Maria Edgeworth, The Long Lost Godmother of Economics
How a Regency-era novelist helped shaped the field's early history.
This website’s original language is English. For translation, click the globe icon or choose Translate in the menu.
14 matching records found
How a Regency-era novelist helped shaped the field's early history.
Wheat futures are on track for the longest weekly slump in almost three decades, marking a stark reversal after the grain led a run-up across agricultural commodities earlier in the year.
Bess Freedman, Brown Harris Stevens CEO, joins Scarlet Fu and Tom Keene on "Bloomberg Money." They discuss the dynamic between mortgage rates and US housing supply. (Source: Bloomberg)
Tom Porcelli, chief economist at Wells Fargo, says US consumers are "roughed up," but they are still spending. He says wages are struggling, but consumers are still feeling pretty good because a wealth effect is in place. He is on "Bloomberg Money." (Source: Bloomberg)
The world is on the cusp of a “China shock 3.0” driven by exports of artificial intelligence (AI), biotechnology and robots, which could hit harder than the current wave, a leading economist on China has said. “We are already at the starting point of the China shock 3.0,” Alicia Garcia-Herrero, a senior fellow at Brussels-based think tank Bruegel and chief economist for Asia-Pacific at investment bank Natixis, told the South China Morning Post from Taipei after a virtual panel hosted by the...
The French glassmaker Duralex is known for its practically unbreakable tableware - and business model. It's been pulled back from the brink for the fifth time in 25 years, by an entrepreneur who is vowing a new, environmentally-conscious chapter for the manufacturer. Also in the show - high energy prices fuel inflation in the US just weeks before midterm elections, and Greenland hits back at Donald Trump's plans for 'massive oil, gas, and mineral exploration' there.
Os acadêmicos norte-americanos Robert Hall e Michael Woodford receberam, nessa segunda-feira (12), o Prêmio Nobel de Economia de 2026 por décadas de trabalho no desenvolvimento de modelos de base para estabilizar economias. Esses trabalhos são utilizados atualmente por bancos centrais e ministérios da Fazenda em todo o mundo. “Graças a eles, estamos mais bem preparados para lidar com choques na economia, como crises energéticas ou mudanças repentinas no nível de consumo das famílias”, afirmou John Hassler, presidente do Comitê do Prêmio de Ciências Econômicas, em comunicado. Notícias relacionadas:Nobel da Paz é concedido à jurista sul-africana Navi Pillay.Poeta e escritora canadense Anne Carson ganha o Nobel de Literatura.Nobel de Química vai para descoberta de imagem espelhada de moléculas.Woodford e Hall são frequentemente citados pelos principais bancos centrais do mundo que estão atualmente enfrentando o choque da inflação gerada pela guerra iniciada pelos Estados Unidos (EUA) no Irã. Uma das principais percepções dos laureados é que as economias só podem ser mantidas em equilíbrio levando em conta as milhões de decisões tomadas em nível micro por famílias e empresas, em vez de utilizar teorias de cima para baixo sobre o funcionamento das economias. “As autoridades não devem encarar a estabilização da economia como um exercício que se resume a pessoas acionando alavancas independentemente do que as pessoas na economia entendem sobre isso”, disse Woodford, de 70 anos, da Universidade de Columbia, a jornalistas. Em contraste com os choques do petróleo da década de 1970, quando os bancos centrais lutavam para combater a inflação, Woodford disse que uma nova estrutura foi útil durante a crise financeira global do final dos anos 2000 para reforçar as ferramentas tradicionais da política monetária. “Fazer declarações mais explícitas sobre a trajetória futura provável da política de taxas de juros, em vez de depender simplesmente da capacidade de reduzir ainda mais as taxas de juros imediatamente, foi uma parte importante da resposta política a partir de 2009”, disse ele. Além da chamada “orientação prospectiva” sobre a trajetória futura da política monetária, o trabalho de Woodford — e de Hall, de 83 anos, da Universidade de Stanford — promoveu outros conceitos utilizados atualmente, como a ideia de inflação “rígida”, em que as variações de preços se atrasam em relação às mudanças na demanda. Outro é o “hiato do produto”, uma medida da pressão da demanda que se acumula em uma economia e da eficiência com que os recursos estão sendo utilizados, sendo que o objetivo da política de estabilização é conduzir esse hiato para zero. Conceitos fundamentais Hall atuou como consultor do Departamento do Tesouro dos EUA, do Departamento de Justiça do país e do Conselho do Federal Reserve. Sua percepção, apresentada em artigo de 1978, de que as decisões das famílias sobre o consumo são um indicador perfeito de suas expectativas, foi utilizada por Woodford em um modelo sobre como o consumo é determinado. Hall chamou o prêmio de “surpresa maravilhosa”, em um comunicado. “Passei minha carreira tentando entender como a economia funciona”, disse ele. “Quando achava que tinha uma ideia nova, o próximo passo era descobrir se ela era realmente nova, se estava correta e se era relevante.” Woodford também demonstrou que os bancos centrais podem estimular ou conter a atividade econômica ajustando as taxas de juros, e não apenas por meio da quantidade de dinheiro em circulação. Esses conceitos continuam sendo fundamentais para a atuação dos bancos centrais atualmente. A orientação prospectiva tornou-se especialmente importante após a crise financeira de 2008, quando as taxas estavam próximas de zero ou até mesmo negativas, e a política monetária padrão parecia ter esgotado suas ferramentas. Agora, porém, alguns questionam sua relevância, dada a grande incerteza na economia global com o novo presidente do Federal Reserve, Kevin Warsh, sendo um cético notável. O prêmio de economia, formalmente conhecido como Prêmio do Sveriges Riksbank em Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel, é o último a ser concedido este ano e tem valor de 12 milhões de coroas suecas (US$ 1,2 milhão). Concedido pela primeira vez em 1969, ele não faz parte dos cinco prêmios originais criados no testamento de 1895 do industrial e inventor da dinamite Alfred Nobel, mas foi instituído pelo Banco Central da Suécia. A maioria dos premiados anteriores é dos Estados Unidos (EUA). Apenas três mulheres já ganharam o prêmio, sendo a mais recente Claudia Goldin, em 2023, por seu trabalho sobre como o gênero afetou os salários e o emprego ao longo do tempo nos EUA. Os vencedores do ano passado, Joel Mokyr, Philippe Aghion e Peter Howitt, foram premiados por seus trabalhos sobre a “destruição criativa” e como novas tecnologias e métodos de produção podem impulsionar o crescimento e os padrões de vida. Os prêmios Nobel de Medicina, Física, Química, Literatura e Paz foram anunciados na semana passada. *É proibida a reprodução deste conteúdo.
Americans Robert Hall and Michael Woodford won the Nobel economics prize Monday for their work on how monetary and fiscal policy can better stabilise disruptive economic fluctuations.
Bloomberg News Senior Economics Writer Shawn Donnan tells Bloomberg This Weekend that globalization has continued to expand despite a decade of populist policies, tariffs and efforts to reshape international trade following Brexit and President Donald Trump's first election victory. Speaking with hosts David Gura and Christina Ruffini, Donnan says growing cross-border investment, global supply chains and digital technology demonstrate that the world economy remains increasingly interconnected despite political resistance. (Source: Bloomberg)
Morocco's currency has fallen 6.5% against the US dollar since late July, making the country cheaper for American visitors and US goods dearer for Moroccans. The post Morocco’s Dirham Drops 6.5% Against Dollar Since August appeared first on The Rio Times.
Nomura is turning more bullish on South Korean bonds, raising its conviction level on receiving a 5-year Korea non-deliverable interest-rate swap position starting in 2027.
National Economic Council Director Kevin Hassett says higher long-term rates can reflect underlying economic strength. Speaking to Mike McKee and Dani Burger on Bloomberg Open Interest, Hassett calls the government’s debt-interest burden unacceptably high but says the administration is serious about deficit reduction. (Source: Bloomberg)
Edward Yardeni, president at Yardeni Research, says the rise in yields “might be the revenge of the bond vigilantes” and explains why he finds good and bad news in the rapid repricing of the bond market. He speaks on “Bloomberg Surveillance.” (Source: Bloomberg)