UDF govt. shielding Pinarayi Vijayan in CMRL-Exalogic payoff, hawala cases: P.K. Krishnadas
The recent Supreme Court verdict has exposed the alleged understanding between the Congress and the CPI(M) in corruption cases, alleges BJP leader
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The recent Supreme Court verdict has exposed the alleged understanding between the Congress and the CPI(M) in corruption cases, alleges BJP leader
The French Institute of Pondicherry’s Director, Renaud Colson, reflects on the institute’s research legacy and its priorities for the future on the occasion of its 70th anniversary
A team of South Korean researchers has put forward a new date for the night sky depicted in Dutch painter Vincent van Gogh's famed masterpiece "The Starry Night". Art historians have long assumed the stars were a product of the artist's fantasy or dated the scene to June 1889 based on the artist's location and other details, but astronomical details like the sliver crescent moon don't line up.
O Ministério da Fazenda anunciou nesta quarta-feira (21) medidas para assegurar a aplicação da imunidade tributária prevista na Constituição nas importações para projetos de universidades públicas, institutos federais e instituições públicas de ciência, tecnologia e inovação. De acordo com o ministério, equipamentos, softwares e insumos importados por fundações de apoio em nome dessas instituições passam a contar com o amparo da imunidade tributária recíproca. Notícias relacionadas:Professor de ciências precisa de formação constante, diz pesquisadora.Estudantes de escolas públicas querem ensino e aprendizagem melhores.Câmara aprova redução de tributos para indústria química.A medida, segundo a pasta, permitirá que 100% dos recursos destinados à pesquisa sejam convertidos em tecnologia e insumos para laboratórios, sem perdas com tributação indevida. A iniciativa busca dar segurança jurídica às operações de importação voltadas à pesquisa pública e eliminar dúvidas sobre a manutenção da imunidade quando as fundações de apoio atuam na gestão dos recursos e nos procedimentos de aquisição e despacho aduaneiro. De acordo com o ministério, essa incerteza gerava risco de tributação e dificultava a compra de equipamentos, softwares e insumos para atividades de pesquisa. A Fazenda também definiu que a administração financeira dos projetos pelas fundações é apenas um mecanismo operacional e não altera a natureza pública dos recursos vinculados às universidades e instituições de pesquisa. Exigências Para ter acesso ao benefício, as operações deverão seguir uma série de exigências, como a realização da importação em nome da instituição pública, a movimentação dos recursos em conta exclusiva do projeto, a incorporação imediata dos bens ao patrimônio da universidade ou instituto beneficiado e a prestação de contas sujeita à fiscalização da Receita Federal e dos órgãos de controle. Segundo o governo, a medida deve reduzir gargalos burocráticos, ampliar a capacidade de desenvolvimento científico e tecnológico do país e acelerar o reaparelhamento de universidades públicas, institutos federais e instituições públicas de pesquisa. A medida também busca reduzir os efeitos das limitações do atual sistema de desoneração das importações para pesquisa científica, hoje condicionado a uma cota administrada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), apontada pelo governo como insuficiente para atender toda a demanda de universidades e instituições de pesquisa. As mudanças foram definidas após discussões entre a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), a Receita Federal, a Advocacia-Geral da União (AGU) e representantes das universidades federais.
In an age of AI-induced answers to complex mathematical problems, Chinese mathematician Sun Zhiwei maintains that curiosity and asking good questions are more important then ever. Over a career spent probing the edges of number theory, Sun, a 61-year-old professor at Nanjing University’s department of mathematics, has built a vast landscape of problems – more than 1,000 and counting – for the global research community to tackle. While traditional mathematical training emphasises mastering...
We have put together stories from our coverage on science from the past two weeks to help you stay informed. If you would like to see more of our reporting, please consider subscribing. 1. China breakthrough unlocks low-cost, high-margin sustainable aviation fuel Chinese researchers have developed a catalyst that converts synthesis gas into sustainable jet fuel – an advance that could boost production, help meet net-zero carbon goals and yield a gross profit margin above 50 per cent. 2. Landmark...
A hipertensão atinge 28,3% de crianças e adolescentes até 18 anos no Brasil. A pré-hipertensão alcança 11,6% dos indivíduos nessa faixa etária. Os dados são da pesquisa Brasil Coração Saudável da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). A hipertensão é mais frequente nos meninos de 15 a 18 anos (40,7%) e nos de menos de 7 anos (39,1%). Notícias relacionadas:Consulta pública avalia inclusão no SUS de remédio para hipertensão .Anvisa suspende lote de medicamentos para hipertensão e câncer de mama.Hipertensão: silenciosa e hereditária, doença pede mudança de hábitos.Entre 3 de junho e 7 de outubro de 2026, foram pesquisadas 6.092 crianças e adolescentes de 38 escolas dos seguintes estados: Minas Gerais (2.973); Rio Grande do Sul (3.059); São Paulo (60). O cardiologista Álvaro Avezum, membro da SBC e coordenador do projeto Coração Saudável, acredita que a redução da prática de atividade física, associada a uma alimentação inadequada e a hábitos de vida que favorecem o aumento do estresse, contribua diretamente para a elevação do risco cardiovascular, incluindo o desenvolvimento de obesidade e hipertensão arterial sistêmica. “Esses fatores, quando combinados, podem comprometer a saúde cardiovascular e aumentar a incidência de doenças cardiovasculares.” Segundo a pesquisa, uma em cada três crianças e adolescentes analisados tem excesso de peso: 19,5% sobrepeso e 13,6%, obesidade. O sobrepeso é maior nas meninas de 11 a 14 anos (24,0%), e a obesidade, nos meninos de 7 a 10 anos (17,1%). Com obesidade, quase metade tem hipertensão (48,4%). Quanto maior o peso, maior a proporção de hipertensão, chegando a 60,5% nos obesos de 15 a 18 anos. Telas Outro dado da pesquisa mostra que 59% ficam mais de três horas por dia em frente de telas e 66% fazem apenas de uma a duas horas de atividade física por semana, sendo que 93% praticam exercício na escola. Celular (86%) e TV (80%) são as telas mais usadas.
Chinese physicists have discovered that a tipping point – a threshold where a physical system rapidly shifts states – can possess a smooth mathematical structure resembling a doughnut’s hole, challenging a belief that the two phenomena must be studied separately. For decades, mainstream physicists have mostly treated critical phenomena, which describe how physical systems change at critical points, and topology, which studies the properties of geometry, as separate areas of research. A classic...
Pattanam’s archaeological discoveries reveal an ancient settlement connected to a vast network, but the wider research and educational programme was disrupted; reviving it could transform Pattanam into a global centre for multidisciplinary research, learning and community participation
A Johns Hopkins University scientist whose award-winning work suggests that a brief stomach bug could raise the risk of colon cancer has moved to China full time. Wan Fengyi, a professor at the Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, has joined Zhejiang University in Hangzhou, according to his new profile on the Chinese university’s website. Wan returned to China this month and now holds a chair professorship at Zhejiang University. He is based at a national laboratory at its Second...
Pattanam’s archaeological discoveries reveal an ancient settlement connected to a vast network, but the wider research and educational programme was disrupted; reviving it could transform Pattanam into a global centre for multidisciplinary research, learning and community participation
Professor Qian Jiang, a senior eye expert at Johns Hopkins University in the United States, has moved back to China full time to pursue research on eye transplants. For more than two decades, Qian built and ran the genetic data hub at Johns Hopkins’ renowned Wilmer Eye Institute. He was welcomed at a ceremony on October 5 at Sir Run Run Shaw Hospital in Hangzhou, part of Zhejiang University, the hospital said. At the ceremony, Qian said he would also work on “virtual cells” – computer models...
A US congressional committee has released details of investigations into dozens of researchers, many of them Chinese-American, revealing the scale of government scrutiny sweeping academia over alleged links to China. The documents – running to hundreds of pages – were released alongside a separate report by the House Select Committee on China. Titled “How to Stop China’s Theft of Taxpayer-Funded Research”, the report pushes back against arguments by universities and academic groups that tighter...
O marco legal para a realização de pesquisas clínicas no Brasil está impulsionando a participação do país em estudos globais. Esta é a avaliação de pesquisadores e representantes da indústria farmacêutica reunidos no fórum para jornalistas Saúde como Investimento, realizado em San Jose, capital da Costa Rica, entre os dias 6 e 8 de outubro. Dados da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) mostram que a posição brasileira no ranking de países que mais fazem esses testes subiu da 18ª para 12ª, de 2025 até o primeiro semestre de 2026. A associação também projeta que a 10ª posição possa ser alcançada em pouco tempo, com os novos investimentos previstos, superiores a R$ 2 bilhões anuais. Notícias relacionadas:Saúde aprova protocolo para tratar crianças com hemofilia A.Entenda o linfoma não Hodgkin, câncer que causou morte de Netinho.Anvisa proíbe canetas emagrecedoras sem registro vendidas na internet.A Lei 14.874, ou Lei de Pesquisa Clínica, tramitou no Congresso por quase 10 anos, sendo finalmente sancionada em maio de 2024 e regulamentada pelo governo federal em outubro de 2025. Este é o primeiro marco legal sobre pesquisas clínicas instituído no Brasil, atividade que antes era regulada apenas por normas do Conselho Nacional de Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). As pesquisas clínicas são uma etapa fundamental para o desenvolvimento de novos medicamentos, tecnologias e procedimentos de saúde. Geralmente contemplam três fases em que essas inovações são testadas em um número crescente de pessoas, para comprovar se são seguras e eficazes. Isso só acontece depois de testes bem sucedidos em laboratório e animais. No Brasil, as pesquisas clínicas só são permitidas após aprovação de um comitê de ética, responsável por resguardar os direitos dos participantes, e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que verifica se os procedimentos pretendidos atendem aos requisitos de boas práticas. Novos prazos A nova lei criou o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos, reorganizando os fluxos de trabalho dos comitês, e encurtou os prazos de análise. Agora, o parecer ético deve ser emitido em até 30 dias úteis, e a avaliação da Anvisa, em até 90 dias úteis, excluindo prazos de recurso e esclarecimentos. A presidente da Roche Brasil, Lorice Scalise, lembra que nos casos de pesquisas multicêntricas, que recrutam voluntários em diversas cidades, somente o prazo de análise ética poderia se estender por um ano, e só depois a análise sanitária era iniciada. Hoje, os dois processos podem ocorrem em paralelo. "Vamos supor que tem dez centros participando de um estudo. Antes a gente precisava da aprovação do comitê de ética local de cada centro de pesquisa. Agora um comitê acreditado é responsável por fazer a comunicação com os demais e dar o parecer final", explica. Scalise avalia que a lei simplificou a análise regulatória sem perder o rigor. "A Anvisa é uma das agências mais renomadas, é referência no mundo inteiro. A gente ainda tem alguns gargalos de fila (de processos para análise), mas todas as questões estão sendo trabalhadas. Hoje, a gente tem um excelente processo", acrescenta. De acordo com a presidente da Roche Brasil, a redução dos prazos aumentou a atratividade do Brasil, que já é um destino valorizado para pesquisas clínicas por causa da diversidade genética dos voluntários, o que produz resultados confiáveis para populações variadas. A nova legislação também possibilita que o país receba mais ensaios de Fase 1 e Fase 2, que envolvem uma quantidade menor de pessoas, mas têm exigências mais rígidas, já que a segurança do medicamento em humanos ainda está sendo avaliada. Somente a Roche pretende investir cerca de R$590 milhões por ano em pesquisas clínicas no país. Entre os estudos já em andamento, há novas medicações sendo testadas no Brasil para Alzheimer, Parkinson, câncer de mama, lúpus, e uma nova opção de caneta emagrecedora. A diretora de investigação clínica da farmacêutica, Danielle Galbiatti, destaca que essas cifras também promovem o desenvolvimento do setor científico do país: "É um movimento de união com centros de pesquisa, laboratórios. Com essa projeção e a vinda de novos estudos, existe a necessidade de capacitar os profissionais e as unidades" Com isso, a indústria também vem investindo na capacitação de centros das regiões Norte e Nordeste, para diminuir a concentração do Sul e Sudeste e garantir mais diversidade genética, social e cultural. "Um estudo é um ambiente controlado. O centro de pesquisa tem que ter uma equipe muito bem estruturada, porque esse paciente precisa de uma assistência diferente", complementa Galbiatti. Ela acredita que essa capacitação também será impulsionada pelo Programa Nacional de Inovação em Saúde, lançado em julho pelo governo federal. Entre os princípios do programa constam o fortalecimento da base científica nacional, a integração com o setor produtivo, e o incentivo ao desenvolvimento de tecnologias "emergentes e disruptivas", que sejam de interesse do Sistema Único de Saúde. América Latina Os esforços do Brasil estão alinhados com uma agenda de toda a América Latina. O diretor estratégico do Conselho Administrativo da Fundação de Pesquisa e Inovação da Costa Rica, Mario Urcuyo, declarou no evento que a profissionalização dos centros de pesquisa da região é "a parte mais importante" para enfrentar a grande concentração de investigações clínicas nos Estados Unidos e na Europa. "Temos um desafio muito importante, porque nem sempre contamos com coordenadores e monitores de pesquisa. Não existem carreiras profissionais específicas para essas funções e precisamos desenvolver essa estrutura ao longo do tempo", acrescentou. De acordo com ele, proporcionar que mais profissionais atuem em pesquisa clínica também gera benefícios para os pacientes em geral: "Proporciona ferramentas para melhorar a qualidade da assistência, porque os profissionais passam a ter acesso aos mais elevados padrões de qualidade, exigidos para a realização das pesquisas" Urcuyo defendeu ainda que as pesquisas clínicas oferecem uma grande oportunidade para pessoas com doenças graves acessarem medicamentos promissores de forma antecipada, ao participar dos testes. Benefício A pesquisadora do Centro Médico Nacional 20 de Novembro, referência em pesquisa e tratamentos de alta complexidade do México, Fedra Irazoque, acrescentou que mesmo os participantes incluídos no grupo de comparação, e que portanto não recebem a substância pesquisada, são beneficiados: "Estar no grupo placebo não significa ficar sem receber nenhum medicamento, mas sim receber o melhor tratamento já existente. E após algumas semanas, esse paciente também passa a receber a molécula ativa e pode se beneficiar da mesma forma" Fedra defende que marcos regulatórios, como o que foi aprovado no Brasil, sejam estabelecidos a nível regional. "Não é possível que o Brasil tenha uma regulamentação, a Costa Rica outra, o México outra, sem que cheguemos a um acordo para agilizar esse processo. Assim, poderíamos alcançar uma representatividade muito mais significativa" *O evento foi realizado pela farmacêutica Roche e a repórter participou a convite da empresa
A China-led international team has reported a new pre-earthquake phenomenon that has shown strong predictive potential for major earthquakes since 2022 with minimal failures. The anomalous seismic, magnetic and ionospheric resonance signals they observed – termed “seismo-ripples” by the researchers – are ringlike disturbance patterns triggered before earthquakes happen. Their findings challenge the long-standing scientific belief that these events are unpredictable, opening up a promising new...
O linfoma não Hodgkin tipo B, doença que tirou a vida do cantor Netinho na terça-feira (13), é um câncer do sangue que começa no sistema linfático ─ uma rede de vasos, gânglios e órgãos, como as amígdalas e o baço, que faz parte das defesas do organismo. Esse sistema coleta e redireciona para o sistema circulatório um líquido claro, chamado linfa, que contém células de defesa, os linfócitos, que exercem um papel vital no sistema imunológico e na proteção contra infecções. Notícias relacionadas:Cantor de axé Netinho morre em Salvador aos 60 anos.Saiba o que é adenocarcinoma pulmonar, câncer que atinge o papa.Homens costumam descobrir câncer de mama em estágio mais avançado.Os linfócitos ficam nos gânglios, também chamados de linfonodos, em regiões como o pescoço, axilas e virilhas. Nas pessoas acometidas pelo linfoma não Hodgkin, essas células de defesa sofrem mutações e se acumulam de forma desordenada nos linfonodos e em outros órgãos. Quando os linfócitos que se acumulam são do tipo B, caracteriza-se um linfoma não Hodgkin como o diagnosticado no cantor Netinho e em 85% dos casos da doença. Há ainda os linfomas de células T (ou de linfócitos T) e os linfomas de células NK (células natural killer ou exterminadoras naturais), que são menos comuns. A hematologista do Hospital A.C. Camargo Cancer Center Talita Maira Bueno da Silveira explica que, no caso específico do cantor, o linfoma não Hodgkin, apesar de ser do tipo B, era bem raro, por se caracterizar como um linfoma plasmoblástico, mais comum em pacientes imunossuprimidos. “É um tipo específico desse linfoma, mais agressivo e mais difícil de tratar. A chance de cura desse linfoma é uma chance menor do que alguns outros linfomas não Hodgkin mais conhecidos”, explicou a hematologista. De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca), 10.180 novos casos de linfomas não Hodgkin devem ser diagnosticados no país este ano, sendo 5.370 em homens e 4.810 em mulheres. Sintomas Os sintomas incluem gânglios aumentados, febre, suores noturnos intensos, perda de peso inexplicável e fadiga, variando conforme o subtipo e o ritmo de crescimento. Também podem aparecer erupção cutânea avermelhada, disseminada pelo corpo, náusea, vômitos ou dor abdominal, coceira, tosse, dor de cabeça e dificuldade de concentração. “As formas mais agressivas dos linfomas não Hodgkin podem ter estes e outros sintomas, que incluem dor no pescoço, nos braços ou no abdome, dificuldade para respirar, fraqueza nos braços ou nas pernas e em ambos, confusão mental”, destaca o AC Camargo Cancer Center. Fatores de risco Embora os pesquisadores ainda não saibam exatamente o que causa esse tipo de linfoma, alguns fatores de risco estão associados à doença, como idade, sexo, imunossupressão, doenças autoimunes, radiação e substâncias tóxicas. A lista de fatores de risco inclui ainda a exposição a infecções virais e bacterianas, como o vírus de Epstein-Barr, o HIV, o HTLV (vírus linfotrópico da célula humana) e a bactéria Helicobacter pylori. Diagnóstico O diagnóstico é feito por meio de exames, como biópsia de linfonodos, punção de medula, raio-X, tomografia, ressonância magnética e PET-CT. Também é feito o estadiamento, um processo que visa a definir a extensão do linfoma e se ele afetou outros órgãos. É por meio desse exame que se define o estágio do linfoma, cuja classificação vai de I a IV. A letra E, de extensão é acrescentada se o linfoma é encontrado em órgão fora do sistema linfático, e a letra S indica que a doença alcançou o baço. No estágio I, o linfoma é encontrado em apenas uma área de um gânglio linfático ou órgão do sistema linfático ou fora do sistema. Quando o estágio é o II, há presença em dois ou mais grupos de gânglios linfáticos do mesmo lado do diafragma. No estágio III, o linfoma está nas áreas de gânglios linfáticos acima e abaixo do diafragma. Já no estágio IV, a doença se disseminou para um órgão que não pertence ao sistema linfático e não está perto do gânglio linfático. Tratamento O tratamento depende do estágio, sintomas e estado geral do paciente, mas é comum o uso de quimioterapia, radioterapia e, em casos específicos, anticorpos monoclonais, terapia-alvo com a imunoterapia e transplante de células-tronco. A hematologista ressalta que, nos últimos anos, foram vistos muitos avanços no tratamento dos linfomas não Hodgkin, principalmente do tipo B, com a incorporação de novas estratégias, com drogas mais dirigidas para células tumorais e terapia celular. “Essa é uma nova modalidade de tratamento que não ataca diretamente o tumor, e, sim, reativa o sistema imunológico para que ele ataque o tumor”, afirmou. Atualmente, há duas modalidades de tratamento aprovadas para pacientes não curados com as terapias de primeira linha. “Temos o biespecífico, que é uma medicação que o paciente recebe, que reativa o sistema imune. O outro é a CAR-T comercial, que não é produzida aqui no Brasil, mas que podemos fazer nesses pacientes que são portadores de linfoma do subtipo B”, finalizou.
Aumentar o acesso gratuito a atividades culturais, como shows, filmes, espetáculos e exposições, é a principal expectativa dos brasileiros em relação às políticas públicas de cultura, segundo a pesquisa Hábitos Culturais, divulgada nesta quarta-feira (14). Para 42% dos entrevistados, esta deve ser a prioridade dos próximos governantes. O levantamento mostra ainda que apesar de ser direito garantido na Constituição Federal, nem todas as pessoas têm acesso igual à cultura. Enquanto 63% dos brasileiros das classes A e B foram ao cinema nos últimos 12 meses, apenas 18% das classes D e E fizeram isso. Notícias relacionadas:Patrimônio cultural, Círio de Nazaré reúne fiéis e turistas em Belém.Redução de desastres: especialistas defendem "cultura da prevenção".Os dados revelam que o custo, tanto do deslocamento, quanto de ingressos, é o principal fator que desmotiva as pessoas a participarem de atividades culturais presencialmente. Cerca de metade das que frequentam esses eventos gasta, por mês, R$ 100 com cultura. Outro fator é o medo da violência. "Como é possível observar por meio dos dados, o acesso à cultura realmente ainda é bastante desigual, sobretudo quando observamos pela perspectiva socioeconômica ou até mesmo de níveis de escolaridade entre os brasileiros", diz a coordenadora do Observatório da Fundação Itaú, Ana Maria Cardoso. "Apesar das disparidades, tais dados não significam que pessoas das classes sociais mais baixas ou com menor escolaridade deem menor valor à cultura; ao contrário, o que a pesquisa mostra é que existem barreiras que vão além da subjetividade individual ou mesmo do gosto pessoal que interferem diretamente nesse acesso", acrescenta. Demandas Nesse cenário, a demanda por mais acesso gratuito aparece como a principal. A pesquisa revela que um terço da população (32%) quer a criação de mais equipamentos ou instituições públicas de cultura, como museus, teatros e cinemas. São citados ainda, por 28% dos entrevistados, a melhoria, reforma, ampliação ou modernização dos equipamentos existentes, além do financiamento e incentivo à produção cultural independente, por 26%. Pouco mais de um a cada cinco participantes (22%) pedem o apoio a iniciativas culturais em favelas, periferias e comunidades tradicionais e a valorização e formação de artistas e profissionais da cultura (21%). "Os dados indicam que existem caminhos para avançar, tanto no que se refere à importância de fortalecer e ampliar a oferta de atividades culturais gratuitas, quanto na própria expectativa e entendimento da população sobre o direito cultural, uma vez que 32% da população dizem não saber que o acesso à cultura está garantido na Constituição e 27% afirmam não saber o que significa ter direito à cultura", ressalta Cardoso. Acesso à cultura O acesso à cultura é direito de toda a população brasileira, garantido na Constituição Federal. Os resultados da pesquisa mostram que a maioria das pessoas (68%) sabe disso. Apesar de garantido, esse acesso é desigual - 97% dos entrevistados das classes A e B participaram de alguma atividade cultural presencial nos últimos 12 meses, como ir a shows, a museus, teatros, cinema, entre outros. Já entre as pessoas das classes D e E, esse percentual caiu para 82%. Em algumas das atividades pesquisadas, essa diferença cai ainda mais. Segundo o levantamento, por exemplo, 63% dos brasileiros das classes A e B foram ao cinema nos últimos 12 meses e apenas 18% das classes D e E fizeram isso, uma diferença de 45 pontos percentuais. Um terço dos entrevistados (33%) disse que sequer há a opção de equipamentos culturais na região onde moram. Cultura é cara O preço, tanto com deslocamento, quanto com ingresso, é o principal fator que desmotiva as pessoas a participarem de atividades culturais presencialmente. Esse fator foi apontado por 35% dos entrevistados. Entre os que declararam ter gastos com atividades culturais presenciais, 46% dizem gastar mensalmente até R$ 100 com cultura. Outros 14% gastam entre R$ 101 e R$ 150; 15% desembolsam entre R$ 151 e R$ 200; e 8% declaram desembolso superior a R$ 400. Falta de segurança De acordo com o levantamento, a insegurança e a violência aparecem em segundo lugar (30%) como fatores que desmotivam ou desanimam os entrevistados a realizar atividades culturais presenciais, seguida por disponibilidade de horário (23%), cansaço e desânimo (21%), distância dos eventos (19%), lotação (19%) e falta de transporte (16%). O medo de assaltos ou furtos na região dos eventos culturais é apontado por 47% dos entrevistados. Falta de policiamento nas proximidades dos espaços culturais é mencionada por 43%. Riscos de furtos ou assaltos no trajeto foram mencionados por 29%. A violência contra as mulheres ou assédio nos espaços culturais é outro fator relevante. A questão foi apontada por 27%. O índice avançou 6 pontos percentuais frente aos 21% verificados no levantamento anterior. A preocupação é manifestada por 38% das mulheres e por 14% dos homens. Sobre a pesquisa A 7ª edição da Pesquisa Hábitos Culturais foi feita pelo Observatório Fundação Itaú, com apoio técnico do Datafolha. Participaram homens e mulheres de 16 a 65 anos, das classes A, B, C e D/E, residentes em todas as regiões brasileiras. Foram realizadas 2.448 entrevistas presenciais e individuais em 137 municípios, entre 7 e 20 de julho de 2026.
Two American economists, Robert E. Hall of Stanford University and Michael Woodford of Columbia University, have won the Nobel Memorial Prize in Economic Sciences for their work on economic stabilisation. Their research helps policymakers and central banks better understand economic fluctuations, manage recessions and inflation, and account for public expectations when shaping economic policy. The prize money, worth around $1.2 million, will be shared equally between the two laureates.
A mysterious glow of high-energy light in our Milky Way galaxy could be the remains of an extremely rare cosmic “gold factory”, according to a new study by Chinese and US researchers. The collision of two orbiting neutron stars – dead stars so dense that a teaspoon of their matter would weigh a billion tonnes – may have shone as brightly as Jupiter in the sky, they wrote in a paper posted last week on the preprint server arXiv, which has yet to be peer-reviewed. The violent smash spewed out...
Light has become more than a means of observation; it is a way to intervene, test, and uncover cause-and-effect relationships, said Nishith Gupta, professor of Biological Sciences at BITS Pilan
The frameworks suffers from critical flaws and vulnerabilities which include structural conflicts of interest in which ULBs act as self-assessors, said the report
New research has exposed a potential flaw in the memory-saving technology underpinning DeepSeek’s models, marking a rare challenge to a breakthrough that has helped the Chinese artificial intelligence lab close the gap with US rivals OpenAI and Anthropic with its low-cost approach. The findings were published late last month in a paper led by researchers from ByteDance and co-authors affiliated with Princeton University, Stanford University and the University of California, Berkeley. The study,...
Russian research reveals that the protein brazzein could help reduce blood sugar spikes.
Leading China’s mathematicians joined forces in Beijing on Sunday to launch an alliance aimed at integrating artificial intelligence into mathematical research. The Yau Laboratory Alliance for Mathematics and Artificial Intelligence is being spearheaded by Fields medallist Shing-Tung Yau, who warned that China was lagging behind the United States in using AI to advance frontier science. It will bring together eight leading institutions and aims to create a network of more than 1,000...
Materials scientist and chemist Antonio Facchetti, formerly of the Georgia Institute of Technology in the United States, has joined the Hong Kong University of Science and Technology as a chair professor in its newly established department of materials. Facchetti, who was elected to the US National Academy of Engineering last year for his “contributions to the engineering of commercially viable electronic materials and devices”, researches semiconductors, dielectrics for thin-film and...