Delay in reconstruction of Tagore Centenary Hall in Kozhikode worries cultural activists
The hall was demolished in 2025 to make way for a modern, multi-purpose cultural complex
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The hall was demolished in 2025 to make way for a modern, multi-purpose cultural complex
Hatsukaichi, Hiroshima Pref., Oct. 20 (Jiji Press)--A crowdfunding initiative began Tuesday to raise 120 million yen for the reconstruction of a hall associated with Buddhist saint Kukai (774-835) in Hiroshima Prefecture, which was destroyed by fire in May. Donations will be accepted until Jan. 4 next year. The Reikado hall on Miyajima Island in the city of Hatsukaichi in the western Japan ...
Three of the six residential buildings at CK Asset’s “starter homes” project in Hong Kong will be demolished and rebuilt in what the developer called the most “time-saving” solution, two years after a scandal over substandard steel reinforcement work halted construction. The Buildings Department confirmed on Thursday that it had approved demolition plans for three blocks at the Anderson Road development in Kwun Tong, while remedial work was under way at the other three. Earlier investigations...
Os trabalhadores e comerciantes que atuavam no pavilhão MFE-A da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), consumido por um incêndio entre a noite de 05 de setembro e a madrugada do dia 06, passarão a trabalhar em novo espaço no dia 16 de outubro, protegidos por duas tendas galpão, distantes uma quadra da estrutura inicial. O espaço será um pouco menor do que o original, passando de 6 mil metros quadrados (m²) para 4,8 mil m², onde os 124 comerciantes voltarão a ter um local centralizado para atendimentos. São Paulo (SP), 07/10/2026 - Obras no Ceagesp após incêndio. Foto - Paulo Pinto/Agência Brasil Notícias relacionadas:Dólar volta a R$ 5 com ambiente externo e ajuste pós-eleitoral.Faturamento da indústria cai 3,5% em agosto, informa CNI.Produção de veículos tem melhor setembro desde 2014, diz Anfavea.Hoje eles estão atendendo ao redor do pavilhão afetado, em tendas com lona, de forma insalubre por conta da exposição ao calor e à chuva e dispostos de maneira que dificulta a circulação de caminhões e a exposição nas lojas dos pavilhões vizinhos. O período de maior movimentação para frutas no Ceagesp costuma ser entre novembro e fevereiro. Os atingidos só devem voltar a pagar as taxas à administração quando for entregue o pavilhão definitivo. O impacto, segundo a comissão de comerciantes, é de aproximadamente 50% de queda nas vendas. O pavilhão perdido é um dos mais antigos do complexo, que abriga 52 pavilhões. Era também um dos menores, mas mesmo assim uma referência, por ter comerciantes que atuam há mais de 4 décadas, alguns dando continuidade ao trabalho de familiares, que estavam lá desde os anos 1960. Apesar da área menor, a expectativa é de conseguir reorganizar adequadamente os boxes, com instalação de contêineres refrigerados e mais banheiros. A previsão é que os comissionados permanecerão utilizando a estrutura provisória até setembro de 2027, quando se espera esteja finalizado o novo pavilhão. "A ideia é a gente construir uma estrutura mais moderna, com o pé direito bem mais alto e mezanino. Estamos estudando um formato para dividir o que é boxe e o que que é área de granel, além de elevar a área de comércio, com uma plataforma, para evitar o risco de perdas em novas inundações. Primeiro, porém, teremos uma discussão do projeto com eles, que são os conhecedores de como funciona tudo no dia a dia", explicou o Diretor Técnico Operacional do Ceagesp, Luiz Silveira Rangel. O maior desafio no dia a dia tem sido a logística de abastecimento. O projeto dos pavilhões é de décadas atrás, quando o padrão de caminhão utilizado era menor do que o atual. Com a diminuição do espaço, só tem aumentado a dificuldade para este abastecimento. Como a área dos galpões provisórios era usada para estacionamento e transbordo, essas ações passaram a ser feitas em um dos bolsões de estacionamento, tornando mais distantes escritórios e o espaço em que efetivamente se dão as entregas. Em dezembro a previsão é de que um estacionamento provisório seja instalado na área do pavilhão destruído, enquanto tramita a contratação da obra nova. Demolição A demolição da antiga estrutura começou na semana passada. A retirada do entulho e desmontagem das peças metálicas tem um prazo de 60 dias. No local se vê muito metal retorcido, tanto das telhas de zinco quanto das estruturas, já que o pavilhão não era de alvenaria. Soma-se a isso restos dos alimentos, ainda em retirada, como cocos, abacaxis e melancias, principais produtos comercializados no MFE-A. Há ainda documentos das empresas, que serão retirados aos poucos, conforme for garantida a segurança das estruturas. Os destroços e resíduos orgânicos estão sendo separados e destinados a aterros sanitários ou para reciclagem.