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Hitachiomiya, Ibaraki Pref., Sept. 30 (Jiji Press)--The mayor of Hitachiomiya in Ibaraki Prefecture said Wednesday that the eastern Japan city will accept a literature survey for choosing a final disposal site for high-level radioactive waste from nuclear power plants in the country. "After repeated careful consideration, I've decided to accept" the survey, Sadayuki Suzuki told a press conf...
Tokyo, Sept. 30 (Jiji Press)--The number of food items in Japan whose prices have been raised or are set to be raised this year stands at 20,187, surpassing 20,000 for two years in a row, a survey by Teikoku Databank Ltd. showed Wednesday. Food makers in the country plan to raise prices for 3,153 items in October, a slight decrease from 3,161 items a year before, according to the Japanese r...
A nationwide survey by the National Task Force found 15% of students felt overwhelmed or distressed and 9% reported suicidal thoughts in the past six months, ahead of its final report due on October 31
Tokyo, Sept. 25 (Jiji Press)--About half of 120 civic groups working in Japan to save and rehome dogs and cats received more requests to take in such animals for protection in the past year than in the preceding year, a private-sector survey shows. According to the survey, conducted by pet care-related company Inuneko-Seikatsu Co., the 120 groups took in a total of 8,718 dogs and cats in th...
Southeast Asia remains comparatively confident in international cooperation even as scepticism grows over whether the United States or China should take a leading global role, a new survey has found. Analysts said the findings reflected a long-standing regional preference for keeping strategic options open, particularly among smaller and middle powers wary of an international order dominated by either Washington or Beijing. “Seeking Security and Opportunity in a Stormy World”, released this...
Tokyo, Sept. 21 (Jiji Press)--Needy households in Japan live on an average food expenditure of less than 500 yen per person a day amid lingering inflation, according to a survey by Save the Children Japan, a nongovernmental organization. The survey, conducted in June, covered 8,736 parents nationwide who applied for food assistance from the organization. All of them provided valid responses...
On prescription checks, 36% of 3,697 Mumbai respondents said chemists never refused to give them medicines without a prescription and another 35% said they did so very rarely
NPTEL later clarified that it had gone ahead with the survey for taking learners’ feedback
Oito em cada dez mulheres no país (78%) afirmam já ter sofrido pelo menos um tipo de violência. Quase todas as brasileiras (98%) recorrem a estratégias para reduzir riscos de sofrer violência no dia a dia. A sensação de insegurança que atinge as mulheres faz com que elas mudem comportamentos e limita suas escolhas em relação a lazer, mobilidade, trabalho e estudo. Os resultados estão na pesquisa de opinião Segurança das Mulheres: Percepção da Sociedade Brasileira sobre Violência”, realizada pelos institutos Patrícia Galvão e Locomotiva, com apoio da Uber. O levantamento será apresentado nesta quarta-feira (16), no painel (In)segurança das Mulheres e Mobilidade, durante o 20º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Notícias relacionadas:Plataformas vão informar canais de denúncia de violência contra mulher.Pesquisa analisa propostas dirigidas às mulheres em planos de governo.Violência contra a mulher: 7,5 mil agentes serão capacitados.Para a pesquisa, foram ouvidas 1,5 mil pessoas de 16 anos ou mais, de todas as regiões do país, entre os dias 22 e 30 de abril de 2026, por meio de entrevistas digitais de autopreenchimento. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais. O medo da violência faz parte da vida cotidiana da maioria dos brasileiros, mas afeta as mulheres de maneira ainda mais intensa, de acordo com os dados. Entre as entrevistadas, 94% afirmam se sentirem inseguras diante da violência no dia a dia, contra 84% dos homens. Nos deslocamentos pela cidade, 94% das mulheres e 90% dos homens dizem sentir medo da violência. “A pesquisa mostra que o medo da violência atravessa a forma como as mulheres vivem e circulam pelas cidades. E esse medo não surge do nada, ele é alimentado por experiências concretas de violência, vividas pelas próprias mulheres ou compartilhadas por outras ao seu redor”, afirma a diretora de Pesquisa do Instituto Locomotiva, Maíra Saruê. Para a população em geral, as mulheres são percebidas como mais vulneráveis do que os homens em diversas formas de violência, principalmente doméstica, sexual, psicológica e física. A violência doméstica, por exemplo, é motivo de temor para seis em cada dez brasileiras. Além disso, os espaços de lazer e o transporte público estão entre os locais em que as mulheres se sentem menos protegidas: 41% não se sentem nada segura em bares, festas e baladas e 42% não se sentem nada segura em pontos de ônibus e estações. Dentro dos transportes públicos, 33% dizem não se sentir nada segura. “Na prática, mulheres e homens não vivem a cidade da mesma maneira já que, para as mulheres, o acesso aos espaços e às oportunidades é constantemente condicionado pela preocupação com a própria segurança”, mencionou Maíra. Fonte: Institutos Patrícia Galvão e Locomotiva Restrições por medo O cenário de violência e insegurança leva quase a totalidade das mulheres (98%) a adotar no dia a dia ao menos uma das medidas pesquisadas para reduzir o risco de sofrer violência. Evitar determinados locais é a estratégia mais comum, citada por 90% das entrevistadas. Outras medidas mostram o grau de vigilância incorporado à rotina: 88% evitam compartilhar informações pessoais ou sua localização nas redes sociais, 84% evitam usar o celular na rua, 83% avisam alguém sobre seus deslocamentos e horários, e 83% evitam sair à noite. As mulheres também evitam o uso de aplicativos bancários no celular quando estão na rua (80%), compartilham sua localização com pessoas de confiança (77%), mudam trajetos habituais (69%), chamam carro ou moto por aplicativo para não precisar andar pelas ruas (66%) e pedem para alguém acompanhá-las quando saem de casa (66%). Para evitar situações de violência, 62% das mulheres já mudaram hábitos de lazer, e 58% deixaram de frequentar lugares de que gostavam. Mais da metade (56%) já preferiu utilizar algum meio de transporte em vez de ir a pé, mesmo quando o destino era próximo. Além disso, 27% praticam ou já praticaram técnicas de defesa pessoal, e 26% carregam itens de proteção pessoal, como spray de pimenta ou alarme pessoal. As decisões relacionadas à vida profissional e acadêmica também são afetadas. A pesquisa mostra que 45% das mulheres afirmam já ter deixado de aproveitar oportunidades de trabalho ou estudo por causa do medo da violência. Além disso, 44% já pensaram em mudar de bairro ou cidade para se sentirem mais seguras. “Os dados desta pesquisa confirmam algo que já vínhamos observando em nosso trabalho cotidiano: a insegurança deixou de ser uma percepção pontual e se transformou numa rotina de cálculos e renúncias silenciosas, em que quase todas as mulheres brasileiras precisam evitar lugares, mudar trajetos, abrir mão do lazer ou reconsiderar até uma oportunidade de trabalho por medo da violência”, ressaltou a diretora executiva do Instituto Patrícia Galvão, Vera Vieira. Poder Público e eleições A pesquisa concluiu que, para as entrevistadas, a prevenção e o enfrentamento da violência no dia a dia são responsabilidades que devem envolver diferentes instituições públicas. As polícias Militar e Civil são apontadas por 73% das entrevistadas como responsáveis por essa atuação, seguidas pelo governo federal (69%), governo estadual (69%) e governo municipal (66%). No entanto, a maioria das mulheres avalia de forma negativa a atuação das instituições no combate à violência. Entre os piores resultados estão os representantes do Legislativo, com 74% de avaliação negativa, o governo estadual (72%), o Poder Judiciário (71%) e o governo federal (71%). Além disso, para 78% das entrevistadas, as propostas de combate à violência contra mulheres nas ruas e no transporte público influenciarão na decisão de voto nas próximas eleições. Para Vera Vieira, os resultados da pesquisa mostram que a segurança das mulheres não é uma pauta setorial, mas uma condição para o exercício pleno da cidadania. “Por isso, reforçamos a urgência de políticas públicas que ampliem os canais de denúncia, melhorem a infraestrutura das cidades e enfrentem as desigualdades que sustentam esse cenário”, acrescentou. Na avaliação de 95% das entrevistadas, é importante ampliar os canais de denúncia e apoio às vítimas de violência. A transformação dos espaços urbanos também aparece com destaque, com 93% das mulheres indicando a importância de melhorar a infraestrutura das cidades, incluindo transporte público, iluminação e espaços públicos. A pesquisa aponta que 93% consideram importante criar e ampliar políticas específicas de proteção às mulheres, com benefícios indiretos para os homens e para a população em geral, e realizar esforços de prevenção, como medidas de educação e mudança cultural. Reduzir as desigualdades sociais e econômicas como parte das estratégias de prevenção e enfrentamento da violência foi outra medida apontada por 92% das mulheres.
Tokyo, Sept. 11 (Jiji Press)--The proportion of unmarried people in Japan who said they intend to marry eventually has fallen below 80 pct for the first time among both men and women, a survey by the National Institute of Population and Social Security Research showed Friday. The result highlighted a declining desire to marry as more people see few benefits to marriage. "More people beli...
A total of 66,014 students presently pursuing their third year of undergraduate studies participated in the survey by Kerala State Higher Education Council. Students from all universities that have implemented FYUGP participated
Tokyo, Sept. 10 (Jiji Press)--The number of people transported by ambulance due to self-harm and suicide attempts is on an upward trend in Japan, reaching 43,631 cases in 2025, a survey showed Thursday. The survey, released on World Suicide Prevention Day, was taken by the Japan Suicide Countermeasures Promotion Center, a general incorporated association designated by the health minister. I...
Sydney, Sept. 7 (Jiji Press)--Far more Australians and Indians felt that the United States is a harmful presence in Asia than Japanese people, a recent survey has shown. According to the survey conducted by the University of Sydney's United States Studies Center covering people in the Quad nations of Japan, the United States, Australia and India, the proportion of Indian respondents who tho...
Siddaramaiah urges the State government to act on the report, which was submitted to him shortly before he stepped down as Chief Minister. The report is yet to be placed before the Cabinet