‘Repair maadi’ workshops on at Indian Institute of World Culture in Bengaluru
People can walk in any time between 10 a.m. to 5 p.m. into the Indian Institute of World Culture on B.P. Wadia Road in Basavanagudi
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People can walk in any time between 10 a.m. to 5 p.m. into the Indian Institute of World Culture on B.P. Wadia Road in Basavanagudi
We have put together stories from our coverage on science from the past two weeks to help you stay informed. If you would like to see more of our reporting, please consider subscribing. 1. China breakthrough unlocks low-cost, high-margin sustainable aviation fuel Chinese researchers have developed a catalyst that converts synthesis gas into sustainable jet fuel – an advance that could boost production, help meet net-zero carbon goals and yield a gross profit margin above 50 per cent. 2. Landmark...
Wayanad aims to become the country’s first completely e-waste-free district by November 1
Many rural projects in Hong Kong start with funding, run for a year or two, then disappear when the money runs out. Good Old Soil, a community organisation, is trying to take a different approach on Lantau. Supported by the non-profit Land Education Foundation, the organisation works with farmers, young people, restaurants, craftspeople and businesses to build a local economy that can sustain itself after individual grants end. Founded in 2022, Good Old Soil opened a shop in Mui Wo that same...
O quinto Leilão do Eco Invest Brasil teve R$ 49,95 bilhões em propostas homologadas para investimentos verdes, destinados a seis cadeias produtivas ligadas à inovação e à transformação ecológica. A rodada recebeu uma demanda total de R$ 181,3 bilhões, apresentada por seis instituições financeiras. O resultado foi homologado nesta quarta-feira (7) pelo Comitê Executivo do Eco Invest Brasil, formado por representantes dos ministérios da Fazenda e do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Notícias relacionadas:Projeto mapeia caminhos para economia verde no Nordeste.Fazenda autoriza crédito de US$ 1 bilhão do BID para Eco Invest Brasil.Os recursos serão direcionados a fundos de inovação, crédito corporativo e projetos de pesquisa aplicada e empreendedorismo de base tecnológica. Números do leilão R$ 49,95 bilhões: potencial de investimentos homologados; R$ 181,3 bilhões: demanda apresentada pelos bancos; Seis cadeias produtivas contempladas; Seis instituições financeiras participantes; R$ 13,2 bilhões: capital público catalítico (dinheiro que mobiliza outros projetos); R$ 250 milhões: mínimo previsto em doações no primeiro ano 3,8 vezes: cada R$ 1 em aporte do Tesouro gera R$ 3,8 em recursos privados. Selecionados Participaram da disputa Banco do Brasil, Bradesco, Citibank, HSBC, Itaú e Santander. Ao final, quatro instituições foram selecionadas para estruturar os fundos e operações: Bradesco: circularidade de resíduos minerais, fertilizantes verdes e química verde, com R$ 28,5 bilhões em potencial de investimentos; Itaú: automação e inteligência artificial, com R$ 9,75 bilhões; Santander: minerais críticos, baterias e mobilidade elétrica, com R$ 6,5 bilhões; HSBC: combustíveis verdes avançados, biogás e biometano, com R$ 5,2 bilhões. O modelo prevê que cada instituição financeira atue em uma ou mais cadeias estratégicas, de acordo com sua capacidade de mobilizar capital privado. A cadeia de circularidade de resíduos minerais e industriais concentrou o maior potencial de investimentos, com R$ 11 bilhões. Na sequência, aparecem: Fertilizantes verdes, bioinsumos e proteínas alternativas: R$ 9 bilhões; Biomateriais e química verde: R$ 8,5 bilhões; Automação e inteligência artificial: R$ 9,75 bilhões; Minerais críticos, baterias e mobilidade elétrica: R$ 6,5 bilhões; Combustíveis verdes avançados, biogás e biometano: R$ 5,2 bilhões. Entre as atividades indicadas pelos bancos, a reciclagem e valorização de resíduos concentram R$ 8,8 bilhões, enquanto automação, robótica e manufatura inteligente reúnem cerca de R$ 8,11 bilhões. Biofertilizantes, bioinsumos e biodefensivos representam R$ 7,2 bilhões. Já baterias e sistemas de armazenamento de energia somam R$ 4,55 bilhões. Capital público Do capital público catalítico destinado à rodada, R$ 9 bilhões serão direcionados aos fundos de inovação e R$ 4,2 bilhões ao crédito corporativo. O mecanismo utiliza recursos públicos para reduzir riscos e estimular a entrada de capital privado. A chamada estrutura de blended finance busca ampliar o volume de recursos disponíveis sem transformar o dinheiro público em fonte prioritária de rentabilidade para as instituições financeiras. A alavancagem global do leilão ficou em aproximadamente 3,8 vezes. Na prática, cada R$ 1 de recursos públicos catalíticos deverá ajudar a mobilizar quase R$ 4 em capital público e privado. Além dos fundos e das linhas de crédito, os bancos selecionados terão de destinar recursos não reembolsáveis à pesquisa aplicada e ao empreendedorismo de base tecnológica. A previsão é de pelo menos R$ 250 milhões em doações no primeiro ano para universidades e instituições científicas, tecnológicas e de inovação. A intenção é aproximar empresas, instituições de pesquisa, startups e investidores, facilitando a passagem de novas tecnologias do desenvolvimento para a produção em escala. Os critérios do leilão também deram peso maior a propostas com participação de capital estrangeiro e a projetos desenvolvidos em parceria com universidades e instituições de pesquisa ou voltados à aquisição e internalização de tecnologias estrangeiras. Evolução do programa Criado no âmbito do Plano de Transformação Ecológica, o Eco Invest Brasil busca atrair investimentos privados, inclusive estrangeiros, para projetos relacionados à transição ecológica e ao desenvolvimento sustentável. Nos quatro primeiros leilões, o programa havia mobilizado mais de R$ 140 bilhões. Com os R$ 49,95 bilhões homologados na quinta rodada, o volume acumulado se aproxima de R$ 200 bilhões. O governo considera o programa uma das principais plataformas de financiamento climático e desenvolvimento sustentável do país, ao combinar recursos públicos, mecanismos de redução de riscos e investimentos privados de longo prazo.
A campanha #FazAXepa chega às redes sociais de restaurantes, empresas e às feiras e mercados com o objetivo de reduzir o desperdício de alimentos e transformar a forma como as pessoas percebem os alimentos que estão fora dos padrões estéticos, por causa de desafios logísticos ou falhas operacionais. A iniciativa do programa Brasil Sem Desperdício, uma cooperação das organizações sociais WWF-Brasil e o Waste & Resources Action Programme (Wrap), chama a atenção para a disparidade entre o desperdício de 30% do que é produzido pelo Brasil e a existência de 55 milhões de brasileiras e brasileiros, que vivem algum nível de insegurança alimentar, segundo dados do IBGE. Notícias relacionadas:Capital fluminense integra programa global de gestão de resíduos. Plataforma do BB reduz em 72% perda de comida em escolas públicas.“A iniciativa parte da compreensão de que o desperdício não acontece apenas por falta de planejamento, mas também por padrões culturais que nos levam a rejeitar alimentos perfeitamente próprios para consumo por questões estéticas ou pela ideia equivocada de abundância”, destaca Luiza Soares, líder do programa Brasil Sem Desperdício. Para aproximar o conceito do dia a dia das pessoas, a campanha faz uso do termo xepa, aplicado às sobras do fim da feira, para propor uma mudança de comportamento em que o que está fora de padrão ganha o valor de ingrediente fundamental na alimentação e nos negócios de todo o país. Ao longo de todo o mês de outubro, marcado pelo Dia Mundial da Alimentação, dia 16, a campanha terá ações com a atriz Laila Zaid e a chef Bel Coelho em feiras e restaurantes populares para debater o assunto. Também serão veiculados nas redes sociais do programa das empresas parceiras vídeos com entrevistas, declarações e receitas com alimentos maduros, rejeitados, fora do padrão estético ou próximos do descarte. De acordo com Luiza Soares, a expectativa é estimular uma reflexão coletiva sobre a forma como atribuímos valor aos alimentos e incentivar mudanças concretas de comportamento. “Queremos que mais pessoas passem a enxergar o aproveitamento dos alimentos como uma prática simples, possível e desejável”, diz. Para os organizadores da campanha, além da segurança alimentar, o desperdício de alimento também significa desperdício de recursos naturais e energéticos empregados na produção e descarte, que causam impactos ambientais e climáticos. “O desperdício de alimentos é, ao mesmo tempo, uma ineficiência econômica, uma pressão ambiental e uma injustiça social”, reforça Luiza. Para responder a essa ineficiência, a campanha busca o engajamento de todos os setores da sociedade, desde o consumidor até as grandes empresas que comercializam alimentos e as organizações sociais e pesquisadores que possam propor inovações e soluções para estancar o desperdício. “A transformação não virá de iniciativas isoladas, ela depende da capacidade de empresas, governos, academia e sociedade colaborarem em torno de um objetivo comum, compartilhando aprendizados e definindo novos padrões”, avalia Luiza Soares.
Hong Kong’s first five-year plan and latest policy address have put demographic sustainability on the public agenda. Among the measures announced are an extension of the newborn bonus scheme and increased financial support for the second and subsequent children. These are welcome steps. But the fertility debate should not be reduced to whether a bonus is large enough to change family decisions. The bigger challenge is whether Hong Kong can remain dynamic and competitive while its younger...