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Panama's finance ministry kept its 3.5% deficit cap after Friday's 7.7 quake and ruled out a waiver, saying insurance and grants will pay for relief first. The post Panama Keeps 3.5% Deficit Cap After 7.7 Quake appeared first on The Rio Times.
The authority managing Hong Kong’s arts hub in West Kowloon recorded a wider deficit in the 2025-26 financial year but expects to generate more income next year by putting a residential development project out to tender. The West Kowloon Cultural District Authority’s deficit ballooned to HK$998 million (U$127 million) in the year to March 30, from HK$769 million in the same period a year earlier. The increase was mainly due to higher operating costs as it prepared to open the new WestK...
Uruguay's current account swung to a US$460 million deficit in the second quarter of 2026 from a US$42 million surplus a year earlier. The post Uruguay Current Account Posts US$460 Million Deficit appeared first on The Rio Times.
Suriname President Simons calls 2027 the year to prepare for oil: a deficit of 4% of GDP, debt at 100.4% and reserves near US$2 billion, she says. The post Suriname President Simons Uses Annual Address to Set 2027 Deficit at 4% of GDP appeared first on The Rio Times.
O Governo Central registrou déficit primário de R$ 13,6 bilhões em agosto, informou nesta terça-feira (29) o Tesouro Nacional. O resultado foi melhor que o registrado em agosto de 2025, quando o saldo negativo ficou em R$ 15,5 bilhões. O desempenho também superou as projeções do mercado, que esperava déficit de R$ 16 bilhões. Notícias relacionadas:Governo cobra na Justiça gastos do SUS com tratamento de apostadores.Déficit nas contas externas soma US$ 5,1 bilhões em agosto.Em valores corrigidos pela inflação, a receita líquida cresceu 3,5% em relação a agosto de 2025, enquanto as despesas avançaram 1,9%. O resultado conjunto do Tesouro Nacional e do Banco Central foi superavitário em R$ 5 bilhões no mês. A Previdência Social registrou déficit de R$ 18,6 bilhões. Apesar da melhora em agosto, o saldo acumulado do ano continua pior que o observado no mesmo período de 2025. De janeiro a agosto, o déficit primário do Governo Central chegou a R$ 94,9 bilhões, ante R$ 85,9 bilhões nos oito primeiros meses do ano passado. Arrecadação O avanço da arrecadação foi puxado pelas receitas administradas pela Receita Federal, que cresceram 5,6% acima da inflação. Destacaram-se os aumentos da Cofins, do Imposto de Importação e do IPI. A arrecadação líquida da Previdência Social aumentou 6,3%, favorecida pela melhora do mercado de trabalho, que apresentou crescimento real de 2,9% da massa salarial; pelos maiores recolhimentos do Simples Nacional e pelos efeitos da reoneração gradual da folha de pagamentos. As receitas ligadas à exploração de recursos naturais também contribuíram para o resultado, impulsionadas pela comercialização de petróleo e gás natural pela Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA). Despesas Pelo lado das despesas, o principal fator de pressão sobre as contas públicas foi o repasse de recursos ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), inexistente em agosto do ano passado. Segundo o Tesouro Nacional, R$ 4,9 bilhões tiveram como destino esse fundo voltado às campanhas eleitorais. Também cresceram os gastos com benefícios previdenciários (aumento de R$ 2,7 bilhões); abono salarial e seguro-desemprego (R$ 2,4 bilhões a mais). Houve ainda aumento dos créditos extraordinários destinados a medidas para reduzir os impactos econômicos dos conflitos no Oriente Médio (R$ 1,3 bilhão). Em sentido contrário, as despesas discricionárias recuaram em R$ 5,6 bilhões. Desse total, a área da saúde teve suas despesas reduzidas em R$ 2,9 bilhões.
O déficit em transações correntes do Brasil somou US$ 5,1 bilhões em agosto deste ano, informou nesta segunda-feira (28) o Banco Central (BC). O resultado ficou acima do déficit de US$ 3,8 bilhões registrado no mesmo mês de 2025. De acordo com as estatísticas do setor externo, o aumento do déficit ocorreu apesar da melhora da balança comercial, em razão da ampliação dos gastos líquidos com serviços e das remessas de lucros e dividendos ao exterior. Notícias relacionadas:Mercado eleva projeção de inflação para 4,99% e reduz PIB.Fazenda mantém subsídio de R$ 2,12 ao óleo diesel.Saiba como funcionará compra de dívidas pela União.Em 12 meses encerrados em agosto, o déficit em transações correntes alcançou US$ 63 bilhões, o equivalente a 2,47% do Produto Interno Bruto (PIB). A balança comercial registrou superávit de US$ 6,6 bilhões em agosto, ante US$ 5,3 bilhões no mesmo mês do ano passado As exportações de bens somaram US$ 33,3 bilhões, com crescimento de 12,1% na comparação anual, enquanto as importações atingiram US$ 26,7 bilhões, alta de 9,4%. Na conta de serviços, o déficit chegou a US$ 5,3 bilhões, um aumento de 28,2% em relação a agosto de 2025. As maiores despesas líquidas ocorreram nos segmentos de transporte (US$ 1,5 bilhão), telecomunicações, computação e informações (US$ 1,3 bilhão), aluguel de equipamentos (US$ 1,1 bilhão) e propriedade intelectual (US$ 1 bilhão). O déficit com viagens internacionais permaneceu em US$ 1 bilhão. Renda Primária e investimentos A conta de renda primária, que inclui lucros, dividendos e juros, registrou déficit de US$ 7 bilhões em agosto, ante US$ 5,4 bilhões um ano antes. As despesas líquidas com lucros e dividendos somaram US$ 5,9 bilhões. Os investimentos diretos no país (IDP), indicador considerado de melhor qualidade para financiar as contas externas, registraram ingresso líquido de US$ 7,4 bilhões em agosto. No acumulado de 12 meses, os aportes alcançaram US$ 86,6 bilhões, o equivalente a 3,39% do PIB. Os investimentos em carteira apresentaram saída líquida de US$ 5,2 bilhões no mês. As retiradas líquidas em ações e fundos de investimento totalizaram US$ 6,5 bilhões, parcialmente compensadas por ingressos de US$ 1,3 bilhão em títulos domésticos. Reservas internacionais As reservas internacionais somaram US$ 372,6 bilhões em agosto, aumento de US$ 2,9 bilhões em relação ao mês anterior. Segundo o BC, a elevação decorreu principalmente da valorização de moedas frente ao dólar e das receitas de juros das aplicações das reservas. Revisão dos dados O Banco Central também divulgou a revisão anual das estatísticas do setor externo. Para 2025, o déficit em transações correntes foi revisto de US$ 66,7 bilhões para US$ 67,4 bilhões. Para 2026, o déficit acumulado em transações correntes de janeiro a julho foi revisado de US$ 36 bilhões para US$ 38,5 bilhões.