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Os dois candidatos à Presidência da República que disputarão o segundo turno da eleição deste ano dedicam parte considerável de seus planos de governo para apresentar propostas para a segurança pública. Com formas diferentes de atuação, temas como o combate ao crime organizado e à violência contra a mulher, ampliação da segurança nas fronteiras e fortalecimento do sistema prisional estão entre as iniciativas citadas nas propostas de governo. Notícias relacionadas:CCJ do Senado aprova texto-base da PEC da Segurança Pública.Sou da Paz lança agenda de segurança pública para eleições.Segurança pública: apenas 32% se sentem seguros na cidade onde vivem.Flávio, por exemplo, defende a classificação de facções como o Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital como organizações narcoterroristas. Medida que também é encampada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Lula, por sua vez, defende que o crime organizado seja enfrentado com firmeza e por meio da asfixia financeira, dentro dos limites da Constituição e do Estado Democrático de Direito, e sem comprometer a soberania brasileira. Veja abaixo as principais propostas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) para a segurança pública. Os documentos das duas campanhas foram entregues à Justiça Eleitoral. Crime organizado Um dos assuntos abordados por ambos os candidatos é o combate a facções criminosas e ao crime organizado. Flávio propõe que facções como Comando Vermelho, Primeiro Comando da Capital e milícias sejam declaradas organizações narcoterroristas e sejam combatidas com força, inteligência e integração. A proposta do candidato do PL é prender lideranças criminosas, asfixiar os negócios ilícitos e desarticular redes de lavagem de dinheiro. Além disso, ele defende abater bandidos armados com fuzis. Lula defende que o crime organizado seja enfrentado com firmeza, dentro dos limites da Constituição e do Estado Democrático de Direito. O candidato do PT propõe asfixiar financeiramente o crime organizado e enfrentar o tráfico de armas e munições. Outra iniciativa é a retomada de territórios controlados por grupos armados, com a priorização de investimentos na urbanização de favelas e periferias, requalificação de espaços públicos, ampliação do acesso a serviços essenciais para estimular atividades econômicas lícitas nessas áreas. O candidato também vai trabalhar para barrar candidaturas de pessoas ligadas ao crime organizado. Lula cita ainda a Lei Antifacção, sancionada neste ano, com o objetivo de enfrentar as facções criminosas, e o fortalecimento do Programa Brasil Contra o Crime Organizado, também de 2026. Integração com estados e municípios Operação da Polícia Militar do Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho. Foto: Fernando Frazão/Arquivo Agência Brasil Lula defende a valorização dos profissionais de segurança pública para fortalecer a atuação policial, assegurar o uso legítimo da força e ampliar a confiança da população nas instituições. A proposta é construir, junto com os entes federados, programas no modelo de policiamento de proximidade e ampliar o programa de estímulos para uso de câmeras corporais, com padrões nacionais para utilização, gestão e preservação das imagens. O candidato propõe ainda a construção de um Sistema Nacional de Segurança Pública mais articulado, com mais coordenação entre os diferentes entes federativos para integração de dados, cooperação entre instituições, inteligência, prevenção, repressão qualificada e políticas baseadas em evidências. A aposta é na aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública já enviada ao Congresso Nacional, com o objetivo de revisar as atribuições de cada ente federativo e ampliar o escopo de ação do Poder Executivo federal no enfrentamento à violência. Com a PEC aprovada, o candidato pretende criar o Ministério da Segurança Pública, a fim de fazer a articulação com estados e municípios. Flávio pretende criar um sistema nacional de reconhecimento facial, chamado de Muralha Brasileira, que será integrado a bancos de dados criminais, inspirado nas iniciativas Smart Sampa, da prefeitura de São Paulo, e no Muralha Paulista, do governo do estado de São Paulo. A previsão é instalar mais de 1 milhão de novas câmeras em áreas públicas, portos e aeroportos por todo o país. Com isso, o candidato espera localizar foragidos e prevenir crimes. Outra proposta é fazer consórcios e convênios com estados e municípios para investir em inteligência, retomada de territórios alinhada a políticas públicas estruturantes, tecnologia, armamentos de última geração e valorização do policial. Segurança nas fronteiras Soldados participam de celebração do Dia do Exército. Foto: Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil Flávio propõe a criação de um Sistema Nacional de Fronteira, uma força de elite composta por militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, equipada com “armas de guerra”, inteligência e tecnologia. A ideia é interceptar fuzis e drogas nas fronteiras terrestres, portos e aeroportos. Lula tem a proposta de fortalecer as ações de segurança na Amazônia Legal, em cooperação com os estados e municípios e com os países da Organização do Tratado de Cooperação Amazônia (OTCA), além de manter as Forças Armadas presentes nas fronteiras amazônicas, com patrulhamento aéreo e fluvial e inteligência policial. Política penal Penitenciária federal de segurança máxima de Brasília. - Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil O candidato do PT quer fortalecer o sistema prisional com a modernização, o aparelhamento e o fortalecimento de unidades prisionais estratégicas. O intuito é priorizar soluções tecnológicas para o controle do ambiente prisional, inclusive sistemas de bloqueio de sinais de radiocomunicação, monitoramento e detecção de comunicações ilícitas. A proposta também prevê a qualificação contínua dos profissionais do sistema penitenciário e o aperfeiçoamento de protocolos operacionais de segurança. Também está prevista a ampliação da capacidade operacional do sistema penitenciário federal, com o isolamento de lideranças criminosas e a implantação de um protocolo nacional de transferência de presos de alta periculosidade. Por meio do Programa Brasil contra o Crime Organizado, o candidato quer criar ainda o Centro Nacional de Inteligência Penal, como instância estratégica de coordenação e célula permanente de intercâmbio de informações entre os órgãos de administração penitenciária da União, dos estados e do Distrito Federal. Já o candidato do PL defende apoiar e sancionar a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos e punir maiores de 14 anos que cometam crimes graves como estupro, tráfico, tortura e assassinato. Além disso, Flávio pretende construir cinco novos presídios de segurança máxima no país, dobrando o número de penitenciárias federais. O candidato pretende batizar o complexo federal de Treva para, segundo ele, "tirar o medo do cidadão e botar medo no bandido". Ele também prevê parcerias com governos estaduais para zerar o déficit carcerário, com a criação de 500 mil vagas em presídios nos estados. Outras propostas são tirar os recursos das famílias dos detentos e destinar para as famílias das vítimas, além de trabalhar para acabar com a progressão de regime para crimes hediondos. Violência doméstica e feminicídio Mulheres fazem passeata no Dia Internacional da Mulher, por direitos e contra a violência e o feminicídio, no centro do Rio de Janeiro. Foto: Fernando Frazão/Arquivo Agência Brasil Flávio tem como proposta monitorar agressores de mulheres, em casos de medidas protetivas, com tornozeleiras eletrônicas. Também propõe trabalhar para endurecer a lei, obrigando assassinos e agressores de mulheres a cumprir integralmente suas penas. Outra proposta é criar uma plataforma de inteligência artificial, a ClarIA, que oferecerá atendimento 24 horas para que as mulheres possam registrar ocorrências, pedir medidas protetivas, receber orientações e ter acolhimento. A ideia é implantar um sistema nacional de avaliação de risco para que cada denúncia receba atendimento proporcional ao nível de ameaça, priorizando casos mais graves. Há plano também para ampliar os espaços de acolhimento para mulheres em situação de violência. Também aparece como proposta a modernização e integração dos canais de denúncia, reunindo o Ligue 180, as delegacias online, o botão de emergência e as centrais de monitoramento em uma plataforma inteligente de resposta rápida. Lula prevê a ampliação da rede de proteção às mulheres, com a conclusão de 30 Casas da Mulher Brasileira e dos 15 Centros de Referência da Mulher Brasileira. Para acelerar a expedição de medidas protetivas de urgência, o plano é aumentar as políticas do Centro Integrado Mulher Segura, além de distribuir aos estados kits para monitorar agressores. Haverá ainda fomento à capacitação de forças de segurança para qualificar o atendimento às mulheres vítimas de violência. O candidato pretende combater o machismo, o sexismo e o feminicídio, além de garantir autonomia econômica a elas. Estão previstas ainda a ampliação das Salas Lilás, espaços reservados, humanizados e sigilosos criados em órgãos de segurança pública, justiça, hospitais e unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) para o acolhimento especializado de mulheres e meninas em situação de violência. Recursos para segurança O plano de governo de Lula prevê a destinação de R$ 10 bilhões do Fundo Nacional de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS) para estados e municípios realizarem investimentos em equipamentos e infraestrutura. Em sua proposta de governo, Flávio informa que pretende dobrar os investimentos federais em segurança pública ao longo do mandato, com o objetivo de facilitar o combate ao crime, mas não informa de onde sairão os recursos. Roubos e furtos de celular O candidato do PL propõe que a pena inicial para quem roubar, furtar ou revender aparelho celular fruto do crime seja quadruplicada, sem direito a benefícios, já que o telefone móvel não é apenas um equipamento, mas um repositório de dados pessoais, como fotos, documentos e acesso a bancos, além de ser uma ferramenta de trabalho. Além disso, segundo ele, muitos brasileiros perdem a vida nesses roubos. Lula, por sua vez, tem como proposta a expansão do programa Celular Seguro, que permite o bloqueio rápido do equipamento; e a Base Nacional de Celulares com Restrição, que possibilita ao cidadão verificar, antes da compra, se o aparelho tem restrição. Ele também propõe intensificar o enfrentamento a redes de receptação. Outras propostas Lula também tem como propostas a manutenção de uma política de controle de armas e munições e o aprimoramento dos mecanismos de rastreabilidade desses produtos. Outra iniciativa é reforçar a prevenção e repressão qualificada a crimes financeiros e cibernéticos, com prioridade para o combate à exploração sexual de crianças e adolescentes, à violência contra mulheres e população LGBTQIAP+, ao racismo, aos crimes de ódio e às fraudes bancárias eletrônicas. Flávio apresenta a proposta de trabalhar, junto ao Congresso, para aprovar e implementar a castração química de pessoas que abusam de mulheres e crianças. Medida a ser aplicada a condenados por crime sexual, ela funcionaria através da inibição da produção de testosterona e tem funcionamento temporário, enquanto o infrator for submetido à administração do fármaco.
The counting started amid tight security arrangements at the designated centres in both constituencies, with officials first taking up postal ballots and Electronically Transmitted Postal Ballots before proceeding with the EVM votes.
Educational and cultural exchanges have become a new casualty of rising tensions between the Philippines and China. About 150 Chinese teachers have left the Philippines months after Defence Secretary Gilberto Teodoro Jnr renewed warnings that such people-to-people ties could pose security concerns. Families of volunteer instructors have expressed safety concerns. Beyond disrupting classes and potentially harming tourism in the Philippines, this could further narrow interaction between the two...
Japan is expected to float the idea of acquiring a fleet of nuclear-powered submarines in revised security documents to be released later this year, with analysts suggesting that Tokyo’s initial aim is to promote discussion of the issue and overcome the public’s concerns. Analysts acknowledge there will inevitably be pushback from some sectors of Japan – the only nation to have suffered a nuclear attack – but say there is a growing recognition that regional rivalries are worsening and Japan...
Danny Danon, Israel's ambassador to the United Nations, said that he does not accept attempts to make the anniversary of the October 7 attack about the continued impact on Gaza, as it was 'Hamas ideology' that brought the attack and suffering in Gaza. Danon said that while the military retains presence in Gaza three years after the attack and one year after the 2025 ceasefire agreement, Israel has 'no desire to to stay in Gaza or to run the city of Gaza.' (Source: Bloomberg)
Angela Diffley is pleased to welcome Dr. Danny Brom, Founding Director of METIV, the Israel Psychotrauma Center in Jerusalem. According to Dr. Brom, as Israelis and Jewish people around the world continue to mourn the largest loss of Jewish life on a single day since the Holocaust, their fundamental sense of collective security has also been shattered. What strikes him, however, is the resilience that exists alongside the grieving. How can individuals, communities and society rebuild a sense of safety without allowing fear to dictate the future? Yet, as Dr. Brom observes, “the war is still going on,” while political leaders speak of pursuing “the ultimate victory, which no one really knows what that is.”
British police on Tuesday arrested a 22-year-old man in London on suspicion of a terror offence over a security incident at a US-run military airbase in England that authorities have linked to Iran. The arrest is the seventh in connection with a suspected plot against RAF Fairford, located 160km (100 miles) west of London, which has been used by American bombers to strike Iran during this year’s war. Five British men in their 20s were detained near the perimeter of the base in the early hours of...
US Secretary of State Marco Rubio said on Tuesday that Iceland had long been a “critical outpost” for security during a visit to the island, as his country pushed for greater US influence in the Arctic region. His trip comes after US President Donald Trump has stirred up the power balance in the region by making threats to buy or annex Greenland. The United States signed a security pact with Denmark and Greenland in late September that will allow Washington to establish two new military bases...
Airstrikes and artillery fire rocked northern Ethiopia's Tigray region overnight into Monday, aid sources said, in clashes between federal government and rebel forces that have raised fears of wider fighting. France 24's Philip Turle says that the Ethiopian government is pushing into Tigray territory amid fears the conflict "could get out of control".
François Picard is pleased to welcome Philip Ingram, journalist and former British military intelligence officer. The events surrounding RAF Fairford are not an isolated incident, explains Ingram. It's part of a much wider security issue in which conventional military operations, intelligence activity and gray-zone tactics increasingly overlap.
It labelled the company a "supply chain risk" earlier this year, but multiple sources said Anthropic's Claude model was recently widely used.
US media reported a new threat led to the bombers being removed on Sunday, following an incident near the base last week.
Strung several metres overhead, the nets are a low-cost solution in sensitive areas prone to attacks by armed groups.
The US Air Force has brought home its bombers stationed at a US-run military airbase in England used to strike Iran following an investigation into a planned terror attack at the RAF Fairford base. The bombers were redeployed back to their home bases in the United States, according to a Pentagon official who was not authorised to discuss sensitive military movements and spoke on Sunday on condition of anonymity. Aviation watchers such as the Military Air Tracking Alliance have observed dozens of...
A mudança de locais de votação por questões de segurança no estado do Rio de Janeiro não deve aumentar a abstenção de eleitores no primeiro turno, na avaliação do juiz eleitoral Marcello Rubioli, responsável pela fiscalização da propaganda eleitoral da capital fluminense no Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ). "A percepção que se tem é o contrário, de uma alta incidência de votação. Haja vista as filas que a gente tem detectado", declarou a jornalistas na sede do tribunal. Notícias relacionadas:Maior local de votação de São Paulo tem filas longas.TRE-RJ alerta eleitores sobre alteração no local de votação.Eleição com recorde de pessoas com deficiência ainda impõe obstáculos.No estado, 72 locais de votação foram alterados por questões de segurança. As mudanças aconteceram em 20 cidades, incluindo a capital. A medida afeta cerca de 202 mil eleitores. As mudanças foram fruto de decisão do presidente do TRE-RJ, desembargador Claudio de Mello Tavares, após uma análise produzida pelo Grupo de Trabalho Unificado de Defesa da Integridade Eleitoral, que conta com representantes da Justiça Eleitoral e de setores de inteligência das forças de segurança. Como justificativa, o tribunal defende que o voto não pode ser livre em regiões dominadas pelo crime organizado. De acordo com o TRE-RJ, os novos locais de votação ficam fora de áreas controladas pelo tráfico de drogas ou por milícias, afastados de territórios dominados por facções rivais e o mais próximo possível de cada local de votação substituído. O juiz Marcello Rubioli explicou que somente após a votação ser encerrada será possível saber como foi o comportamento da abstenção nas localidades onde houve alterações. O TRE-RJ pode fazer o mapeamento de informações para saber se a abstenção nessas regiões aumentou e se a causa pode ser atribuída à mudança de local de votação. Ele enfatizou que os novos locais foram escolhidos de forma que permaneçam próximos à região de moradia dos eleitores. Rubioli citou ainda o exemplo do Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro, onde o TRE reforçou o transporte. "A expectativa é que não haja abstenção por esse motivo. Pode ser até que haja, mas não por esse motivo", disse.
Sailor met female Pakistani operative on social media a few months ago and shared sensitive information with her; police found suspicious digital activity, placed him under surveillance before arrest in Coimbatore on October 3
Beijing has been urged to do more to protect its overseas interests with a call for diplomatic engagement to reshape international rules and deeper security cooperation with other countries. As China’s expanding global footprint comes under pressure from geopolitics and restrictions from the West, a Chinese analysis posted on the Global Security Research social media account has called for a major shift in strategy. The author was not identified, but the account regularly posts analysis and...
The DRC shares borders with nine countries and belongs to three regional blocs, making its neighbourhood the key to Central African trade and security. The post DR Congo Neighbours Explained, Central Africa in 2026 appeared first on The Rio Times.
Russia struck a bridge in Kyiv on Sunday soon after Germany’s chancellor arrived in Ukraine’s capital on a surprise visit to demonstrate European support in the face of an upsurge in attacks. Air raid sirens blared across Kyiv, urging residents to shelter soon after Friedrich Merz arrived under tight security, with warnings of approaching Russian attack drones. Kyiv mayor Vitali Klitschko then confirmed that a strike had damaged the road surface on the Northern Bridge – one of several connecting...
Tokyo, Oct. 4 (Jiji Press)--The Japanese government plans to bolster efforts in cooperation with the private sector in fiscal 2027 to probe whether attackers have infiltrated and remained hidden in systems of critical infrastructure operators such as power utilities and telecommunications companies. The government will develop methods to detect cyberattacks based on information regarding th...
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fez neste sábado (3), véspera do primeiro turno das Eleições 2026, um teste que confirmou a integridade e autenticidade dos sistemas eleitorais. Durante cerimônia na sede da corte em Brasília, foi também emitida a chamada Zerézima, procedimento que garante a transparência e a segurança dos processos de votação ao comprovar que não há votos registrados para nenhum candidato antes do início da votação. Notícias relacionadas:E-Título: saiba como votar usando o aplicativo do TSE .Idosos votam primeiro: conheça outros eleitores com prioridade .Eleição no Rio terá monitoramento conjunto de forças de segurança .Essas verificações dos sistemas que serão usados para receber e totalizar os votos em todo o país têm, como objetivo, confirmar que os programas em uso são os mesmos que foram assinados digitalmente e lacrados pela Justiça Eleitoral. Procedimentos semelhantes são feitos em seções eleitorais antes da abertura da votação, quando é emitido um relatório que atesta que a urna eletrônica está apta a receber votos e não possui nenhum registro anterior.
The Latin American country will vote for its next president, as Lula da Silva and Bolsonaro clash over sovereignty, security and ties with Washington.