bloco ele não é anti-Irã. Não busca subjugar a República Islâmica do Irã e não têm no Eixo da Resistência [grupo de atores contrários à política dos EUA na região] a principal ameaça a estabilidade do Oriente Médio. Isso é uma mudança importante”, acrescentou. Guerras interligadas A professora de relações internacionais da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap) Isabela Agostinelli afirmou à Agência Brasil que as guerras após o 7 de outubro estão interligadas ao ataque do Hamas, que serviu para recolocar a questão palestina no centro da disputa regional. Isabela Agostinelli, professora de relações internacionais da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap) - Foto: Fecap/Divulgação “Depois do 7 de outubro, a questão palestina é recolocada no centro novamente a ponto de a Arábia Saudita, que estava na iminência de normalizar as relações com Israel, dizer que não há qualquer acordo possível sem uma solução para a questão palestina”, destacou. Para Isabela Agostinelli, Israel usou o 7 de outubro para expandir a guerra de Gaza para a Cisjordânia, o Líbano e o Irã com objetivo de transformar a ordem regional a seu favor. “Há um objetivo ali de basear essa ordem na desordem, no caos regional, em guerras intermináveis, que são muito lucrativas para a indústria de armas e de tecnologia que em Israel é muito forte”, disse à Agência Brasil. Na avaliação da pesquisadora, por trás dessa agenda está o projeto da Grande Israel, uma proposta que existe desde o início do movimento sionista, que deu origem ao Estado de Israel, e prevê a expansão do país do Rio Nilo ao Rio Eufrates, tomando partes do Egito, do Iraque, da Jordânia, do Líbano e da Arábia Saudita. Divisão no Golfo Outro desdobramento do 7 de outubro teria sido a fissura na unidade que existia entre os países do Golfo, reunidos no Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), formado por Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Omã e Arábia Saudita. “Omã se aproximou do Irã, e os demais países do Golfo estão meio desordenados, sem saber se ficam mais do lado dos Emirados, ou do lado da Arábia Saudita”, ponderou Bruno Huberman. Para o especialista do Observatório de Conflitos do Oriente Médio, o 7 de outubro de 2023 foi o acontecimento que deu início a essa reorganização dos blocos de poder no Oriente Médio por meio de uma sucessão de conflitos. “Hoje em dia são três blocos, não mais dois. Tem os ultra-aliados dos americanos, que são Israel e Emirados, principalmente. E você vai ter esse bloco intermediário, que são a Arábia Saudita, Paquistão e Turquia, que buscam a política de não alinhamento entre EUA, China e Rússia”, comentou. Eixo da Resistência enfraquecido Coordenador do Grupo de Estudos de Conflitos Internacionais (Geci) da PUC-SP, Bruno Huberman acrescentou que o 7 de outubro levou ao enfraquecimento do Eixo da Resistência, que é o grupo de atores que fazem oposição à política de Israel e dos EUA na região. Apresentado como terceiro bloco regional de poder hoje na região, o Eixo da Resistência teria perdido força, entre outros motivos, pela queda da Assad na Síria e o enfraquecimento do Hezbollah, no Líbano. “Só tem o Irã como uma força estatal e as demais forças não estatais estão muito enfraquecidas, particularmente o Hamas”, disse. Especialistas em Oriente Médio têm sustentado que o ataque do Hamas em 7 de outubro foi uma resposta do Eixo da Resistência aos chamados Acordos de Abraão. Costurados por Israel e EUA para normalizar as relações dos países árabes com Tel Aviv, esses acordos buscam afastar a exigência árabe por mudanças na situação dos palestinos. O professor Huberman destaca que um acordo entre Israel e Arábia Saudita poderia consolidar o Corredor Econômico Índia-Oriente Médio-Europa (IMEC), anunciado em 9 de setembro de 2023, um mês antes do ataque do Hamas. “Esse corredor logístico ligaria a Índia, Emirados, Arábia Saudita, Israel e Grécia. Ou seja, para a Europa deixar de depender da energia russa e das mercadorias chinesas, se aproximando da energia árabe e das mercadorias indianas. O 7 de outubro se localiza nisso”, ponderou. Por outro lado, Huberman acrescenta que também contribuiu para decisão do Hamas de atacar Israel o avanço da colonização israelense da Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, territórios palestinos segundo o direito internacional. “Foi uma resposta aos 70 anos de ocupação, 100 anos de colonização e do atual governo Netanyahu, que já vinha numa escalada agressiva desde a sua posse”, ponderou.
Israel marks the third anniversary of Hamas's October 7, 2023 attack on Wednesday, just weeks before an election in which the deadliest day in the country's history will be front and centre. Memorial events are planned throughout the day to pay tribute to the scores of people killed by militants led by the Islamist movement during their assault from Gaza. For more, FRANCE 24's Stuart Norval is joined by journalist Uri Schneider, reporting from Jerusalem.
Israel marked the third anniversary of Hamas's October 7 attack on Wednesday with intense political debate, weeks before elections in which the country's deadliest day will be front and centre. Accusations that Prime Minister Benjamin Netanyahu failed to stop Hamas's October 7 attack have threatened to poison his campaign, particularly since reports emerged suggesting the United Arab Emirates and Egypt had warned him of the imminent danger. FRANCE 24's International Affairs Editor Kethevane Gorjestani tells us more.
Three years after the deadly Hamas-led October 7 attacks in southern Israel, Prime Minister Benjamin Netanyahu is fighting for political survival ahead of legislative elections later this month. Reports that Arab leaders warned him of the assault in advance have undercut his claims that Israel's security chiefs are to blame, but his political base appears to be holding.
In an interview with FRANCE 24, Israeli former hostage Shoshan Haran said "we were naive" about Hamas before the October 7, 2023 attack on her kibbutz. Held in Gaza for 50 days, she recalled refusing to "show weakness" to her captors. She also called the accusations of genocide against Israel "a lie" and shared her late husband's last words.
Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu on Monday vowed there would be no Hamas rule in Gaza as he attended a memorial event marking three years since the militant group’s October 7, 2023 attack. Monday is a national day of remembrance for the deadliest day in Israel’s history, with flags lowered to half mast on public buildings from 6.29 am, the time the attack began. Speaking during a state ceremony at the Mount Herzl military cemetery in Jerusalem, Netanyahu said “we have achieved enormous...
Atlantic Staff Writer Vivian Salama tells Bloomberg This Weekend that Egypt’s then-intelligence chief Abbas Kamel made an unusual 67-minute trip to Israel less than two weeks before the Oct. 7, 2023, attack to warn Israeli officials that intelligence indicated Hamas was mobilizing for a major assault. Speaking with hosts David Gura and Christina Ruffini, Salama says Egypt was among several regional governments that raised concerns before the attack, while questions remain about who received the warnings and how Israeli officials responded. (Source: Bloomberg)
Reports are building that Israel rejected a Hamas offer to release all civilian hostages taken on October 7, 2023.
Benjamin Netanyahu travelled secretly to the United Arab Emirates over the weekend, Israeli media has reported, to ask its leader to deny claims he had warned the Israeli prime minister about a looming Hamas threat ahead of the Palestinian militant group's Oct. 7, 2023 attack on southern Israel. Netanyahu himself has confirmed making the secret trip, but denies he urged his UAE counterpart to do anything of the kind. France 24’s Douglas Herbert takes a closer look.
Israeli PM Benjamin Netanyahu has denied receiving advance knowledge of the 7 October 2023 offensive, claiming that security chiefs did not warn him.